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Após ‘sumir’ na Assembleia Legislativa, PSB ‘dilui’ candidatos para tentar alcançar uma cadeira

Após ‘sumir’ na Assembleia Legislativa, PSB ‘dilui’ candidatos para tentar alcançar uma cadeira
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Depois de perder os quatro nomes eleitos pelo partido em 2022, o Partido Socialista Brasileiro (PSB) recalcula a rota para retornar ao parlamento mato-grossense nas eleições de outubro. O partido, que está sob comando de Pedro Taques, pré-candidato ao Senado, utilizará a estratégia de regionalização para conquistar pelo menos uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

A estratégia do partido é “diluir” os pré-candidatos pelo Estado, distribuindo nomes em diferentes regiões para tentar construir uma votação coletiva suficiente para atingir o quociente eleitoral.

A direção da sigla confirmou que a mudança recente no comando estadual com a saída do deputado Max Russi em dezembro impactou a formação de chapa e agora busca correr contra o tempo e finalizar as articulações.

Em 2022, o partido elegeu quatro deputados: Max Russi, Fábio Tardin, Beto Dois a Um e Dr. Eugênio, os três primeiros hoje se encontram no Podemos, enquanto o médico se filiou ao Republicanos.

As mudanças foram oficializadas durante a janela partidária, período que autoriza a troca de legendas por parlamentares, provocando uma nova reconfiguração política dentro da Assembleia.

O enfraquecimento do PSB não ficou restrito à Assembleia Legislativa. Na região metropolitana, especialmente Cuiabá e Várzea Grande, o partido também perdeu força e reduziu drasticamente sua presença política.

Na Capital, a legenda chegou a contar com quatro nomes competitivos na última eleição: Ilde Taques, Dídimo Vovô, Sargento Joelson e Katiuscia Mantelli , mas hoje restou apenas o vereador Dídimo como principal representante do grupo.

Em Várzea Grande, o partido fez três nomes para o parlamento: Gisa Barros, Feitoza e Sargento Galibert. Apenas Gisa deixou a sigla.

Por Fred Moraes

Célio