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WELLINGTON DEFENDE POLÍTICA PERMANENTE PARA O PANTANAL E COBRA AÇÕES DO ESTADO, DIANTE DOS RISCOS CLIMÁTICOS ANUNCIADOS

WELLINGTON DEFENDE POLÍTICA PERMANENTE PARA O PANTANAL E COBRA AÇÕES DO ESTADO, DIANTE DOS RISCOS CLIMÁTICOS ANUNCIADOS
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Durante coletiva de imprensa concedida na FIT Pantanal, o pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes, defendeu a criação de uma política pública permanente para o Pantanal, voltada à preservação ambiental, ao desenvolvimento econômico sustentável e à melhoria da qualidade de vida das populações que vivem no bioma.

Segundo Wellington, o Estado precisa superar ações pontuais e estabelecer um planejamento de longo prazo para a região, com investimentos contínuos em infraestrutura, saneamento, pesquisa científica, prevenção de desastres ambientais e fortalecimento das comunidades tradicionais.

“Não dá para pensar o Pantanal apenas dentro de um mandato. Precisamos de uma política permanente de Estado, capaz de garantir segurança para quem produz, para quem vive na região e para quem investe no turismo sustentável. O Pantanal exige planejamento, continuidade e responsabilidade”, afirmou.

Wellington destacou que a aprovação do Estatuto do Pantanal, em nível federal, somada à legislação estadual, representa um importante avanço para a construção de um ambiente mais seguro para investimentos e para a implementação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável do bioma.

O senador também manifestou preocupação com os alertas apresentados recentemente durante audiência pública realizada no Senado Federal, na qual especialistas apontaram a possibilidade de ocorrência de um novo ciclo climático severo, com reflexos sobre o Centro-Oeste e a Amazônia.

Segundo os especialistas, estados produtores como Mato Grosso e regiões estratégicas como o Pantanal poderão enfrentar períodos prolongados de estiagem, aumento das temperaturas, redução da umidade do ar e maior incidência de incêndios florestais, com impactos diretos sobre a biodiversidade, a produção agropecuária, a saúde pública e a segurança alimentar.

Diante desse cenário, Wellington questionou durante a coletiva quais medidas efetivas estão sendo adotadas pelo atual governo estadual para enfrentar os riscos previstos.

“Os especialistas estão alertando para um cenário preocupante. A pergunta que faço é: o que está sendo feito hoje para prevenir novas queimadas e preparar Mato Grosso para enfrentar os efeitos desses fenômenos climáticos? Precisamos agir antes da crise acontecer, e não apenas reagir quando ela já estiver instalada”, ressaltou.

Para ele, a prevenção passa necessariamente pelo fortalecimento da pesquisa científica e pela integração entre universidades, centros de pesquisa, produtores rurais, comunidades locais e órgãos ambientais.

Entre as iniciativas apoiadas por seu mandato, Wellington destacou recursos destinados ao Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP), além de projetos voltados à educação ambiental e ao monitoramento das condições climáticas da região.

“O conhecimento científico precisa estar na linha de frente das políticas públicas. É a ciência que nos permite antecipar problemas, proteger o meio ambiente e construir soluções duradouras para o Pantanal”, afirmou.

Outro destaque foi o programa Pantanal Iluminado, iniciativa que busca ampliar o acesso à energia elétrica em comunidades isoladas por meio de tecnologias adequadas à realidade da região.

“Estamos trabalhando em parceria com a ANEEL, a Energisa e diversas instituições para levar energia às comunidades mais distantes do Pantanal. É um projeto que representa dignidade, desenvolvimento, inclusão produtiva e melhor qualidade de vida para milhares de famílias”, explicou.

Além da expansão da energia elétrica, Wellington defendeu a ampliação dos investimentos em saneamento básico, infraestrutura logística, conectividade, capacitação profissional e incentivo ao turismo sustentável.

Para ele, preservar o Pantanal não significa impedir o desenvolvimento, mas garantir que ele aconteça de forma planejada, responsável e capaz de gerar oportunidades para as futuras gerações.

“O Pantanal é um patrimônio da humanidade, mas também é o lar e o sustento de milhares de famílias. Preservação e desenvolvimento não são conceitos opostos. Pelo contrário: precisam caminhar juntos, com planejamento, investimento e visão de futuro”, concluiu.

Da Redação

Célio