{"id":98813,"date":"2022-11-24T10:55:27","date_gmt":"2022-11-24T13:55:27","guid":{"rendered":"http:\/\/roteironoticias.com.br\/?p=98813"},"modified":"2022-11-24T10:56:57","modified_gmt":"2022-11-24T13:56:57","slug":"investimento-do-programa-rem-mt-incentiva-renda-e-protagonismo-indigena-na-cadeia-produtiva-do-babacu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2022\/11\/24\/investimento-do-programa-rem-mt-incentiva-renda-e-protagonismo-indigena-na-cadeia-produtiva-do-babacu\/","title":{"rendered":"Investimento do Programa REM MT incentiva renda e protagonismo ind\u00edgena na cadeia produtiva do baba\u00e7u"},"content":{"rendered":"\n<p>Entre as colinas de demorar a vista, na Terra 7 de Setembro, em Cacoal (RO), o povo ind\u00edgena Paiter Suru\u00ed conquista sua autonomia financeira, aliada com os saberes tradicionais, por meio da colheita do baba\u00e7u. Com 91 hectares de manejo, o baba\u00e7u rende para os ind\u00edgenas a extra\u00e7\u00e3o do \u00f3leo e da farinha, al\u00e9m de ser usado em seus artesanatos e na constru\u00e7\u00e3o de malocas (casas). Toda a cadeia de produ\u00e7\u00e3o envolve a participa\u00e7\u00e3o da etnia.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes de ser contemplada pelo edital do Subprograma de Agricultura Familiar e de Povos e Comunidades Tradicionais (AFPCTs), do Programa REM MT. os ind\u00edgenas faziam a extra\u00e7\u00e3o do \u00f3leo e farinha de baba\u00e7u de forma artesanal. Por\u00e9m, a vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria barrou a continuidade da produ\u00e7\u00e3o, conta Izanoel Irpererr\u00f3 Suru\u00ed.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/2UOwZbdeDpc-w9BRJKV2rYG3Gd1lxWJAMryj_C_HsDVDthkaxe4rvf4Ko_IwMkrY9b4Dq8Nx42pjrfBJ0GWlIX7ytzBuICArLDAi1opIjNkBfOmT6-tpsEdSNzJ-5yBMozq4v8FImW2hzCRXwR8HBqWIpmjy34kwFiWHYVPt7k4S1kWSMjVgmLJS4vN_-g\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><em><sub><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">Izanoel Irpererr\u00f3 Suru\u00ed, tesoureiro e benefici\u00e1rio do projeto Foto: Vit\u00f3ria Lopes \/ REM MT<\/span><\/sub><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA gente estava fazendo artesanalmente, est\u00e1vamos vendendo a farinha e o \u00f3leo, e vendia para a comunidade pr\u00f3xima. S\u00f3 que a vigil\u00e2ncia viu a forma como est\u00e1vamos trabalhando, e aquilo \u00e9 aliment\u00edcio, temos que ter uma higiene e cuidado. Ent\u00e3o, a gente pensou em construir a agroind\u00fastria\u201d, conta Izanoel.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o impedimento da venda, eles idealizaram o Projeto Baba\u00e7u Toroya. Por estar em um territ\u00f3rio ind\u00edgena, Izanoel, que hoje \u00e9 tesoureiro e benefici\u00e1rio do programa, explica que foi preciso criar uma associa\u00e7\u00e3o, para depois constituir a agroind\u00fastria.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA gente projetou uma agroind\u00fastria, pensando em criar gera\u00e7\u00e3o de renda. Aquilo tamb\u00e9m trouxe pra gente como fazer uma agroind\u00fastria dentro de uma reserva ind\u00edgena? Vai ter muitas cr\u00edticas\u2019\u201d, revela.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Apoio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com incentivo do Programa REM MT, os ind\u00edgenas da Terra 7 de Setembro tiveram treinamento e capacita\u00e7\u00e3o, assim como apoio no marketing e na venda dos produtos. Foram investidos R$ 1.349.5600,00.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/50JjgqdkQsuTHK-bvYPD71HuNDJXWeB_NTCRkMMJgADWAYTu4MNV3DT-wC0y0BMbifu3nk_C8rF6pefVwNjz9AczAZHcjui_Ilg6WywKxhdB4S19F6AqBK6gOgR2W-5pWm7U0PtvPZrXKSt0tc_Bd0QpOsnhpOoxeHroSE1ZEvZ6lHL8hhA55k9MInFOKA\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><em><sub><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">Barrac\u00e3o e agroind\u00fastria dos Paiter Suru\u00ed Foto: Vit\u00f3ria Lopes \/ REM MT<\/span><\/sub><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Agora, eles est\u00e3o finalizando a constru\u00e7\u00e3o de um barrac\u00e3o e ind\u00fastria, que logo entrar\u00e1 em opera\u00e7\u00e3o. O barrac\u00e3o foi constru\u00eddo em uma \u00e1rea afastada da comunidade, pr\u00f3ximo do baba\u00e7ual, em contato direto com a Amaz\u00f4nia.<\/p>\n\n\n\n<p>Por ora, a ind\u00fastria est\u00e1 impossibilitada de funcionar pela falta de acesso a energia trif\u00e1sica. Os ind\u00edgenas buscaram pol\u00edticos e at\u00e9 mesmo parceiros para tentar trazer a rede de energia na aldeia, mas ainda n\u00e3o tiveram sucesso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO desafio nos trouxe conhecimento\u201d, disse o coordenador do projeto Isaque Mopilo\u2019ava Suru\u00ed. As no\u00e7\u00f5es de venda e marketing dos produtos originados do baba\u00e7u eram desconhecidas pela comunidade. Mas eles j\u00e1 finalizaram os planejamentos de neg\u00f3cio e marketing.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/yYMIvc8a4WfRpAObuGMcYyVFpH-h814MCKA-deGNHKbiLnMNhfWiPqigptolP2z-vGAjeHAFQYeK-UrTYLLjcilmPSfnygGHFMeP90U7DDwy8vk-75J65ShH45tJIQvO3G2lAxRVB4cjT7hRltPq6xdXNsbWuygQHU-yLCVzVRXPbyx9_fIOwCquKBdUvA\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><em><sub><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">Isaque Mopilo\u2019ava Suru\u00ed, coordenador do projeto Foto: Vit\u00f3ria Lopes \/ REM MT<\/span><\/sub><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA estrat\u00e9gia que iniciamos dentro do processo foi de georreferenciamento, que \u00e9 o trabalho no campo, e tamb\u00e9m a unidade onde que vai ficar a agroind\u00fastria, com licenciamento pr\u00e9vio, instala\u00e7\u00e3o operacional e tamb\u00e9m o plano de neg\u00f3cios, o plano de gest\u00e3o e o marketing\u201d, concluiu Isaque.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Protagonismo ind\u00edgena<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Paiter significa \u201cgente de verdade, n\u00f3s mesmos\u201d. Portanto, sonham juntos em conquistar o protagonismo ind\u00edgena na cadeia produtiva do baba\u00e7u, pois desde a gest\u00e3o at\u00e9 a colheita da am\u00eandoa do baba\u00e7u, todos os envolvidos no projeto s\u00e3o da etnia Paiter Suru\u00ed.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/0LKSSLmisl22BO150dpLa3ZPO7EuLXf85A7to3c9ev2GzTX0AIL0fIc5n9bH_1zkt0Vz5YkUuTqNcPPHI3NZtBlgBs13CeJ8UnMTN1KO4nPR1R-sF7AdMHMTTOCvCn1CH6Q7nxh2c9Y4gd0K6M-o8h6rIWsWkOZkVLhlS6ShTaWIu9qojXBJri62ilXrkQ\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><em><sub><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">\u00cdndigena Paiter Suru\u00ed quebrando o baba\u00e7u e extraindo a castanha e o gongo, que fazem parte da alimenta\u00e7\u00e3o Foto: Vit\u00f3ria Lopes \/ REM MT<\/span><\/sub><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAqui j\u00e1 temos uma pessoa formada em Direito e Administra\u00e7\u00e3o, t\u00e9cnico em Enfermagem, e minha irm\u00e3 fazendo Contabilidade. Ent\u00e3o, qual o nosso objetivo? Trazer esse profissional, fazer do seu territ\u00f3rio tamb\u00e9m a agroind\u00fastria. E dentro desse projeto de agroind\u00fastria, tem plano de gest\u00e3o, de marketing, ent\u00e3o a gente tem que entender tudo. Imagina agregar esse pessoal, que vai fazer a gest\u00e3o da agroind\u00fastria do seu territ\u00f3rio e fazer o protagonismo Paiter. Isso \u00e9 o nosso sonho, esse \u00e9 o nosso objetivo\u201d, conta Isaque Mopilo\u2019ava.<\/p>\n\n\n\n<p>Por almejar protagonismo total, eles acabaram emperrando em alguns pontos do projeto, especialmente nos processos burocr\u00e1ticos. Apesar das dificuldades, o engenheiro agr\u00f4nomo e coordenador das AFPCTs, Marcos Balbino, visualiza que a associa\u00e7\u00e3o tem muita vontade pr\u00f3pria de fazer acontecer a agroind\u00fastria.<\/p>\n\n\n\n<p>A falta de uma rede de energia capaz de rodar a agroind\u00fastria tamb\u00e9m dificultou a inaugura\u00e7\u00e3o. A aldeia precisa de for\u00e7a pol\u00edtica para dar continuidade no projeto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A agroind\u00fastria \u00e9 o ponto chave do projeto deles e j\u00e1 est\u00e1 levantada. Est\u00e1 faltando algumas coisas de acabamento, mas os equipamentos j\u00e1 est\u00e3o comprados, est\u00e3o no fornecedor para n\u00e3o danificar, enquanto terminam a agroind\u00fastria. Eles t\u00eam um problema com a energia el\u00e9trica, que \u00e9 um problema que depende da a\u00e7\u00e3o p\u00fablica local, prefeitura e parceiros&#8221;, pontua Marcos.<\/p>\n\n\n\n<p>O coordenador refor\u00e7a, por\u00e9m, que o plano de neg\u00f3cios dos Paiter Suru\u00ed j\u00e1 est\u00e1 constru\u00eddo. &#8220;Eles querem ter j\u00e1 no\u00e7\u00e3o do mercado onde eles v\u00e3o vender cada tipo de produto. Pelo o que a gente conversou, eles pretendem atender tanto o varejo, quanto atacado. Ent\u00e3o, todos esses produtos v\u00e3o carregar a marca do povo Suru\u00ed&#8221;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Manter a floresta em p\u00e9<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A conviv\u00eancia dos Paiter Suru\u00ed com a natureza \u00e9 t\u00e3o harm\u00f4nica, que araras e papagaios sentem-se \u00e0 vontade em voar entre eles. Cuidar do manejo do baba\u00e7ual com o bioma da Amaz\u00f4nia n\u00e3o s\u00f3 diz respeito em manter a floresta em p\u00e9, mas tamb\u00e9m em respeitar a sua cultura.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEssa agroind\u00fastria foi a forma do nosso entendimento do cuidado com a floresta, n\u00e3o pensando em desmatar, mas para o bem da comunidade, em como criar uma gera\u00e7\u00e3o de renda para o bem da floresta\u201d, comenta Izanoel.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Benef\u00edcios do \u00f3leo de baba\u00e7u<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Principal fonte de renda dos Paiter Suru\u00ed, o baba\u00e7u tamb\u00e9m garante a seguran\u00e7a alimentar dos ind\u00edgenas. O \u00f3leo tem in\u00fameros benef\u00edcios, atuando na hidrata\u00e7\u00e3o da pele e cabelo, como tamb\u00e9m tem a\u00e7\u00e3o anti-inflamat\u00f3ria e cicatrizante. Pode ser usado em hospitais e escolas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/e7lgqi3_RZ9XLI6secdH9yByNtuRCeoV-dbkBRV7mobuRACilJWfiHyZKM5ZFtEFgL9sdBmGdxVKsxDChCiUWvrVtJf5VoRTU8bzKvzOi23Np_5FNWp6LLqWRGxFdSfPI2dNJPSiaZrL4CM27_3FLOplJ1nkk8XYbN9Fjf1R6CsgVQi2INIGCUQdC10Djg\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em><sub><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">Castanha de baba\u00e7u Foto: Vit\u00f3ria Lopes \/ REM MT<\/span><\/sub><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Com a farinha, \u00e9 feito o tradicional beiju, bolacha e mingau. E n\u00e3o s\u00f3 o fruto serve para os ind\u00edgenas, pois eles tamb\u00e9m utilizam da folha do baba\u00e7u para tran\u00e7ar cestos e cobrir malocas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Programa REDD Early Movers &#8211; REM<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em 2012, o governo alem\u00e3o atrav\u00e9s do Minist\u00e9rio Federal da Coopera\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica e Desenvolvimento (BMZ) estabeleceu o Programa Global REDD Early Movers (REM) &#8211; Pioneiros em Redu\u00e7\u00e3o de Emiss\u00f5es por Desmatamento e Degrada\u00e7\u00e3o Florestal (REDD), em portugu\u00eas. Este programa prev\u00ea o apoio a pa\u00edses e estados que implementaram iniciativas pioneiras em conserva\u00e7\u00e3o de florestas e redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es por desmatamento e degrada\u00e7\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Lan\u00e7ado na Confer\u00eancia Rio+20 em junho de 2012, o Programa REDD Early Movers (REM) \u00e9 uma iniciativa inovadora que recompensa os pioneiros na conserva\u00e7\u00e3o florestal e na mitiga\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. O Programa fornece pagamentos baseados em resultados para redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es por desmatamento verificadas, tornando-se assim uma iniciativa de REDD, de acordo com as decis\u00f5es assumidas na Conven\u00e7\u00e3o-Quadro das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Mudan\u00e7a do Clima (UNFCCC).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ci3.googleusercontent.com\/mail-sig\/AIorK4yN92Ar_eRwUszJ2MlH-cpfMi70SksvfnBTnK3AuDsjOqmgupielISPJcJSwV7U7igmKEz_mxY\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre as colinas de demorar a vista, na Terra 7 de Setembro, em Cacoal (RO),<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":98814,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-98813","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agronoticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/98813","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=98813"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/98813\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":98816,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/98813\/revisions\/98816"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/98814"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=98813"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=98813"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=98813"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}