{"id":84173,"date":"2022-08-03T08:50:02","date_gmt":"2022-08-03T11:50:02","guid":{"rendered":"http:\/\/roteironoticias.com.br\/?p=84173"},"modified":"2022-08-03T08:50:03","modified_gmt":"2022-08-03T11:50:03","slug":"gracas-a-pesquisa-mato-grosso-tera-limao-tahiti-resistente-a-gomose","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2022\/08\/03\/gracas-a-pesquisa-mato-grosso-tera-limao-tahiti-resistente-a-gomose\/","title":{"rendered":"Gra\u00e7as \u00e0 pesquisa, Mato Grosso ter\u00e1 lim\u00e3o tahiti resistente \u00e0 gomose"},"content":{"rendered":"\n<p>O potencial do estado de Mato Grosso para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos esbarra, para algumas culturas, na falta de informa\u00e7\u00e3o e de tecnologias apropriadas para as condi\u00e7\u00f5es locais. Para a citricultura, a falta de porta-enxertos resistentes \u00e0 doen\u00e7a f\u00fangica gomose era um limitante. Mas essa realidade come\u00e7a a mudar com uma pesquisa coordenada pela Embrapa em parceria com o Instituto Federal de Mato Grosso (<a href=\"https:\/\/ifmt.edu.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">IFMT<\/a>), a Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assist\u00eancia e Extens\u00e3o Rural (<a href=\"http:\/\/www.empaer.mt.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Empaer<\/a>) e a&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.guarantadonorte.mt.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Prefeitura de Guarant\u00e3 do Norte<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira fruta a ter resultados mais consistentes \u00e9 a lima \u00e1cida tahiti, conhecida pelos consumidores como lim\u00e3o tahiti. Dois experimentos realizados em Sorriso (MT) e Guarant\u00e3 do Norte (MT) confirmaram que as caracter\u00edsticas da copa s\u00e3o determinadas pelo porta-enxerto, por\u00e9m, os frutos n\u00e3o sofreram influ\u00eancia. Os ensaios geraram informa\u00e7\u00f5es relevantes sobre porta-enxertos que proporcionam maior vigor vegetativo e volume de copa. J\u00e1 a avalia\u00e7\u00e3o dos frutos mostrou que eles possuem as caracter\u00edsticas desejadas pela ind\u00fastria e pelo mercado internacional, possibilitando n\u00e3o s\u00f3 o atendimento ao mercado local, como tamb\u00e9m a exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Os experimentos foram instalados em 2016, nos campi do IFMT nos dois munic\u00edpios. Em Sorriso, no bioma Cerrado, e em Guarant\u00e3 do Norte, no bioma Amaz\u00f4nia. Ao todo, foram testados 14 porta-enxertos entre op\u00e7\u00f5es comerciais e novos h\u00edbridos n\u00e3o comerciais desenvolvidos pela&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.embrapa.br\/mandioca-e-fruticultura\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Embrapa Mandioca e Fruticultura<\/a>&nbsp;(BA). Eles foram comparados com o limoeiro cravo, porta-enxerto mais utilizado na cultura, mas que apresenta alta suscetibilidade \u00e0 gomose de&nbsp;<em>Phytophthora<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com as avalia\u00e7\u00f5es, os porta-enxertos comerciais citrumelo \u201cSwingle\u201d e os citrandarins \u201c\u00cdndio\u201d e \u201cSan Diego\u201d induziram os maiores volumes de copa e \u00edndice de vigor vegetativo. J\u00e1 os porta-enxertos TSKC x (LCR x TR) \u2013 059 (BRS Bravo), em Sorriso, e LRF x (LCR x TR) \u2013 005, em Guarant\u00e3 do Norte, induziram as menores alturas \u00e0s copas da limeira-\u00e1cida.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cBuscamos os materiais que v\u00e3o alcan\u00e7ar maior produtividade. No caso, ser\u00e3o aqueles que t\u00eam uma copa maior. Por\u00e9m, alturas menores facilitam todo o manejo e trato cultural. O que a gente almeja \u00e9 um porta-enxerto que, mesmo desenvolvendo um porte menor, tenha uma produtividade maior\u201d, explica o pesquisador da&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.embrapa.br\/agrossilvipastoril\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Embrapa Agrossilvipastoril<\/a>&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/equipe\/-\/empregado\/327136\/givanildo-roncatto\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Givanildo Roncatto<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>As avalia\u00e7\u00f5es s\u00e3o feitas a cada seis meses, quando s\u00e3o mensurados altura da planta, di\u00e2metro de tronco do porta-enxerto, di\u00e2metro do tronco do enxerto, rela\u00e7\u00e3o de incompatibilidade entre porta-enxerto e enxerto, di\u00e2metro e volume de copa e o \u00edndice de vigor vegetativo. A expectativa \u00e9 que as medi\u00e7\u00f5es continuem at\u00e9 que as plantas completem dez anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Seis anos ap\u00f3s o plantio, somente o porta-enxerto testemunha apresentou sintomas de gomose. Por\u00e9m, Roncatto diz que \u00e9 preciso ter cautela e que a observa\u00e7\u00e3o continue para ter certeza de que nenhum deles ser\u00e1 suscet\u00edvel \u00e0 doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ele, \u00e9 poss\u00edvel que, ao fim da pesquisa, n\u00e3o seja indicado apenas um, mas quatro ou cinco porta-enxertos com recomenda\u00e7\u00e3o de uso na regi\u00e3o. Esse resultado ampliar\u00e1 as possibilidades para produtores locais, sobretudo considerando que Mato Grosso n\u00e3o tem ocorr\u00eancia de outras doen\u00e7as de grande relev\u00e2ncia na citricultura, como Citrus Greening, ou Huanglongbing (HLB).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/10180\/67742332\/220802_Porta-EnxertoLim%C3%A3oMT_Silvia_Campos_trabalho.jpg\/2061efaa-f6d1-e062-cea8-9949ccb9dadf?t=1659123396589\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/10180\/67742332\/220802_Porta-EnxertoLim%C3%A3oMT_Silvia_Campos_trabalho.jpg\/2061efaa-f6d1-e062-cea8-9949ccb9dadf?t=1659123396589\" alt=\"\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Frutos<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Para garantir que os frutos produzidos atinjam os par\u00e2metros de qualidade de interesse para o mercado, a pesquisa avaliou as limas \u00e1cidas tahiti produzidas nos dois experimentos. A partir do quarto ano de plantio, quando come\u00e7ou a produ\u00e7\u00e3o, foram levantadas informa\u00e7\u00f5es sobre comprimento, di\u00e2metro e massa dos frutos; rendimento de suco, teor de s\u00f3lidos sol\u00faveis totais, acidez total titul\u00e1vel e vitamina C.<\/p>\n\n\n\n<p>No experimento de Guarant\u00e3 do Norte n\u00e3o foi observada diferen\u00e7a entre os frutos produzidos sob diferentes porta-enxertos. Com di\u00e2metro m\u00e9dio de 59,48 mil\u00edmetros (mm), os frutos colhidos na safra 2020 estariam classificados como grandes nas Normas de Classifica\u00e7\u00e3o da&nbsp;<a href=\"https:\/\/ceagesp.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ceagesp<\/a>, uma vez que est\u00e3o acima de 56 mm. O peso m\u00e9dio de 116 gramas (g) tamb\u00e9m \u00e9 superior \u00e0s 100 g preferidas pelo mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro aspecto de destaque dos frutos produzidos naquele munic\u00edpio foi o teor de rendimento de suco, com 48,09% de m\u00e9dia, superior aos 35% exigidos para consumo&nbsp;<em>in natura<\/em>&nbsp;e aos 40% exigidos pela ind\u00fastria.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 em Sorriso, houve diferen\u00e7a estat\u00edstica nos frutos produzidos sob os diferentes porta-enxertos, podendo separ\u00e1-los em dois grupos. Um, estatisticamente igual \u00e0 testemunha e outro com caracter\u00edsticas um pouco inferiores. Entretanto, os dois grupos apresentaram di\u00e2metro e peso dentro das caracter\u00edsticas desejadas pelo mercado. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 massa, o grupo que n\u00e3o diferiu da testemunha pesou em m\u00e9dia 115,65 g e o outro pesou em m\u00e9dia 102,48 g. J\u00e1 o di\u00e2metro m\u00e9dio dos frutos foi de 58,33 mm, com varia\u00e7\u00e3o entre 55,05 mm e 60,55 mm. O rendimento de suco apresentou m\u00e9dia de 39,14%, abaixo dos 40% demandados pela ind\u00fastria.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEm pesquisas como essa, o mais importante \u00e9 verificar que as caracter\u00edsticas dos frutos n\u00e3o tiveram interfer\u00eancia dos porta-enxertos. De maneira geral, os frutos produzidos em Guarant\u00e3 do Norte e em Sorriso atendem \u00e0s demandas do mercado nacional em termos de colora\u00e7\u00e3o, tamanho e quantidade de suco\u201d, explica a pesquisadora da Embrapa&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/equipe\/-\/empregado\/348583\/silvia-de-carvalho-campos-botelho\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">S\u00edlvia Campos<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/10180\/67742332\/220802_Porta-EnxertoLim%C3%A3oMT_Silvia_Campos.jpg\/75860f76-8b58-6647-db88-4c4983522680?t=1659123319724\" target=\"_blank\"><\/a>Lim\u00e3o tahiti em Mato Grosso<\/strong><br>Embora seja uma pot\u00eancia agr\u00edcola e l\u00edder nacional na produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os e carne, Mato Grosso \u00e9 insuficiente na produ\u00e7\u00e3o de hortali\u00e7as e frutas. No caso dos citros, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\/\" target=\"_blank\">IBGE<\/a>), o estado produz apenas cinco mil toneladas, em aproximadamente 700 hectares (ha). <br>Dessa \u00e1rea, apenas 341 ha s\u00e3o cultivados com lim\u00f5es e limas-\u00e1cidas. A produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 suficiente para atender ao mercado interno, sendo necess\u00e1rio importar de outros estados brasileiros.Um dos entraves para a produ\u00e7\u00e3o de citros \u00e9 a aus\u00eancia de porta-enxertos adaptados \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de clima e solo do estado. <br>O limoeiro cravo, porta-enxerto usado em cerca de 80% dos pomares comerciais, \u00e9 altamente suscet\u00edvel \u00e0 infec\u00e7\u00e3o e \u00e0 dissemina\u00e7\u00e3o do fungo causador da gomose dos citros, apesar de ser tolerante \u00e0 seca, desenvolver-se bem em solos arenosos, apresentar toler\u00e2ncia \u00e0 tristeza dos citros, induzir \u00e0 precocidade e \u00e0 alta produtividade e gerar frutos de qualidade.<br>A viabiliza\u00e7\u00e3o de outras op\u00e7\u00f5es de porta-enxertos resistentes \u00e0 doen\u00e7a, com bom potencial produtivo e com frutos de qualidade, abre possibilidades de produ\u00e7\u00e3o por agricultores familiares da regi\u00e3o Norte do estado.<br>De acordo com o extensionista da Empaer Thiago Tombini, o lim\u00e3o tahiti \u00e9 cultivado na regi\u00e3o geralmente em pequenas propriedades, com tamanho de at\u00e9 5 ha e at\u00e9 100 plantas. Por\u00e9m, no munic\u00edpio de Sinop h\u00e1 produtor com mais de mil p\u00e9s, a maior parte j\u00e1 com mudas produzidas pela Empaer com porta-enxertos usados na pesquisa.A produ\u00e7\u00e3o atual \u00e9 toda absorvida pelo mercado local, por\u00e9m, insuficiente para suprir a demanda de cidades emergentes como Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e outras regi\u00f5es do estado. <br>A viabiliza\u00e7\u00e3o de novas rotas de escoamento da produ\u00e7\u00e3o permite at\u00e9 mesmo se pensar em exporta\u00e7\u00e3o. <br>O munic\u00edpio de Guarant\u00e3 do Norte, por exemplo, est\u00e1 a 765 km do porto de Miritituba (PA), enquanto a dist\u00e2ncia at\u00e9 a Ceagesp, em S\u00e3o Paulo, \u00e9 de 2.200 km. Por\u00e9m, para a exporta\u00e7\u00e3o e atendimento a mercados maiores, ser\u00e1 necess\u00e1ria a reuni\u00e3o de pequenos produtores em cooperativas, de forma a organizar a oferta, mantendo a regularidade de fornecimento demandado pelo mercado.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><figcaption><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/10180\/67742332\/220802_Porta-EnxertoLim%C3%A3oMT_Silvia_Campos.jpg\/75860f76-8b58-6647-db88-4c4983522680?t=1659123319724\"><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Pesquisa, ensino, extens\u00e3o e solidariedade<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A parceria entre a Embrapa e o Instituto Federal de Mato Grosso traz resultados maiores do que somente o avan\u00e7o do conhecimento e desenvolvimento de tecnologias para os produtores. Ao instalar os experimentos nos campi da institui\u00e7\u00e3o de ensino, o projeto permite ampliar a aprendizagem dos alunos.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o professor Sandro Caravina, em Guarant\u00e3 do Norte, os alunos do segundo ano do curso t\u00e9cnico em Agropecu\u00e1ria s\u00e3o respons\u00e1veis por desenvolver atividades no projeto e participam de aulas pr\u00e1ticas que incluem podas, controle de doen\u00e7as, manejo integrado de pragas e colheita. Al\u00e9m do aprendizado, a turma fica com metade da renda da comercializa\u00e7\u00e3o para ser usada no custeio da formatura. A outra metade \u00e9 usada para compra de insumos e ferramentas para aplica\u00e7\u00e3o na pr\u00f3pria pesquisa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDentro do projeto j\u00e1 foram feitas a\u00e7\u00f5es de extens\u00e3o e de pesquisa. Visitamos produtores para fazer assist\u00eancia t\u00e9cnica, levamos os resultados para eles e os trazemos para conhecerem o experimento e o manejo que \u00e9 feito\u201d, explica o professor Caravina, que desenvolve seu doutorado com a lima \u00e1cida tahiti.<\/p>\n\n\n\n<p>O professor conta que cerca de um ter\u00e7o da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 doada para institui\u00e7\u00f5es que prestam assist\u00eancia social no munic\u00edpio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">Por Gabriel Faria\u00a0 Embrapa Agrossilvipastoril<\/span><\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">Fotos: <a rel=\"noreferrer noopener\" class=\"rank-math-link\" href=\"https:\/\/filesender.rnp.br\/?s=download&amp;token=2d7548df-b06e-44ed-8fdb-8df607a37910\" target=\"_blank\">\u00a0S\u00edlvia Campo<\/a><\/span><\/em><a rel=\"noreferrer noopener\" class=\"rank-math-link\" href=\"https:\/\/filesender.rnp.br\/?s=download&amp;token=2d7548df-b06e-44ed-8fdb-8df607a37910\" target=\"_blank\"><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">s<\/span><\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O potencial do estado de Mato Grosso para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos esbarra, para algumas<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":84174,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-84173","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agronoticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/84173","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=84173"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/84173\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":84175,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/84173\/revisions\/84175"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/84174"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=84173"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=84173"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=84173"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}