{"id":82671,"date":"2022-07-25T09:08:11","date_gmt":"2022-07-25T12:08:11","guid":{"rendered":"http:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2022\/07\/25\/auxilio-brasil-de-r-600-ja-chega-defasado-e-familias-cortam-alimentos-para-sobreviver\/"},"modified":"2022-07-25T09:08:11","modified_gmt":"2022-07-25T12:08:11","slug":"auxilio-brasil-de-r-600-ja-chega-defasado-e-familias-cortam-alimentos-para-sobreviver","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2022\/07\/25\/auxilio-brasil-de-r-600-ja-chega-defasado-e-familias-cortam-alimentos-para-sobreviver\/","title":{"rendered":"Aux\u00edlio Brasil de R$ 600 j\u00e1 chega defasado e fam\u00edlias cortam alimentos para sobreviver"},"content":{"rendered":"<p>(FOLHAPRESS) &#8211; Principal aposta do governo federal nas elei\u00e7\u00f5es deste ano, o Aux\u00edlio Brasil de R$ 600 ainda nem foi pago, mas j\u00e1 chegar\u00e1 defasado para as cerca de 20 milh\u00f5es de fam\u00edlias em situa\u00e7\u00e3o de pobreza que devem receber o benef\u00edcio.<\/p>\n<div class=\"dummyPub\"><\/div>\n<p>O acr\u00e9scimo de R$ 200 liberado de forma tempor\u00e1ria de agosto a setembro -o benef\u00edcio original \u00e9 de R$ 400- n\u00e3o deve trazer de volta ao carrinho itens b\u00e1sicos que deixaram de ser consumidos, como carne, leite e seus derivados, entre outros.<\/p>\n<p>O benef\u00edcio extra n\u00e3o comprar\u00e1 o mesmo que o brasileiro comprava em 2020, quando o aux\u00edlio emergencial de R$ 600 foi pago por causa da pandemia de coronav\u00edrus e elevou a aprova\u00e7\u00e3o do governo Bolsonaro. Naquele ano, com R$ 200 no supermercado, o consumidor levava para casa 18 itens, incluindo arroz, feij\u00e3o, carne, leite, ovos, queijo mozarela, macarr\u00e3o, bolacha e alguns legumes.<\/p>\n<p>Neste ano, os mesmos itens custam mais de R$ 300, segundo a cesta b\u00e1sica do Procon-SP (Funda\u00e7\u00e3o de Prote\u00e7\u00e3o e Defesa do Consumidor) e do Dieese (Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos). Hoje, o carinho vem mais vazio, sem carne de primeira e a mozarela, que t\u00eam subido com a disparada do leite.<\/p>\n<p>Os R$ 200 de 2020 representam atualmente R$ 163,91, segundo c\u00e1lculos de Matheus Pe\u00e7anha, pesquisador e economista do Ibre (Instituto de Brasileiro de Economia), da FGV (Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas), feitos a pedido do jornal Folha de S.Paulo. J\u00e1 os R$ 600 equivalem a R$ 491,72.<\/p>\n<p>Para ter o mesmo poder de compra de abril de 2020, as fam\u00edlias deveriam receber R$ 732,12. Os R$ 200 deveriam ser corrigidos para R$ 244,04. A corre\u00e7\u00e3o tem como base a infla\u00e7\u00e3o medida pelo INPC (\u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor) acumulada em 22,02% de abril de 2020 a junho de 2022. Esse \u00e9 o \u00edndice que mede a alta de pre\u00e7os para a de baixa renda.<\/p>\n<p>FAM\u00cdLIAS CORTAM ALIMENTOS B\u00c1SICOS<\/p>\n<p>Para sobreviver, as fam\u00edlias atendidas pelo Aux\u00edlio Brasil -que tamb\u00e9m receberam o aux\u00edlio emergencial- j\u00e1 cortaram alimentos b\u00e1sicos do carrinho de supermercado e devem cortar ainda mais. Essa \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o na casa da aut\u00f4noma Dyane Ayala, 39 anos.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o d\u00e1 para ter carne; frutas e legumes s\u00f3 quando d\u00e1 mesmo ou quando chega uma doa\u00e7\u00e3o. Naquela \u00e9poca, o leite estava R$ 3,89. Agora est\u00e1 R$ 8. Vou no mercado e vou cortando. Em casa, o leite eu cortei. A gente toma ch\u00e1, caf\u00e9, toma o que tem&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Com um filho de 17 anos, ela faz malabarismo para sobreviver e conta com doa\u00e7\u00f5es para alimentar a fam\u00edlia. As dificuldades trazidas pela crise econ\u00f4mica e refor\u00e7adas na pandemia de Covid-19 fez com que Dyane passasse a se mobilizar para ajudar outros lares em situa\u00e7\u00e3o ainda pior que a sua na regi\u00e3o onde mora, na Vila Nova Curu\u00e7\u00e1, extremo leste da capital paulista.<\/p>\n<p>Em setembro de 2020, a dona de casa recebeu a reportagem e, mesmo na pandemia, a situa\u00e7\u00e3o era outra. Na ocasi\u00e3o, comemorava a doa\u00e7\u00e3o de alimentos b\u00e1sicos com sorriso no rosto e despensa cheia. &#8220;Se n\u00e3o tiver uma ajuda, n\u00e3o tem como sobreviver. A gente vai se ajudando, se fortalecendo juntos.&#8221;<\/p>\n<p>O marido, de 42 anos, est\u00e1 desempregado e faz bicos na \u00e1rea de costura para tentar aumentar a renda da fam\u00edlia. Ela j\u00e1 chegou a vender bolos, mas diz que o neg\u00f3cio n\u00e3o d\u00e1 mais. &#8220;N\u00e3o tem para quem vender e n\u00e3o d\u00e1 para comprar os ingredientes.&#8221;<\/p>\n<p>Edimaria dos Santos Marinucci, 31, m\u00e3e de D\u00e9bora, seis, e Danilo, 13, acredita que, mesmo com o fechamento de 2020, os mais pobres estavam em situa\u00e7\u00e3o melhor do que agora. &#8220;A gente estava tendo uma ajuda maior. O benef\u00edcio era maior e tamb\u00e9m a gente tinha mais ajuda de cestas b\u00e1sicas e, hoje em dia, a gente tem menos. Nem tem mais cesta b\u00e1sica.&#8221;<\/p>\n<p>Mara, como gosta de ser chamada, diz a cesta ajudava porque trazia os alimentos necess\u00e1rios para o m\u00eas e, assim, ela podia comprar alimentos diferente para as crian\u00e7as. Hoje, isso \u00e9 raridade. &#8220;Tem sempre que esperar o final do m\u00eas, que \u00e9 quando cai o aux\u00edlio. A\u00ed compra aquela vez e come at\u00e9 onde der&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Na casa de Mara n\u00e3o se compra mais leite com frequ\u00eancia. Carne \u00e9 um item que foi cortado. A salsicha \u00e9 que comp\u00f5e a &#8220;mistura&#8221; das crian\u00e7as. &#8220;Voc\u00ea opta. Compra o arroz ou o feij\u00e3o e a misturinha \u00e9 uma salsicha. N\u00e3o d\u00e1 para comer bem, n\u00e3o.&#8221; Ela faz bicos quando pode e est\u00e1 estudando para ser cuidadora de idosos.<\/p>\n<p>Matheus Pe\u00e7anha explica que a infla\u00e7\u00e3o de 2020 estava focada em alimentos, principalmente por causa da seca, e prejudicou especialmente fam\u00edlias mais vulner\u00e1veis. Neste ano, a alta de pre\u00e7os tem atingido todas as fam\u00edlias, prejudicando essa transfer\u00eancia de renda volunt\u00e1ria.<\/p>\n<p>INFLA\u00c7\u00c3O E DESEMPREGO CASTIGAM<\/p>\n<p>Claudio Considera, coordenador de contas nacionais do FGV Ibre e respons\u00e1vel pelo monitor do PIB (Produto Interno Bruto), afirma que a infla\u00e7\u00e3o em alta e o desemprego s\u00e3o os principais problemas que afetam as fam\u00edlias e impedem o pa\u00eds de crescer.<\/p>\n<p>&#8220;O desemprego est\u00e1 se reduzindo, mas n\u00e3o na propor\u00e7\u00e3o que deveria. Estamos com uma taxa elevad\u00edssima, de 9%. S\u00e3o 9 milh\u00f5es de pessoas desempregadas. Como pelo menos duas pessoas dependem desse emprego, s\u00e3o 18 milh\u00f5es de pessoas que podem estar neste grupo de fome&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>Os dados de consumo das fam\u00edlias no monitor do PIB mostram o comportamento de compra nos lares. At\u00e9 mesmo produtos n\u00e3o dur\u00e1veis, que s\u00e3o os alimentos, tiveram queda em maio na compara\u00e7\u00e3o com os 12 meses do mesmo per\u00edodo anterior, o que demonstra retra\u00e7\u00e3o no poder de consumo.<\/p>\n<p>Segundo Considera, em geral, o consumo geral das fam\u00edlias subiu em maio, mas j\u00e1 demonstra comportamento de retra\u00e7\u00e3o, apontando para a situa\u00e7\u00e3o de dificuldade com a alta da infla\u00e7\u00e3o. O setor de servi\u00e7os \u00e9 que tem puxado o crescimento do PIB das fam\u00edlias, mas isso n\u00e3o significa melhora na situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O pesquisador diz que esse comportamento est\u00e1 ligado ao uso de transporte e restaurantes, itens obrigat\u00f3rios a quem sai de casa para trabalhar com a abertura dos locais ap\u00f3s o in\u00edcio da vacina\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de doses de refor\u00e7o.<\/p>\n<p>SEM TER COMO ALIMENTAR OS FILHOS<\/p>\n<p>Daniely Souza Alves, 25, est\u00e1 na lista das pessoas que receberam o aux\u00edlio emergencial de R$ 600 em 2020 e que ter\u00e1 direito ao valor maior do Aux\u00edlio Brasil em agosto. M\u00e3e de Leonardo, tr\u00eas, Daniely calcula que os R$ 200 extras ser\u00e3o para comprar leite para o filho. &#8220;Uma caixa est\u00e1 em R$ 80. A gente vai continuar comendo ovo e salsicha, que s\u00e3o mais baratos. Esse ano est\u00e1 tudo caro.&#8221;<\/p>\n<p>Para n\u00e3o ver o filho lhe pedir alimentos que n\u00e3o pode comprar, n\u00e3o o leva ao supermercado nunca. Nas f\u00e9rias escolares, as dificuldades em lidar com a crian\u00e7a pequena, em casa, aumentam. Sem escola, n\u00e3o h\u00e1 aula, alimenta\u00e7\u00e3o extra, brinquedos e lazer dispon\u00edveis. &#8220;A gente n\u00e3o tem dinheiro para nada, n\u00e3o tem um lazer. Brinca na rua.&#8221;<\/p>\n<p>Daniely come\u00e7ou a cursar pedagogia h\u00e1 tr\u00eas anos, mas parou a faculdade depois que teve o beb\u00ea. Com a atual situa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o v\u00ea perspectiva em voltar a estudar. Para tentar refor\u00e7ar a renda da fam\u00edlia, ela faz bicos, montando papelaria para festas em programas que baixa de gra\u00e7a e com habilidades que aprendeu sozinha, na pr\u00e1tica, como curiosa.<\/p>\n<p>A t\u00e1tica de n\u00e3o levar os filhos ao supermercado para n\u00e3o v\u00ea-los ter vontade de comer alimentos diferentes tamb\u00e9m \u00e9 utilizada pela vizinha de Daniely, a dona de casa Camila Rossafa Concei\u00e7\u00e3o, 32 anos, m\u00e3e de Richardy, tr\u00eas, e Jhonathan, 12.<\/p>\n<p>Camila cortou tudo o que p\u00f4de para garantir o leite do filho pequeno. Com uma intoler\u00e2ncia, Richardy precisa tomar o produto de uma marca espec\u00edfica. Ela tentar ser benefici\u00e1ria de programa que distribui leite, mas ainda n\u00e3o conseguiu ser inserida. &#8220;Compro duas latinhas no m\u00eas e tem que render.&#8221;<\/p>\n<p>Sua m\u00e3e, Adriana Rossafa, 49, av\u00f3 de Richardy, diz que o mais dif\u00edcil \u00e9 ver que as crian\u00e7as n\u00e3o t\u00eam direito a um alimento diferente, comem s\u00f3 o b\u00e1sico mesmo. As duas moram no mesmo quintal, ao lado de outra filha de Adriana, e dividem o que podem. &#8220;Cada um se ajuda&#8221;, conta a av\u00f3.<\/p>\n<p>Adriana afirma que quer trabalhar, que esse seria o caminho para melhorar de vida, mas lamenta seguir sem vaga. Culpa a baixa escolaridade que tem. &#8220;Estudei s\u00f3 at\u00e9 a s\u00e9tima s\u00e9rie.&#8221; A dona de casa diz que h\u00e1 muito n\u00e3o compra carne. &#8220;A gente come s\u00f3 uma vez por ano.&#8221; E comenta que produtos de limpeza e higiene pessoal sa\u00edram do carrinho h\u00e1 tempos. &#8220;S\u00f3 com doa\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>Para sobreviver a tempos dif\u00edceis, Simone Ledesma de Sousa Abreu, 42, tem deixado a comida s\u00f3 para o filho de 17 anos, que ainda estuda. A filha mais velha, de 24, foi morar com a av\u00f3. E Simone aproveita para comer na casa da m\u00e3e ou do irm\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas, \u00e0s vezes, diz que fica o dia inteiro sem comer. &#8220;A gente fica t\u00e3o preocupada com as coisas que n\u00e3o tem nem vontade de comer.&#8221; Simone recebeu s\u00f3 uma parcela do aux\u00edlio emergencial de R$ 600. Ela diz que houve erro, e n\u00e3o conseguiu ter as demais.<br \/>Com o aux\u00edlio de R$ 400, paga contas b\u00e1sicas de \u00e1gua e luz e compra leite para o filho, mas o adverte que n\u00e3o tem dinheiro para esse &#8220;luxo&#8221;. &#8220;Leite est\u00e1 um absurdo, eu falo para ele: voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 mais beb\u00ea&#8221;. Arroz e feij\u00e3o n\u00e3o s\u00e3o comprados, Simone s\u00f3 come na casa da m\u00e3e. A t\u00e1tica \u00e9 auxiliar a matriarca com os afazeres dom\u00e9sticos e dividir com ela os alimentos. &#8220;A gente se ajuda.&#8221;<br \/>AUXILIO EMERGENCIAL DE R$ 600 SEGUROU PIORA DA SITUA\u00c7\u00c3O<br \/>Para o presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada), Erik Figueiredo, a distribui\u00e7\u00e3o do aux\u00edlio emergencial de R$ 600, na pandemia de Covid-19, segurou a piora da situa\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. Mesmo assim, em 2021, o Brasil fechou o ano com um milh\u00e3o a mais de fam\u00edlias na pobreza, segundo dados do instituto.<br \/>&#8220;Considerando a linha de pobreza do Aux\u00edlio Brasil, em 2019, a propor\u00e7\u00e3o de pobres era de 9,32% e passou para 10,70% em 2021&#8221;, diz. A explica\u00e7\u00e3o, segundo ele, s\u00e3o os benef\u00edcios pagos na pandemia. &#8220;A raz\u00e3o para isso foi forte inje\u00e7\u00e3o de recursos p\u00fablicos no combate \u00e0 pandemia, ainda em 2020, com o aux\u00edlio emergencial, benef\u00edcio emergencial de preserva\u00e7\u00e3o do emprego e da renda, entre outros programas&#8221;, afirma.<br \/>Estudos da FGV Social, no entanto, mostram um quadro ainda pior. De acordo com dados do \u00f3rg\u00e3o, o contingente de pessoas com renda domiciliar per capita (por pessoa da fam\u00edlia) de at\u00e9 R$ 497 mensais atingiu 62,9 milh\u00f5es de brasileiros em 2021, cerca de 29,6% da popula\u00e7\u00e3o total do pa\u00eds.<br \/>&#8220;Este n\u00famero em 2021 corresponde 9,6 milh\u00f5es a mais que 2019, quase um Portugal de novos pobres surgidos ao longo da pandemia. A pobreza nunca esteve t\u00e3o alta no Brasil quanto em 2021, desde o come\u00e7o da s\u00e9rie hist\u00f3rica em 2012&#8221; diz a an\u00e1lise.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com.br\/economia\/1927840\/auxilio-brasil-de-r-600-ja-chega-defasado-e-familias-cortam-alimentos-para-sobreviver?utm_source=rss-economia&amp;amp;utm_medium=rss&amp;amp;utm_campaign=rssfeed\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Read More<\/a><br \/>\nNot\u00edcias ao Minuto Brasil &#8211; Economia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(FOLHAPRESS) &#8211; Principal aposta do governo federal nas elei\u00e7\u00f5es deste ano, o Aux\u00edlio Brasil de<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":82672,"comment_status":"","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[11],"tags":[],"class_list":["post-82671","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82671","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=82671"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82671\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/82672"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=82671"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=82671"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=82671"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}