{"id":81468,"date":"2022-07-17T13:08:27","date_gmt":"2022-07-17T16:08:27","guid":{"rendered":"http:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2022\/07\/17\/acidente-com-aviao-da-tam-completa-15-anos-sem-condenacoes\/"},"modified":"2022-07-17T13:08:27","modified_gmt":"2022-07-17T16:08:27","slug":"acidente-com-aviao-da-tam-completa-15-anos-sem-condenacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2022\/07\/17\/acidente-com-aviao-da-tam-completa-15-anos-sem-condenacoes\/","title":{"rendered":"Acidente com avi\u00e3o da TAM completa 15 anos sem condena\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>Eram aproximadamente 18h48 do dia 17 de julho de 2007 quando o Airbus A320 da TAM [hoje Latam], que vinha do aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, tentou pousar no aeroporto de Congonhas, em S\u00e3o Paulo. A pista estava molhada e, por causa de uma reforma recente, ainda estava sem <em>grooving<\/em>, que s\u00e3o as ranhuras que facilitam a frenagem do avi\u00e3o. A manobra para o pouso n\u00e3o foi bem sucedida: o Airbus acabou atravessando a pista e batendo em um pr\u00e9dio de cargas da pr\u00f3pria companhia, que ficava em frente ao aeroporto paulistano. Com o choque, o avi\u00e3o acabou explodindo e pegando fogo. Aquele acidente, que hoje (17) completa 15 anos, provocou a morte de 199 pessoas, 12 delas em solo.<\/p>\n<p>Passados 15 anos, ningu\u00e9m foi responsabilizado ou cumpriu pena pelo acidente. Em 2015, a Justi\u00e7a Federal acabou absolvendo a ex-diretora da Ag\u00eancia Nacional de Avia\u00e7\u00e3o Civil (Anac) Denise Abreu, o ent\u00e3o vice-presidente de opera\u00e7\u00f5es da TAM, Alberto Fajerman, e o diretor de Seguran\u00e7a de Voo da empresa na \u00e9poca, Marco Aur\u00e9lio dos Santos de Miranda e Castro, que haviam sido denunciados pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) por \u201catentado contra a seguran\u00e7a de transporte a\u00e9reo\u201d, na modalidade culposa. Para a Justi\u00e7a, os r\u00e9us n\u00e3o agiram com dolo (inten\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p>H\u00e1 anos, a falta de puni\u00e7\u00f5es pelo acidente se tornou uma marca profunda para as fam\u00edlias das v\u00edtimas. Isso \u00e9 o que contou o jornalista Roberto Corr\u00eaa Gomes, 66 anos, que perdeu o irm\u00e3o M\u00e1rio Corr\u00eaa Gomes no acidente. \u201cOs punidos maiores foram as v\u00edtimas que morreram e os condenados foram seus familiares, que ficaram sem seus entes queridos e n\u00e3o viram justi\u00e7a\u201d, falou ele, em entrevista \u00e0 <strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>.<\/p>\n<p>Seu irm\u00e3o M\u00e1rio tinha 49 anos na \u00e9poca e era um empres\u00e1rio ga\u00facho do ramo publicit\u00e1rio, divorciado e sem filhos. \u201cEle era um jovem empres\u00e1rio ga\u00facho, muito bem-sucedido, muito premiado no Rio Grande do Sul e em S\u00e3o Paulo. Ele s\u00f3 tinha cursado o gin\u00e1sio [atualmente o fundamental]. Mas ele era brilhante, muito inteligente. Ele tinha ideias revolucion\u00e1rias\u201d, contou Roberto. \u201c\u00c9ramos uma fam\u00edlia de sete irm\u00e3os. Nossa m\u00e3e tinha falecido um ano antes, em 2006\u201d.<\/p>\n<p>No dia do acidente, Gomes estava em sua resid\u00eancia, em Porto Alegre, trabalhando. E a primeira informa\u00e7\u00e3o que recebeu sobre a queda do avi\u00e3o chegou pela TV, em casa. \u201cNaquele dia estavam acontecendo os Jogos Pan-americanos no Rio de Janeiro. E eu estava no meu escrit\u00f3rio e ouvi uma chamada, na TV Bandeirantes, de que iriam entregar medalhas para alguns atletas brasileiros. E eu pensei \u2018vou ver nossa gurizada ganhar medalhas\u2019. Parei a mat\u00e9ria que estava escrevendo e fui para o quarto ao lado, que \u00e9 a minha sala de televis\u00e3o. S\u00f3 que quando eu entrei no quarto, trocou a imagem. Saiu a imagem dos jogos e entrou a imagem daquele avi\u00e3o, contra o pr\u00e9dio. E entrou a voz do apresentador dizendo que um avi\u00e3o de carga, proveniente de Porto Alegre, havia se chocado contra o pr\u00e9dio da TAM Express. E um minuto depois ele corrigiu: \u2018N\u00e3o, n\u00e3o. A informa\u00e7\u00e3o que est\u00e1 chegando \u00e9 que \u00e9 um avi\u00e3o de passageiros e n\u00e3o sabemos o n\u00famero de v\u00edtimas\u2019\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEra de tardezinha e eu sabia que o M\u00e1rio naquele dia ia para S\u00e3o Paulo. A\u00ed eu liguei para o meu irm\u00e3o ca\u00e7ula e perguntei: \u2018O M\u00e1rio foi para S\u00e3o Paulo?\u2019. E ele respondeu: \u2018Foi, Beto. Estou indo para o aeroporto\u2019. E eu disse: \u2018Passa aqui e me pega\u2019. A gente gelou. Deu um frio na espinha, uma sensa\u00e7\u00e3o terr\u00edvel. No trajeto para o aeroporto [de Porto Alegre], eu fui tentando ligar [para o M\u00e1rio], mas s\u00f3 dava caixa postal. E aquilo era uma afli\u00e7\u00e3o. E quando chegamos no aeroporto, come\u00e7ou o pesadelo\u201d, narrou.<\/p>\n<p>A confirma\u00e7\u00e3o pela TAM de que o irm\u00e3o estava naquele voo s\u00f3 chegou a eles de madrugada. \u201cS\u00f3 \u00e0s 2h da manh\u00e3 do dia 18 que foi divulgada a lista. At\u00e9 ent\u00e3o, nossa esperan\u00e7a era que ele tivesse embarcado em outra aeronave, descido em Guarulhos, ficado sem bateria ou que tivesse descido em Viracopos, estivesse ainda sobrevoando\u2026 A gente se apega a tudo. Mas infelizmente ele estava no voo\u201d.<\/p>\n<p>M\u00e1rio tinha embarcado de Porto Alegre para S\u00e3o Paulo para assinar o contrato de loca\u00e7\u00e3o de uma casa e tamb\u00e9m para assinar um contrato com um cliente. A inten\u00e7\u00e3o do empres\u00e1rio, naquele momento, era se mudar para S\u00e3o Paulo, onde estavam a maioria de seus clientes. Talvez, por isso, alguns dias antes da viagem, ele reuniu os irm\u00e3os em sua casa, sem aparentemente um motivo especial. \u201cNo domingo anterior ao acidente, ele fez um churrasco e reuniu os irm\u00e3os. Eu at\u00e9 tinha achado estranho ele fazer esse churrasco. Ele reuniu os irm\u00e3os na casa dele, fez um churrasco e, sei l\u00e1, parece que ele estava se despedindo\u201d, disse.<\/p>\n<p>Logo ap\u00f3s o acidente, as fam\u00edlias das v\u00edtimas decidiram criar uma associa\u00e7\u00e3o. Ela ajudaria n\u00e3o s\u00f3 as fam\u00edlias a enfrentar e dividir as dores daquele per\u00edodo de luto como tamb\u00e9m a pressionar as autoridades sobre as investiga\u00e7\u00f5es daquela trag\u00e9dia.<\/p>\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o dos Familiares e Amigos das V\u00edtimas do Voo TAM JJ3054 (Afavitam) foi criada em outubro daquele mesmo ano. O jornalista se tornou uma esp\u00e9cie de assessor de imprensa volunt\u00e1rio, ajudando a aproximar os jornalistas dos parentes das v\u00edtimas. \u201cEu pensei: vamos precisar da imprensa porque essa hist\u00f3ria a\u00ed vai longe. O maior acidente da avia\u00e7\u00e3o brasileira n\u00e3o termina em um m\u00eas. N\u00f3s precisamos da imprensa, sen\u00e3o seremos sofridos e tamb\u00e9m invis\u00edveis\u201d, refletiu na \u00e9poca. Foi assim que ele passou a exercer essa fun\u00e7\u00e3o de forma volunt\u00e1ria para a associa\u00e7\u00e3o, que se tornou para ele uma nova fam\u00edlia.<\/p>\n<p>\u201cViramos uma grande fam\u00edlia. Sou de uma fam\u00edlia de sete homens e, agora, somos seis. Essa fam\u00edlia est\u00e1 incompleta, mas eu acabei ganhando irm\u00e3s, sobrinhas e outros irm\u00e3os. Viramos uma grande fam\u00edlia. Quem participou da associa\u00e7\u00e3o, se fortaleceu. Mas aquele familiar que se recolheu em casa e n\u00e3o participou de nada, ficou com aquela dor s\u00f3 vendo as coisas pela televis\u00e3o &#8211; aquele sofreu muito mais\u201d, disse ele.<\/p>\n<p>Nestes anos todos, os membros da associa\u00e7\u00e3o continuaram tendo que lidar com novas perdas. No final do ano passado, por exemplo, um dos seus membros mais ativos faleceu: o vice-presidente da Afavitam, Archelau de Arruda Xavier, que havia perdido a filha Paula Masseran de Arruda Xavier no acidente a\u00e9reo. Archelau deu entrevista\u00a0\u00e0 reportagem da <strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong> em 2017, reclamando j\u00e1 naquele ano da falta de puni\u00e7\u00f5es. \u201cA gente vai morrer com essa tristeza. Onde mais d\u00f3i \u00e9 ver a minha mulher sentindo falta, os irm\u00e3os sentindo falta dela. A segunda coisa que d\u00f3i muito \u00e9 ver que a justi\u00e7a n\u00e3o aconteceu\u201d, lamentou \u00e0 \u00e9poca.<\/p>\n<p>\u201cTem fam\u00edlias que superaram, conseguem hoje pensar melhor. Eu ainda me emociono quando vejo mat\u00e9rias [sobre o acidente]. Mas tem gente que est\u00e1 doente. Tem gente que nunca se recuperou. H\u00e1 uma m\u00e3e, inclusive, que j\u00e1 deu entrevista no passado e agora est\u00e1 proibida por m\u00e9dicos de fazer isso, tal o dano que ela tem at\u00e9 agora com a perda da filha\u201d, contou Gomes.<\/p>\n<p>O acidente foi investigado por tr\u00eas \u00f3rg\u00e3os. Um deles, o Centro de Investiga\u00e7\u00e3o e Preven\u00e7\u00e3o de Acidentes Aeron\u00e1uticos (Cenipa), da Aeron\u00e1utica, concluiu que uma s\u00e9rie de fatores contribu\u00edram para a trag\u00e9dia. O relat\u00f3rio do Cenipa constatou, entre v\u00e1rios pontos, que os pilotos movimentaram, sem perceber, um dos manetes [que determinam a acelera\u00e7\u00e3o ou reduzem a pot\u00eancia do motor] para a posi\u00e7\u00e3o idle (ponto morto) e deixaram o outro em posi\u00e7\u00e3o <em>climb<\/em> (subir). O sistema de computadores da aeronave entendeu, equivocadamente, que os pilotos queriam arremeter (subir).<\/p>\n<p>O documento tamb\u00e9m relata que n\u00e3o havia um aviso sonoro para advertir os pilotos sobre a falha no posicionamento dos manetes e que o treinamento da tripula\u00e7\u00e3o era falho: a forma\u00e7\u00e3o te\u00f3rica dos pilotos, pelo que se apurou na \u00e9poca, usava apenas cursos interativos em computador. Outro problema apontado \u00e9 que o copiloto, embora tivesse grande experi\u00eancia, tinha poucas horas de voo em avi\u00f5es do modelo A320, e que n\u00e3o foi normatizada, na \u00e9poca, a proibi\u00e7\u00e3o em Congonhas de pousos com o reverso (freio aerodin\u00e2mico) inoperante [ponto morto], o que impediria o pouso do avi\u00e3o nessas condi\u00e7\u00f5es em situa\u00e7\u00e3o de pista molhada.<\/p>\n<p>O Cenipa, no entanto, n\u00e3o \u00e9 um \u00f3rg\u00e3o de puni\u00e7\u00e3o, mas de preven\u00e7\u00e3o. Ele n\u00e3o aponta culpados, mas as causas do acidente. O relat\u00f3rio sobre o acidente, portanto, d\u00e1 informa\u00e7\u00f5es e 83 recomenda\u00e7\u00f5es para que trag\u00e9dias como essa n\u00e3o se repitam.<\/p>\n<p>Esse relat\u00f3rio feito pela Aeron\u00e1utica contribuiu para outras duas investiga\u00e7\u00f5es, feitas pela Pol\u00edcia Civil e pela Pol\u00edcia Federal, que levaram, no entanto, a conclus\u00f5es bem diferentes sobre os culpados.<\/p>\n<p>A Pol\u00edcia Civil decidiu indiciar dez pessoas pelo acidente, entre elas funcion\u00e1rios da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportu\u00e1ria (Infraero), da Ag\u00eancia Nacional de Avia\u00e7\u00e3o Civil (Anac) e da companhia a\u00e9rea TAM. Ap\u00f3s o indiciamento policial, o processo foi levado ao Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual, que incluiu mais um nome e denunciou 11 pessoas pela trag\u00e9dia.<\/p>\n<p>No entanto, essa den\u00fancia da promotoria n\u00e3o foi levada \u00e0 Justi\u00e7a estadual. O processo acabou sendo remetido ao Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) porque, no entendimento do promotor, o caso se tratava de crime de atentado contra a seguran\u00e7a do transporte a\u00e9reo, de compet\u00eancia federal. Com isso, a Pol\u00edcia Federal come\u00e7ou a investigar o caso e, ao final desse processo, decidiu indiciar apenas os dois pilotos, Kleyber Lima e Henrique Stefanini Di Sacco, pela trag\u00e9dia. \u201cFoi uma conclus\u00e3o covarde, conveniente: os mortos s\u00e3o os culpados. Os familiares nunca aceitaram essa vers\u00e3o de que os pilotos eram os culpados. No m\u00e1ximo, que eles foram induzidos ao erro\u201d, defende Gomes.<\/p>\n<p>O inqu\u00e9rito da Pol\u00edcia Federal se transformou em den\u00fancia e, nesse documento, que foi aceito pela Justi\u00e7a, o procurador Rodrigo de Grandis decidiu, ao contr\u00e1rio do indiciamento feito pela Pol\u00edcia Federal, denunciar tr\u00eas pessoas pelo acidente: Denise Abreu, Alberto Fajerman e Marco Aur\u00e9lio dos Santos de Miranda e Castro, que acabaram sendo absolvidos pela Justi\u00e7a. \u201cE a\u00ed a Justi\u00e7a, na primeira inst\u00e2ncia, absolveu eles. Houve recurso para a inst\u00e2ncia superior, que manteve a decis\u00e3o do juiz de primeira inst\u00e2ncia, absolvendo os r\u00e9us. Ou seja, os condenados acabaram sendo as v\u00edtimas e seus familiares\u201d, falou o jornalista.<\/p>\n<p>Em 2017, o Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal informou que n\u00e3o iria recorrer da decis\u00e3o que absolvia os r\u00e9us.<\/p>\n<p>Neste domingo, diversas fam\u00edlias voltar\u00e3o para os aeroportos de Porto Alegre e de S\u00e3o Paulo para prestar mais uma homenagem aos mortos. Em Porto Alegre, \u00e0s 14h, familiares, amigos, representantes religiosos e autoridades se re\u00fanem no Largo da Vida, uma rotat\u00f3ria pr\u00f3xima ao Aeroporto Internacional Salgado Filho. Nesse mesmo dia, \u00e0s 18h, uma missa ser\u00e1 celebrada em mem\u00f3ria das v\u00edtimas na Catedral Metropolitana de Porto Alegre.<\/p>\n<p>J\u00e1 em S\u00e3o Paulo, as fam\u00edlias se reunir\u00e3o de manh\u00e3, a partir das 9h, no Memorial 17 de Julho, local onde o acidente ocorreu. O Memorial ser\u00e1 decorado com p\u00e1ssaros confeccionados e que ser\u00e3o colocados embaixo do nome de cada v\u00edtima. Ao longo do dia, familiares ir\u00e3o ao local para levar flores e dedicar suas ora\u00e7\u00f5es e pensamentos aos seus entes queridos.<\/p>\n<p>Em 2017, o programa Caminhos da Reportagem falou sobre os dez anos da trag\u00e9dia e apresentou depoimentos emocionantes das fam\u00edlias das v\u00edtimas.\u00a0<\/p>\n<p>Not\u00edcias ao Minuto Brasil &#8211; Brasil<br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com.br\/ultima-hora\/1925526\/acidente-com-aviao-da-tam-completa-15-anos-sem-condenacoes?utm_source=rss-brasil&amp;amp;utm_medium=rss&amp;amp;utm_campaign=rssfeed\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Read More<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eram aproximadamente 18h48 do dia 17 de julho de 2007 quando o Airbus A320 da<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":81469,"comment_status":"","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-81468","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/81468","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=81468"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/81468\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/81469"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=81468"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=81468"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=81468"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}