{"id":80024,"date":"2022-07-06T21:08:14","date_gmt":"2022-07-07T00:08:14","guid":{"rendered":"http:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2022\/07\/06\/onde-cigarro-eletronico-e-liberado-e-onde-venda-e-proibida\/"},"modified":"2022-07-06T21:08:14","modified_gmt":"2022-07-07T00:08:14","slug":"onde-cigarro-eletronico-e-liberado-e-onde-venda-e-proibida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2022\/07\/06\/onde-cigarro-eletronico-e-liberado-e-onde-venda-e-proibida\/","title":{"rendered":"Onde cigarro eletr\u00f4nico \u00e9 liberado e onde venda \u00e9 proibida?"},"content":{"rendered":"<p>A Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) decidiu nesta quarta-feira, 6, manter a proibi\u00e7\u00e3o de venda de cigarros eletr\u00f4nicos no Brasil e ampliar a fiscaliza\u00e7\u00e3o para coibir o mercado irregular dos dispositivos. Participaram da vota\u00e7\u00e3o quatro diretores da Anvisa &#8211; a decis\u00e3o foi un\u00e2nime. A venda de cigarros eletr\u00f4nicos \u00e9 proibida no Pa\u00eds desde 2009.<\/p>\n<p>O Brasil faz parte de um grupo de 32 na\u00e7\u00f5es que vetam o com\u00e9rcio do produto, a exemplo de M\u00e9xico, \u00cdndia e Argentina. Outras 79 &#8211; como Estados Unidos, Reino Unido e Canad\u00e1 &#8211; liberaram com maior ou menor grau de restri\u00e7\u00e3o, conforme relat\u00f3rio da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) de 2021.<\/p>\n<\/p>\n<p>Fabricantes dos dispositivos argumentam que eles oferecem risco reduzido \u00e0 sa\u00fade, em compara\u00e7\u00e3o ao cigarro tradicional, e por isso deveriam ser liberados como alternativa para uso adulto. Tamb\u00e9m dizem que o veto n\u00e3o impede a venda irregular. Pesquisas cient\u00edficas de universidades de ponta e entidades m\u00e9dicas, por\u00e9m, apontam presen\u00e7a de subst\u00e2ncias desconhecidas nos dispositivos e potencial de incentivar o tabagismo entre adolescentes e jovens que nunca fumaram &#8211; o que justifica manter a proibi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/p>\n<p>Cigarros eletr\u00f4nicos, ou vapes, funcionam por meio de uma bateria que aquece um l\u00edquido interno, composto por \u00e1gua, aromatizante, nicotina, propilenoglicol e glicerina. T\u00eam formas variadas, e modelos mais modernos se parecem com pen-drives. Alguns s\u00e3o fechados: n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel manipular o l\u00edquido interno. Outros podem ser recarregados com l\u00edquidos de v\u00e1rias subst\u00e2ncias e sabores, como uva e menta.<\/p>\n<\/p>\n<p>Os cigarros eletr\u00f4nicos surgiram nos anos 2000 e tiveram crescimento impulsionado, inicialmente, por empresas novas. Depois, grandes multinacionais de tabaco como British American Tobacco (BAT), Philip Morris e Altria compraram participa\u00e7\u00f5es em empresas de cigarros eletr\u00f4nicos ou criaram as pr\u00f3prias marcas. Hoje, s\u00e3o cerca de 30 mil marcas de cigarros e l\u00edquidos \u00e0 venda na Europa. Em 2014, as vendas globais eram de US$ 2,76 bilh\u00f5es (R$ 14,8 bilh\u00f5es). Ap\u00f3s cinco anos, saltaram para US$ 15 bilh\u00f5es (R$ 80,7 bilh\u00f5es).<\/p>\n<\/p>\n<p><b>Anvisa<\/b><\/p>\n<\/p>\n<p>A regra brasileira que pro\u00edbe os cigarros \u00e9 de 2009. Na \u00e9poca, a Anvisa apontou aus\u00eancia de dados cient\u00edficos que comprovassem a seguran\u00e7a dos dispositivos e seguiu um princ\u00edpio de precau\u00e7\u00e3o ao proibir. J\u00e1 em abril deste ano, apresentou relat\u00f3rio parcial com nova avalia\u00e7\u00e3o. Esse estudo sugeriu manter a proibi\u00e7\u00e3o e aumentar a fiscaliza\u00e7\u00e3o para coibir vendas irregulares. Nesta quarta-feira, a Anvisa manteve a proibi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/p>\n<p>O M\u00e9xico baniu o produto em maio &#8211; j\u00e1 havia proibido a importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o, mas decidiu endurecer as regras, sob justificativa de que vapes atraem adolescentes e podem ter subst\u00e2ncias t\u00f3xicas em n\u00edveis mais altos do que a fuma\u00e7a do tabaco em combust\u00e3o.<\/p>\n<\/p>\n<p>J\u00e1 os pa\u00edses que liberaram, como o Reino Unido, veem redu\u00e7\u00e3o de danos na compara\u00e7\u00e3o com o cigarro tradicional. Estudo de 2015 divulgado pela ag\u00eancia do servi\u00e7o de sa\u00fade brit\u00e2nica, a PHE, indicou que cigarros eletr\u00f4nicos s\u00e3o 95% menos prejudiciais do que o tabaco &#8211; os dados, usados como argumento pela libera\u00e7\u00e3o, foram contestados depois por parte dos cientistas, por suposto conflito de interesses.<\/p>\n<\/p>\n<p>Pa\u00edses que liberam vapes fixam diversas regras: cigarros eletr\u00f4nicos podem ser classificados como produtos de tabaco, farmac\u00eauticos ou de consumo. Portugal e It\u00e1lia estabelecem limites de nicotina presente no l\u00edquido e tamanho do refil para recarga. <\/p>\n<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m h\u00e1 indica\u00e7\u00f5es de veto da venda a adolescentes ou de uso em \u00e1reas fechadas. Na Austr\u00e1lia, cigarros eletr\u00f4nicos de nicotina s\u00e3o considerados medicamentos e s\u00f3 podem ser obtidos com receita m\u00e9dica. A ideia da norma, de 2021, \u00e9 conter o uso por jovens &#8211; de 2016 a 2019, a taxa de australianos de 18 a 24 anos que relatam usar os dispositivos quase dobrou, de 2,8% para 5,3%, segundo a OMS. H\u00e1 ainda pa\u00edses, como Finl\u00e2ndia e Hungria, que vetam qualquer sabor que n\u00e3o seja o de tabaco.<\/p>\n<\/p>\n<p><b>Jovens<\/b><\/p>\n<\/p>\n<p>O uso por adolescentes foi um dos principais efeitos colaterais da populariza\u00e7\u00e3o de cigarros eletr\u00f4nicos. Nos EUA, um em cada cinco alunos de ensino m\u00e9dio usava vapes em 2020, segundo o Centro de Controle e Preven\u00e7\u00e3o de Doen\u00e7as. Em 2011, a taxa, conforme a OMS, era de 1,5%. Quando surgiram, os cigarros eletr\u00f4nicos encontravam pouca supervis\u00e3o federal nos Estados Unidos. S\u00f3 em 2016, a FDA, \u00f3rg\u00e3o de vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria americana, passou a regul\u00e1-los como &#8220;novos produtos de tabaco&#8221; e tornou ilegal vender vapes a menores de 18 (em 2019, subiu para 21 anos).<\/p>\n<\/p>\n<p>Tentativas regulat\u00f3rias de reduzir os efeitos nocivos, principalmente entre os jovens, t\u00eam se mostrado pouco eficazes, segundo pesquisadores das Universidades de Stanford e da Calif\u00f3rnia. Em 2020, a FDA priorizou a fiscaliza\u00e7\u00e3o de cigarros eletr\u00f4nicos em forma de c\u00e1psulas e cartuchos com sabor, mas cresceu o consumo de descart\u00e1veis. <\/p>\n<\/p>\n<p>&#8220;Estamos preocupados porque, a menos que a FDA regule todos os tipos de tabaco e, em particular, todos os tipos de cigarros eletr\u00f4nicos, continuaremos a ter jovens pulando para diferentes dispositivos de cigarro eletr\u00f4nico&#8221;, disse ao Estad\u00e3o a professora de Pediatria de Stanford Bonnie Halpern-Felsher, autora da pesquisa. Segundo ela, pol\u00edticas para vapes nos EUA n\u00e3o t\u00eam conseguido proteger os mais novos.<\/p>\n<\/p>\n<p>Representantes da ind\u00fastria do tabaco, por\u00e9m, argumentam que a libera\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 para adolescentes. &#8220;Esses produtos n\u00e3o s\u00e3o de risco zero, s\u00e3o de risco reduzido. A maior parte cont\u00e9m nicotina e n\u00e3o s\u00e3o para menores de 18 anos&#8221;, diz Delcio Sandi, diretor de rela\u00e7\u00f5es externas da BAT Brasil, com produtos \u00e0 venda em mais de 30 pa\u00edses. &#8220;O que queremos \u00e9 oferecer a adultos fumantes brasileiros essa alternativa.&#8221;<\/p>\n<\/p>\n<p>J\u00e1 a Philip Morris, em nota, aponta que seu produto de tabaco aquecido difere de cigarros eletr\u00f4nicos e &#8220;afasta a perspectiva de inicia\u00e7\u00e3o de jovens&#8221;. Afirma ainda que o interesse \u00e9 &#8220;quase exclusivo de adultos fumantes por alternativas menos t\u00f3xicas&#8221;.<\/p>\n<\/p>\n<p><b>Mobiliza\u00e7\u00f5es<\/b><\/p>\n<\/p>\n<p>Para Paulo Corr\u00eaa, da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, pa\u00edses que liberaram os dispositivos t\u00eam dificuldade de retroceder nas regras e h\u00e1 judicializa\u00e7\u00e3o. Ele cita que, em junho, a FDA negou autoriza\u00e7\u00e3o a uma das marcas mais populares nos EUA, a Juul, por falta de evid\u00eancias sobre efeitos adversos. No dia seguinte, a empresa obteve liminar para manter seus produtos no mercado.<\/p>\n<\/p>\n<p>&#8220;Alguns pa\u00edses, por falta de evid\u00eancia cient\u00edfica de que os produtos causavam malef\u00edcio \u00e0 sa\u00fade (na \u00e9poca), liberaram a venda \u00e0s vezes at\u00e9 sem regula\u00e7\u00e3o&#8221;, diz Andr\u00e9a Reis, chefe da Divis\u00e3o de Controle do Tabagismo do Instituto Nacional de C\u00e2ncer (Inca). O volume de evid\u00eancias hoje, afirma, justifica manter o veto. &#8220;Estados Unidos e Uni\u00e3o Europeia est\u00e3o dando um passo atr\u00e1s.&#8221; Em junho, a Comiss\u00e3o Europeia prop\u00f4s proibir a venda de produtos de tabaco aquecido com sabor, em tentativa de tornar o fumo &#8220;o menos atraente poss\u00edvel&#8221; &#8211; o \u00f3rg\u00e3o estima alta de 10% nas vendas em seis pa\u00edses. &#8220;N\u00e3o tivemos tempo de estudar todos os danos produzidos pelo aerossol&#8221;, diz Andr\u00e9a.<\/p>\n<\/p>\n<p>Em 2021, estudo de cientistas da Universidade Johns Hopkins (EUA), publicado na revista Chemical Research in Toxicology, encontrou quase 2 mil subst\u00e2ncias em cigarros eletr\u00f4nicos, a maioria n\u00e3o identificadas. Entre os reconhecidos, seis eram potencialmente prejudiciais. Foram analisadas quatro marcas populares, com sabor de tabaco, e chamou a aten\u00e7\u00e3o do grupo a detec\u00e7\u00e3o de cafe\u00edna em duas delas &#8211; o que j\u00e1 havia sido achado antes, mas s\u00f3 em cigarros com sabor de caf\u00e9 ou chocolate. &#8220;Isso pode estar dando aos fumantes impulso extra que n\u00e3o \u00e9 divulgado&#8221;, disse Mina Tehrani, uma das autoras, em comunicado da Johns Hopkins.<\/p>\n<\/p>\n<p>A alta concentra\u00e7\u00e3o de nicotina em certos dispositivos (a vaporiza\u00e7\u00e3o de um &#8220;pen-drive&#8221;, por exemplo, equivale a um ma\u00e7o) tamb\u00e9m torna a experi\u00eancia altamente viciante. Nos EUA, casos de les\u00e3o pulmonar associada aos cigarros eletr\u00f4nicos (Evali) chamaram a aten\u00e7\u00e3o em 2019. O pa\u00eds registrou 68 mortes, em faixa et\u00e1ria m\u00e9dia de 24 anos. Ap\u00f3s pesquisas, os Centros de Controle e Preven\u00e7\u00e3o de Doen\u00e7as conclu\u00edram que produtos com THC (componente da maconha) estavam ligados \u00e0 maioria dos casos. No Brasil, a Anvisa recebeu oito notifica\u00e7\u00f5es. A primeira, em 2019; a \u00faltima, em abril.<\/p>\n<\/p>\n<p>Representantes da ind\u00fastria do tabaco afirmam que a les\u00e3o n\u00e3o \u00e9 causada pelo dispositivo, mas pela adultera\u00e7\u00e3o do l\u00edquido usado e dizem ainda que d\u00favidas sobre a composi\u00e7\u00e3o dos cigarros eletr\u00f4nicos recaem justamente em produtos irregulares &#8211; e que a regula\u00e7\u00e3o poderia impedir problemas.<\/p>\n<\/p>\n<p>A especialista em toxicologia e doutora pela USP Silvia Cazenave diz que a &#8220;regulamenta\u00e7\u00e3o auxilia o controle porque quando se regulamenta, obriga-se a fiscaliza\u00e7\u00e3o&#8221;. Segundo ela, a regula\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode ajudar a encontrar formatos que evitem o consumo entre jovens, p\u00fablico considerado mais vulner\u00e1vel, como controlar a publicidade online e sabores atraentes aos mais novos.<\/p>\n<\/p>\n<p>A proibi\u00e7\u00e3o, diz a Philip Morris, leva ao &#8220;uso irrespons\u00e1vel&#8221; dos mais diversos tipos de cigarro eletr\u00f4nico e sem &#8220;nenhum tipo de controle&#8221;. Liberar com regras elevaria o controle em caso de problemas e evitaria perda na arrecada\u00e7\u00e3o de impostos criada pela venda irregular (n\u00e3o taxada).<\/p>\n<\/p>\n<p>A Anvisa reconhece a necessidade de enfrentar o mercado irregular e fez a sugest\u00e3o, no \u00faltimo relat\u00f3rio, de melhorar a fiscaliza\u00e7\u00e3o no meio digital, fronteiras e pontos de venda, com ajuda da Receita Federal e pol\u00edcias. Aponta ainda que mesmo onde dispositivos foram liberados com regras, o mercado ilegal continuou. Segundo o governo canadense, 80% das lojas promoviam produtos fora das regras em 2019. Procurada, a Anvisa disse que a an\u00e1lise de impacto foi feita pela \u00e1rea t\u00e9cnica e sua finaliza\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo conclu\u00edda com base no apresentado na tomada p\u00fablica de subs\u00eddios de 60 dias, &#8220;encorpando o processo com a participa\u00e7\u00e3o dos stakeholders desse mercado&#8221;.<\/p>\n<\/p>\n<p><b>Experimenta\u00e7\u00e3o de cigarro eletr\u00f4nico \u00e9 maior entre jovens<\/b><\/p>\n<\/p>\n<p>Dados de um inqu\u00e9rito brasileiro divulgado em mar\u00e7o mostram que a taxa de experimenta\u00e7\u00e3o do cigarro eletr\u00f4nico entre jovens de 18 a 24 anos \u00e9 o dobro do \u00edndice da popula\u00e7\u00e3o adulta em geral. Um em cada cinco jovens disseram que j\u00e1 usaram os dispositivos &#8211; a taxa cai para 7,3% na popula\u00e7\u00e3o em geral, diz estudo da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).<\/p>\n<\/p>\n<p>O risco da libera\u00e7\u00e3o, para especialistas em sa\u00fade, \u00e9 aumentar o uso por quem ainda n\u00e3o fuma &#8211; e esses podem migrar para o cigarro tradicional, mais barato, ou passar a usar os dois produtos. O Brasil \u00e9 reconhecido internacionalmente por esfor\u00e7os para reduzir o tabagismo (nos \u00faltimos 25 anos, a taxa de fumantes caiu de 34,8% para 12,8%).<\/p>\n<p>Not\u00edcias ao Minuto Brasil &#8211; Mundo<br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com.br\/ultima-hora\/1922527\/onde-cigarro-eletronico-e-liberado-e-onde-venda-e-proibida?utm_source=rss-mundo&amp;amp;utm_medium=rss&amp;amp;utm_campaign=rssfeed\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Read More<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) decidiu nesta quarta-feira, 6, manter a proibi\u00e7\u00e3o de<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":80025,"comment_status":"","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-80024","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mundo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/80024","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=80024"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/80024\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/80025"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=80024"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=80024"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=80024"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}