{"id":59857,"date":"2022-03-07T14:09:10","date_gmt":"2022-03-07T17:09:10","guid":{"rendered":"http:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2022\/03\/07\/guerra-na-ucrania-expoe-dependencia-brasileira-por-fertilizantes-importados\/"},"modified":"2022-03-07T14:09:10","modified_gmt":"2022-03-07T17:09:10","slug":"guerra-na-ucrania-expoe-dependencia-brasileira-por-fertilizantes-importados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2022\/03\/07\/guerra-na-ucrania-expoe-dependencia-brasileira-por-fertilizantes-importados\/","title":{"rendered":"Guerra na Ucr\u00e2nia exp\u00f5e depend\u00eancia brasileira por fertilizantes importados"},"content":{"rendered":"<p>Em 30 anos, o Brasil passou de uma safra de 100 milh\u00f5es para quase 300 milh\u00f5es de toneladas de gr\u00e3os. Consolidou-se como um dos mais importantes produtores e exportadores agr\u00edcolas globais, uma pot\u00eancia em segmentos como soja, milho, caf\u00e9, cana-de-a\u00e7\u00facar e laranja, entre outras culturas. Mas a capacidade de produ\u00e7\u00e3o de fertilizantes n\u00e3o acompanhou esse salto. Na verdade, at\u00e9 recuou &#8211; em 2017, o Pa\u00eds produzia 8,2 milh\u00f5es de toneladas, n\u00famero que caiu para 6,5 milh\u00f5es em 2020.<\/p>\n<p>Para sustentar o avan\u00e7o das lavouras, foi necess\u00e1rio ampliar a importa\u00e7\u00e3o dos fertilizantes. Segundo dados da Associa\u00e7\u00e3o Nacional para Difus\u00e3o de Adubos (Anda), em 2020 o mercado brasileiro consumiu 40,6 milh\u00f5es de toneladas. Desses 32,9 milh\u00f5es (81%) vieram de fora. Uma boa parte disso, da R\u00fassia. E, com o mercado russo fechado por causa das san\u00e7\u00f5es provocadas pela guerra na Ucr\u00e2nia, o Brasil tem um problema de razo\u00e1veis propor\u00e7\u00f5es para ser resolvido.<\/p>\n<\/p>\n<p>&#8220;Precisamos fomentar a produ\u00e7\u00e3o aqui dentro&#8221;, diz Ricardo Tortorella, diretor executivo da Anda. &#8220;O governo est\u00e1 anunciando um plano nacional de fertilizantes, pois temos o insumo debaixo da terra, mas precisa de muita coisa para colocar esse produto no mercado, como log\u00edstica, regras e licen\u00e7as. O plano \u00e9 oportuno, mas foi desenhado para os pr\u00f3ximos 30 anos (leia mais abaixo). N\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o para o problema que temos agora.&#8221;<\/p>\n<\/p>\n<p>Segundo ele, o Brasil vai precisar de 10 milh\u00f5es de toneladas de cloreto de pot\u00e1ssio para a pr\u00f3xima safra, e a expectativa \u00e9 de que 3 milh\u00f5es venham da R\u00fassia. &#8220;Se n\u00e3o vierem, vamos ter de comprar de outros pa\u00edses, como o Canad\u00e1. O problema \u00e9 que o mundo inteiro se abastece na R\u00fassia, e muitos pa\u00edses v\u00e3o procurar alternativas, n\u00e3o s\u00f3 o Brasil.&#8221;<\/p>\n<\/p>\n<p>Segundo dados da associa\u00e7\u00e3o, o Brasil \u00e9 o quarto maior consumidor de fertilizantes, atr\u00e1s da China, da \u00cdndia e dos Estados Unidos, mas \u00e9 o maior importador mundial desses insumos &#8211; basicamente nitrog\u00eanio (N), f\u00f3sforo (P) e pot\u00e1ssio (K). Isso se explica pela composi\u00e7\u00e3o dos solos brasileiros, pobre em nutrientes, devido \u00e0 sua caracter\u00edstica tropical, principalmente na regi\u00e3o do cerrado, onde se concentra a maior produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os. <\/p>\n<\/p>\n<p><b>RISCOS.<\/b>Para a safra atual, por conta dos pre\u00e7os, que j\u00e1 vinham altos antes mesmo de come\u00e7ar o conflito no Leste Europeu, os produtores n\u00e3o anteciparam as compras de fertilizantes no volume de anos anteriores. &#8220;O que os agentes do mercado comentam \u00e9 que a antecipa\u00e7\u00e3o foi em torno de 30% este ano&#8221;, disse Tortorella. &#8220;No ano passado, na mesma \u00e9poca, estava acima disso. E a guerra pode impor riscos para a pr\u00f3xima safra. Se o conflito acabar de hoje para amanh\u00e3, os fluxos de insumos da R\u00fassia para o Brasil v\u00e3o continuar. Se demorar at\u00e9 tr\u00eas meses, temos de buscar solu\u00e7\u00f5es que ajudem nossa safra a manter seu ritmo, que tem sido crescente.&#8221;<\/p>\n<\/p>\n<p>Para o especialista em quest\u00f5es globais do agroneg\u00f3cio e sustentabilidade, Marcos Jank, faltou investimento nas \u00faltimas d\u00e9cadas na produ\u00e7\u00e3o nacional de fertilizantes. &#8220;Houve muitos projetos que n\u00e3o foram aprovados por falta de licenciamento. Nos tornamos o maior importador mundial.&#8221;<\/p>\n<\/p>\n<p>Ele lembrou que o avan\u00e7o na produtividade de gr\u00e3os do Pa\u00eds implicou maior consumo de adubos. &#8220;Passamos a fazer duas safras anuais, a ter mais produtividade sem aumento de \u00e1rea, a fazer a integra\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria-agricultura, tudo com um consumo maior de fertilizantes. S\u00f3 que n\u00e3o houve pol\u00edtica para aumentar a produ\u00e7\u00e3o interna e, sem esse incentivo, ficava mais caro produzir aqui. Era mais f\u00e1cil importar, e o Brasil passou a recorrer ao mercado externo, gerando a depend\u00eancia que temos hoje.&#8221;<\/p>\n<\/p>\n<p>Jank n\u00e3o v\u00ea possibilidade de revers\u00e3o desse quadro em um prazo curto. &#8220;O pessoal est\u00e1 falando que agora precisa ter o plano nacional de fertilizantes, mas isso n\u00e3o vai resolver o problema imediato&#8221;, disse. &#8220;Nessa altura, a melhor solu\u00e7\u00e3o \u00e9 diversificar a importa\u00e7\u00e3o para n\u00e3o depender de um mercado s\u00f3, como acontece com a depend\u00eancia da R\u00fassia.&#8221; <\/p>\n<\/p>\n<p><b>Plano do governo deve  sair neste m\u00eas<\/b><\/p>\n<\/p>\n<p>O governo prepara o lan\u00e7amento do Plano Nacional de Fertilizantes, que deve ser apresentado por meio de um decreto presidencial at\u00e9 o fim de mar\u00e7o. O principal objetivo do programa \u00e9 diminuir a depend\u00eancia externa de adubos do Pa\u00eds, atualmente em 85%, por meio da amplia\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o local. <\/p>\n<\/p>\n<p>O texto j\u00e1 vinha sendo preparado internamente pelo governo e ganhou for\u00e7a depois da guerra da Ucr\u00e2nia, que traz incerteza sobre o fornecimento dos produtos para o Pa\u00eds. <\/p>\n<\/p>\n<p>A R\u00fassia \u00e9 um dos maiores produtores de fertilizantes. \u00c9 o segundo maior exportador mundial de nitrogenados e terceiro maior exportador global de fosfatados e pot\u00e1ssicos, contribuindo com 16% dos adubos exportados no mundo. Os russos s\u00e3o os principais fornecedores de adubo ao Brasil, com cerca de 20% do volume utilizado anualmente.<\/p>\n<\/p>\n<p>&#8220;O decreto vai apresentar as bases e diretrizes do plano&#8221;, disse ao Estad\u00e3o\/Broadcast o diretor de Programas da Secretaria Executiva do Minist\u00e9rio da Agricultura, Luis Eduardo Rangel. Ele representa a pasta da Agricultura no Grupo de Trabalho Interministerial que discute o tema no governo. <\/p>\n<\/p>\n<p><b>REDU\u00c7\u00c3O.<\/b>Segundo Rangel, o plano est\u00e1 pronto do ponto de vista t\u00e9cnico e j\u00e1 foi apresentado informalmente ao presidente Jair Bolsonaro. O projeto est\u00e1 sendo desenvolvido desde o fim de 2020, em parceria com outros \u00f3rg\u00e3os do governo. A meta \u00e9 reduzir a necessidade de importa\u00e7\u00e3o de adubos dos atuais 85% para cerca de 60% em 30 anos e, consequentemente, a exposi\u00e7\u00e3o do setor a oscila\u00e7\u00f5es externas. <\/p>\n<\/p>\n<p>O plano inclui objetivos e orienta\u00e7\u00f5es de curto (5 anos) e m\u00e9dio prazos (10 anos) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 redu\u00e7\u00e3o gradativa da depend\u00eancia do Pa\u00eds de fornecedores internacionais, de acordo com a necessidade de cada nutriente. Est\u00e3o previstas revis\u00f5es anuais para o plano. &#8220;As metas s\u00e3o muito s\u00f3lidas&#8221;, avaliou.<\/p>\n<\/p>\n<p>O plano deve ser dividido em quatro grandes grupos de adubos: nitrogenados, pot\u00e1ssicos, f\u00f3sforo e cadeias emergentes (como adubos biol\u00f3gicos). Cada um deles conta com metas espec\u00edficas no plano e tamb\u00e9m com um mapeamento da oferta nacional, mundial e do potencial brasileiro. &#8220;S\u00e3o metas espec\u00edficas porque o grau de depend\u00eancia varia e tamb\u00e9m o potencial de produ\u00e7\u00e3o local, assim como o diagn\u00f3stico de cada cadeia&#8221;, disse.<\/p>\n<\/p>\n<p><b>Adubo org\u00e2nico pode ser sa\u00edda para reduzir depend\u00eancia da exporta\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<\/p>\n<p>O produtor Paulo Montenegro Fachinni est\u00e1 substituindo o adubo qu\u00edmico pelo fertilizante org\u00e2nico composto em sua planta\u00e7\u00e3o de cana-de-a\u00e7\u00facar, em Bocaina, no interior de S\u00e3o Paulo. Ele \u00e9 de uma fam\u00edlia que h\u00e1 mais de 120 anos cultiva cana e em 2016 aderiu ao uso do insumo, fabricado a partir da compostagem de lodos do tratamento biol\u00f3gico de esgotos e res\u00edduos org\u00e2nicos agroindustriais. <\/p>\n<\/p>\n<p>&#8220;Comecei aplicando de 7,5 a 10 toneladas por hectare diretamente no sulco de plantio. Nessas opera\u00e7\u00f5es, raramente fa\u00e7o complementa\u00e7\u00e3o com fertilizantes minerais, mas, quando acho necess\u00e1rio, reduzo a aplica\u00e7\u00e3o do adubo mineral a 50% do recomendado&#8221;, disse.<\/p>\n<\/p>\n<p>O Brasil pode reduzir a depend\u00eancia de adubos importados de pa\u00edses como a R\u00fassia investindo mais na produ\u00e7\u00e3o de fertilizantes org\u00e2nicos, produzidos a partir de subprodutos das atividades agr\u00edcolas, pecu\u00e1ria, agroindustrial e de saneamento urbano, ou seja, res\u00edduos que normalmente s\u00e3o descartados. O adubo org\u00e2nico n\u00e3o substitui o uso do fertilizante qu\u00edmico, mas pode reduzir em at\u00e9 50% sua aplica\u00e7\u00e3o e ainda melhora a produtividade da lavoura. O insumo natural facilita a absor\u00e7\u00e3o do f\u00f3sforo pela planta, evitando que esse mineral se perca no solo e acabe contaminando os mananciais.<\/p>\n<\/p>\n<p>De acordo com o engenheiro agr\u00f4nomo Fernando Carvalho Oliveira, da Tera Ambiental, especializada em reciclagem de efluentes e res\u00edduos org\u00e2nicos, a produ\u00e7\u00e3o de fertilizantes org\u00e2nicos no Brasil ainda est\u00e1 se organizando, mas tem grande potencial para crescer. Em 2020, segundo a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Ind\u00fastrias de Tecnologia em Nutri\u00e7\u00e3o Vegetal (Abisolo), o setor faturou R$ 334 milh\u00f5es, 44,5% de crescimento em rela\u00e7\u00e3o a 2019. &#8220;Com base nesse faturamento, \u00e9 poss\u00edvel estimar que a produ\u00e7\u00e3o seja de 1,5 milh\u00e3o de toneladas ao ano&#8221;, disse. <\/p>\n<\/p>\n<p>A tecnologia mais usada pelo setor \u00e9 a compostagem termof\u00edlica (micro-organismos que gostam do calor). &#8220;A produ\u00e7\u00e3o vem numa crescente no Brasil nos \u00faltimos cinco anos, devido \u00e0 satisfat\u00f3ria evolu\u00e7\u00e3o do marco regulat\u00f3rio que orienta o segmento. As unidades fabris atualmente instaladas est\u00e3o buscando aumentar sua produ\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel m\u00e1ximo e ainda deve ficar aqu\u00e9m da demanda&#8221;, disse. Segundo o especialista, os fertilizantes org\u00e2nicos n\u00e3o substituem os minerais, mas contribuem para seu aproveitamento no solo, reduzindo as taxas de aplica\u00e7\u00e3o com ganhos de produtividade. <\/p>\n<\/p>\n<p><b>PRODU\u00c7\u00c3O. <\/b>\u00c9 o que o agricultor Fachinni j\u00e1 verificou na pr\u00e1tica. A partir do primeiro corte da cana, ele reduziu a aduba\u00e7\u00e3o org\u00e2nica para 5 toneladas por hectare e a aduba\u00e7\u00e3o mineral em 40% do recomendado. Em algumas \u00e1reas que j\u00e1 tiveram cinco anos de aplica\u00e7\u00f5es sucessivas do org\u00e2nico, a redu\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda maior. &#8220;Com essa estrat\u00e9gia, aliada aos demais tratos culturais, tenho alcan\u00e7ado produtividade acima da m\u00e9dia regional e entendo que, com a aduba\u00e7\u00e3o org\u00e2nica, estou investindo na qualidade do solo de minha fazenda.&#8221;<\/p>\n<\/p>\n<p>Atualmente, o pre\u00e7o dos fertilizantes org\u00e2nicos varia entre R$ 200 a R$ 450 a tonelada, dependendo da dist\u00e2ncia da \u00e1rea agr\u00edcola. A tonelada de adubo qu\u00edmico j\u00e1 custa mais de R$ 2 mil, embora a quantidade aplicada por hectare seja menor. <\/p>\n<\/p>\n<p><b>BENEF\u00cdCIOS.<\/b> A capacidade dos fertilizantes org\u00e2nicos de auxiliar na absor\u00e7\u00e3o do f\u00f3sforo pela planta representa outro ganho para o ambiente. Segundo a Companhia Ambiental do Estado de S\u00e3o Paulo (Cetesb), an\u00e1lises da \u00e1gua coletada no reservat\u00f3rio de Barra Bonita, no Rio Tiet\u00ea, nos \u00faltimos cinco anos, revelaram a presen\u00e7a de f\u00f3sforo em n\u00edveis que favorecem o crescimento de algas, prejudiciais \u00e0 qualidade da \u00e1gua. Favorece tamb\u00e9m o crescimento de plantas aqu\u00e1ticas, a exemplo dos aguap\u00e9s que se acumulam em barragens dos reservat\u00f3rios.<\/p>\n<\/p>\n<p>Reportagem do Estad\u00e3o na sexta-feira mostrou a presen\u00e7a de algas e aguap\u00e9s cobrindo grandes trechos do Rio Tiet\u00ea numa extens\u00e3o de 300 quil\u00f4metros, desde Anhembi, mais pr\u00f3ximo da capital, at\u00e9 o reservat\u00f3rio da hidrel\u00e9trica de Promiss\u00e3o, no centro-oeste paulista.<\/p>\n<\/p>\n<p>De acordo com a Cetesb, o f\u00f3sforo das \u00e1guas dos reservat\u00f3rios tem origem na carga difusa gerada em bacias onde predomina o uso agr\u00edcola do solo, cujo manejo envolve o uso de fertilizantes e adubos fosfatados. A aplica\u00e7\u00e3o desses insumos em meses chuvosos facilita o transporte do material para o Tiet\u00ea.  <\/p>\n<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal <b>O Estado de S. Paulo.<\/b><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com.br\/economia\/1890203\/guerra-na-ucrania-expoe-dependencia-brasileira-por-fertilizantes-importados?utm_source=rss-economia&amp;amp;utm_medium=rss&amp;amp;utm_campaign=rssfeed\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Read More<\/a><br \/>\nNot\u00edcias ao Minuto Brasil &#8211; Economia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 30 anos, o Brasil passou de uma safra de 100 milh\u00f5es para quase 300<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":59858,"comment_status":"","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[11],"tags":[],"class_list":["post-59857","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59857","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=59857"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59857\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/59858"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=59857"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=59857"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=59857"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}