{"id":37351,"date":"2021-10-08T17:08:29","date_gmt":"2021-10-08T20:08:29","guid":{"rendered":"http:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2021\/10\/08\/conheca-todos-os-vencedores-do-premio-nobel-da-paz-desde-1901-2\/"},"modified":"2021-10-08T17:08:29","modified_gmt":"2021-10-08T20:08:29","slug":"conheca-todos-os-vencedores-do-premio-nobel-da-paz-desde-1901-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2021\/10\/08\/conheca-todos-os-vencedores-do-premio-nobel-da-paz-desde-1901-2\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a todos os vencedores do Pr\u00eamio Nobel da Paz desde 1901"},"content":{"rendered":"<p>BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) &#8211; Na manh\u00e3 desta sexta-feira (8), os jornalistas Maria Ressa, das Filipinas, e Dmitri Muratov, da R\u00fassia, receberam o pr\u00eamio Nobel da Paz de 2021 em raz\u00e3o do trabalho que desenvolvem em defesa das liberdades de express\u00e3o e de imprensa.<\/p>\n<div class=\"dummyPub\"><\/div>\n<p>Os jornalistas se juntam, agora, a uma lista que tem institui\u00e7\u00f5es como Cruz Vermelha, IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas) e Unicef; e nomes como Malala Yousafzai, Jimmy Carter, Martin Luther King e Nelson Mandela. A distin\u00e7\u00e3o, em reconhecimento a feitos em prol da humanidade, \u00e9 entregue desde 1901.<\/p>\n<p>Inicialmente, o Pr\u00eamio Nobel englobava mais quatro categorias, al\u00e9m da condecora\u00e7\u00e3o pela paz: literatura, qu\u00edmica, f\u00edsica e medicina. Uma sexta -economia- foi adicionada d\u00e9cadas mais tarde, em 1969.<\/p>\n<p>At\u00e9 a metade do s\u00e9culo 20, os vencedores da categoria paz eram &#8220;pol\u00edticos ativos que procuravam promover a paz internacional, a estabilidade e a justi\u00e7a por meio da diplomacia e de acordos internacionais&#8221;, segundo a premia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Desde o fim da Segunda Guerra, o pr\u00eamio passou a reconhecer esfor\u00e7os nas \u00e1reas de desarmamento, democracia e direitos humanos. Na virada para o s\u00e9culo 21, o foco passou a contemplar tamb\u00e9m iniciativas de combate e mitiga\u00e7\u00e3o a mudan\u00e7as clim\u00e1ticas causadas pelo homem.<\/p>\n<p>Entregue apenas a pessoas vivas, a l\u00e1urea nasceu para cumprir o testamento do qu\u00edmico e inventor Alfred Nobel. O curioso \u00e9 que, em vida, o sueco ficou conhecido por ter inventado um artefato utilizado em guerras: a dinamite. Ele patenteou a inven\u00e7\u00e3o nos EUA em 1867, quando tinha 34 anos. Nas d\u00e9cadas seguintes, fez disso um neg\u00f3cio lucrativo, e no final da vida era dono de 355 patentes.<\/p>\n<p>Pouco antes de morrer de hemorragia cerebral, aos 63, deixou em seu testamento que 94% de seus ativos deveriam ser destinados \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de um fundo para premiar iniciativas que ajudassem a humanidade.Veja a lista com todos os vencedores do Nobel da Paz<\/p>\n<p>2021: Maria Ressa e Dmitri Muratov, pela defesa que fazem da liberdade de express\u00e3o, pr\u00e9-requisito para a democracia e a paz duradoura<\/p>\n<p>2020: Programa Mundial de Alimentos (PMA), por atuar como uma for\u00e7a motriz nos esfor\u00e7os para prevenir o uso da fome como arma de guerra e conflito<\/p>\n<p>2019: O primeiro-ministro da Eti\u00f3pia, Abiy Ahmed, que assinou acordo de paz que p\u00f4s fim a duas d\u00e9cadas de hostilidades com a Eritreia<\/p>\n<p>2018: O congol\u00eas Denis Mukwege e a iraquiana Nadia Murad, que denunciaram o uso da viol\u00eancia sexual como arma de guerra<\/p>\n<p>2017: Campanha Internacional para Abolir Armas Nucleares (Ican), por chamar a aten\u00e7\u00e3o para o risco desses artefatos<\/p>\n<p>2016: Juan Manuel Santos, ent\u00e3o presidente da Col\u00f4mbia, pelo acordo de paz assinado com as Farc (For\u00e7as Armadas Revolucion\u00e1rias da Col\u00f4mbia)<\/p>\n<p>2015: Quarteto para o Di\u00e1logo Nacional da Tun\u00edsia, pela contribui\u00e7\u00e3o decisiva na constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade plural no pa\u00eds<\/p>\n<p>2014: A paquistanesa Malala Yousafzai e o indiano Kailash Satyarthi, premiados pela defesa dos direitos das crian\u00e7as e \u00e0 educa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>2013: Organiza\u00e7\u00e3o para a Proibi\u00e7\u00e3o de Armas Qu\u00edmicas, sediada na Holanda, por sua defesa da proibi\u00e7\u00e3o de armas qu\u00edmicas<\/p>\n<p>2012: A Uni\u00e3o Europeia, por mais de seis d\u00e9cadas promovendo os direitos humanos e a paz na Europa<\/p>\n<p>2011: As liberianas llen Johnson Sirleaf e Leymah Gbowee e a iemenita Tawakkol Karman, pela luta n\u00e3o violenta pela seguran\u00e7as das mulheres e por seu direito de participa\u00e7\u00e3o plena em processos de paz<\/p>\n<p>2010: Liu Xiaobo, ativista chin\u00eas premiado por sua luta longa e n\u00e3o violenta pelos direitos humanos em seu pa\u00eds<\/p>\n<p>2009: Barack Obama, ent\u00e3o presidente dos EUA, reconhecido por refor\u00e7ar a diplomacia internacional e a coopera\u00e7\u00e3o entre as pessoas<\/p>\n<p>2008: Martti Ahtisaari, diplomata e ex-presidente da Finl\u00e2ndia, por seu trabalho na resolu\u00e7\u00e3o de conflitos em v\u00e1rios continentes<\/p>\n<p>2007: Al Gore, ex-vice-presidente dos EUA, e o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas), pelo trabalho para disseminar informa\u00e7\u00f5es sobre os problemas ambientais<\/p>\n<p>2006: O bengali Muhammad Yunus e o Grameen Bank, pelo trabalho para aumentar o desenvolvimento econ\u00f4mico para pessoas pobres na \u00cdndia e em Bangladesh<\/p>\n<p>2005: Ag\u00eancia Internacional de Energia At\u00f4mica (AIEA) e o eg\u00edpcio Mohamed El Baradei, por seus esfor\u00e7os para evitar que a energia nuclear seja usada para fins militares e para garantir que a energia nuclear para fins pac\u00edficos seja usada da maneira mais segura poss\u00edvel<\/p>\n<p>2004: Wangari Maathai, ativista do Qu\u00eania, pela contribui\u00e7\u00e3o ao desenvolvimento sustent\u00e1vel, \u00e0 democracia e \u00e0 paz<\/p>\n<p>2003: Shrin Ebadi, primeira ju\u00edza do Ir\u00e3, por sua defesa dos direitos de mulheres e crian\u00e7as<\/p>\n<p>2002: O ex-presidente dos EUA Jimmy Carter, por suas d\u00e9cadas de esfor\u00e7os para encontrar solu\u00e7\u00f5es pac\u00edficas para conflitos internacionais<\/p>\n<p>2001: A ONU e seu ent\u00e3o secret\u00e1rio-geral, o gan\u00eas Kofi Annan, pela busca de um mundo mais pac\u00edfico<\/p>\n<p>2000: Kim Dae-Jung, presidente da Coreia do Sul, por seu esfor\u00e7o para buscar a paz com a Coreia do Norte<\/p>\n<p>1999: M\u00e9dicos sem Fronteiras, pelo trabalho humanit\u00e1rio pioneiro<\/p>\n<p>1998: Os norte-irlandeses John Hume e David Trimble, pelo esfor\u00e7o para conseguir a paz entre as Irlandas<\/p>\n<p>1997: A ativista americana Jody Williams e a ICBL (Campanha Internacional para Banir Minas Terrrestres), por seu trabalho contra esse tipo de armadilha<\/p>\n<p>1996: Os pol\u00edticos Carlos Ximenes e Jos\u00e9 Ramos-Horta, por seus trabalhos para o acordo de paz no Timor Leste<\/p>\n<p>1995: Joseph Rotblat, f\u00edsico brit\u00e2nico, por seu esfor\u00e7o para eliminar as armas nucleares no mundo<\/p>\n<p>1994: Yasser Arafat, ent\u00e3o l\u00edder palestino, Shimon Peres, ent\u00e3o ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores de Israel, e o ent\u00e3o premi\u00ea israelense Yitzhak Rabin, pelos esfor\u00e7os em busca da paz no Oriente M\u00e9dio<\/p>\n<p>1993: Nelson Mandela e Frederik Willem de Klerk, pelo trabalho para o fim do Apartheid na \u00c1frica do Sul<\/p>\n<p>1992: A guatemalteca Rigoberta Mench\u00fa Tum, por sua luta pela justi\u00e7a social e a reconcilia\u00e7\u00e3o etno-cultural a partir do respeito aos direitos dos povos ind\u00edgenas<\/p>\n<p>1991: A pol\u00edtica birmanesa Aung San Suu Kyi, por sua luta n\u00e3o violenta pela democracia e pelos direitos humanos<\/p>\n<p>1990: O pol\u00edtico russo Mikhail Gorbachov, pelo papel de lideran\u00e7a que desempenhou nas mudan\u00e7as radicais nas rela\u00e7\u00f5es Leste-Oeste<\/p>\n<p>1989: O 14\u00ba dalai-lama, o tibetano Tenzin Gyatso, por defender solu\u00e7\u00f5es pac\u00edficas baseadas na toler\u00e2ncia e no respeito m\u00fatuo, a fim de preservar o patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e cultural de seu povo<\/p>\n<p>1988: As For\u00e7as de Manuten\u00e7\u00e3o da Paz das Na\u00e7\u00f5es Unidas, por prevenir confrontos armados e criar condi\u00e7\u00f5es para negocia\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>1987: O presidente costa-riquenho Oscar Arias S\u00e1nchez, por seu trabalho pela paz duradoura na Am\u00e9rica Central<\/p>\n<p>1986: O autor romeno Elie Wiesel, sobrevivente do Holocausto, por ser um mensageiro para a humanidade em prol da paz, da expia\u00e7\u00e3o e da dignidade<\/p>\n<p>1985: M\u00e9dicos Internacionais para a Preven\u00e7\u00e3o da Guerra Nuclear, por divulgar informa\u00e7\u00f5es confi\u00e1veis e por criar consci\u00eancia das consequ\u00eancias catastr\u00f3ficas da guerra nuclear<\/p>\n<p>1984: O bispo anglicano Desmond Mpilo Tutu, por seu papel como l\u00edder unificador na campanha n\u00e3o violenta para resolver o problema do apartheid na \u00c1frica do Sul<\/p>\n<p>1983: O pol\u00edtico polon\u00eas Lech Walesa, pela luta n\u00e3o violenta, pelos sindicatos livres e pelos direitos humanos em seu pa\u00eds<\/p>\n<p>1982: A parlamentar sueca Alva Myrdal e o diplomata mexicano Alfonso Garc\u00eda Robles, pelo trabalho em prol do desarmamento e das zonas nucleares e livres de armas<\/p>\n<p>1981: Escrit\u00f3rio do Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Refugiados (Acnur), pela promo\u00e7\u00e3o dos direitos fundamentais dos refugiados<\/p>\n<p>1980: O ativista argentino Adolfo P\u00e9rez Esquivel, por ser fonte de inspira\u00e7\u00e3o para as pessoas reprimidas, especialmente na Am\u00e9rica Latina<\/p>\n<p>1979: A religiosa de origem maced\u00f4nia Madre Teresa, por seu trabalho para ajudar a humanidade sofredora<\/p>\n<p>1978: Os pol\u00edticos Mohamed Anwar al-Sadat, presidente do Egito, e Menachem Begin, premi\u00ea de Israel, por terem negociado a paz conjuntamente entre os dois pa\u00edses<\/p>\n<p>1977: Anistia Internacional, devido a sua luta pelos direitos humanos<\/p>\n<p>1976: As ativistas Betty Williams e Mairead Corrigan, pelos esfor\u00e7os em fundar um movimento para p\u00f4r fim ao violento conflito na Irlanda do Norte<\/p>\n<p>1975: O f\u00edsico Andrei Dmitrievich Sakharov, por sua luta pelos direitos humanos na Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, pelo desarmamento e pela coopera\u00e7\u00e3o entre as na\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>1974: O franc\u00eas Se\u00e1n MacBride, cofundador da Anisita Internacional, por seus esfor\u00e7os para garantir e desenvolver os direitos humanos em todo o mundo; e o premi\u00ea japon\u00eas Eisaku Sato, por sua contribui\u00e7\u00e3o para estabilizar as condi\u00e7\u00f5es na \u00e1rea do Pac\u00edfico e pela assinatura do Tratado de N\u00e3o-Prolifera\u00e7\u00e3o Nuclear<\/p>\n<p>1973: O secret\u00e1rio de Estado americano Henry A. Kissinger e o vietnamita Le Duc Tho, por terem negociado em conjunto um cessar-fogo no Vietn\u00e3; o segundo declinou do pr\u00eamio<\/p>\n<p>1971: O primeiro-ministro alem\u00e3o Willy Brandt, por abrir o caminho para um di\u00e1logo significativo entre o Oriente e o Ocidente<\/p>\n<p>1970: O engenheiro agr\u00f4nomo americano Norman E. Borlaug, por ter contribu\u00eddo para a &#8220;revolu\u00e7\u00e3o verde&#8221;<\/p>\n<p>1969: Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho, pela cria\u00e7\u00e3o de legisla\u00e7\u00e3o internacional que assegure certas normas para as condi\u00e7\u00f5es de trabalho em todos os pa\u00edses<\/p>\n<p>1968: O jurista franc\u00eas Ren\u00e9 Cassin, por sua luta para garantir os direitos do homem conforme estipulado na Declara\u00e7\u00e3o da ONU<\/p>\n<p>1965: Fundo das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Inf\u00e2ncia (Unicef), pelos seus esfor\u00e7os para aumentar a solidariedade entre as na\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>1964: O pastor e ativista americano Martin Luther King Jr., por sua luta n\u00e3o violenta pelos direitos civis da popula\u00e7\u00e3o afro-americana<\/p>\n<p>1963: Comit\u00ea Internacional da Cruz Vermelha e Liga das Sociedades da Cruz Vermelha, por promoverem os princ\u00edpios da Conven\u00e7\u00e3o de Genebra e a coopera\u00e7\u00e3o com a ONU<\/p>\n<p>1962: O cientista americano Linus Carl Pauling, por sua luta contra a corrida armamentista nuclear entre o Oriente e o Ocidente<\/p>\n<p>1961: O sueco Dag Hammarskj\u00f6ld, secret\u00e1rio-geral da ONU, por fazer das Na\u00e7\u00f5es Unidas uma organiza\u00e7\u00e3o internacional eficaz e construtiva<\/p>\n<p>1960: O ativista e pol\u00edtico Albert John Lutuli, de origem zimbabuana, por sua luta n\u00e3o violenta contra o apartheid na \u00c1frica do Sul<\/p>\n<p>1959: O diplomata brit\u00e2nico Philip J. Noel-Baker, por sua contribui\u00e7\u00e3o para o desarmamento e paz<\/p>\n<p>1958: O religioso belga Georges Pire, por seus esfor\u00e7os para ajudar os refugiados a retornar a uma vida de liberdade e dignidade<\/p>\n<p>1957: O primeiro-ministro canadense Lester Bowles Pearson, por sua contribui\u00e7\u00e3o crucial para o desdobramento de uma For\u00e7a de Emerg\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas ap\u00f3s a Crise de Suez<\/p>\n<p>1954: Escrit\u00f3rio do Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Refugiados (Acnur), por fornecer ajuda e prote\u00e7\u00e3o aos refugiados em todo o mundo<\/p>\n<p>1953: O secret\u00e1rio da Defesa dos EUA George Catlett Marshall, por propor e supervisionar o plano de recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica da Europa<\/p>\n<p>1952: O fil\u00f3sofo de origem alem\u00e3 Albert Schweitzer, por seu altru\u00edsmo, rever\u00eancia pela vida e trabalho humanit\u00e1rio<\/p>\n<p>1951: O l\u00edder sindicalista e diplomata franc\u00eas L\u00e9on Jouhaux, por ter dedicado sua vida \u00e0 luta contra a guerra por meio da promo\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a social<\/p>\n<p>1950: O diplomata americano Ralph Bunche, por seu trabalho como mediador na Palestina em 1948-1949<\/p>\n<p>1949: O bi\u00f3logo e pol\u00edtico escoc\u00eas Lord John Boyd Orr de Brechin por seu esfor\u00e7o ao longo da vida para vencer a fome<\/p>\n<p>1947: Comit\u00ea de Servi\u00e7o de Amigos (Quaker), por seu trabalho pioneiro no movimento internacional pela paz<\/p>\n<p>1946: A soci\u00f3loga e pacifista americana Emily Greene Balch, por seu trabalho pela paz, e o religioso americano John Raleigh Mott, por contribuir para uma fraternidade religiosa promotora da paz<\/p>\n<p>1945: O secret\u00e1rio de Estado americano Cordell Hull, por seu papel fundamental no estabelecimento das Na\u00e7\u00f5es Unidas<\/p>\n<p>1944: Cruz Vermelha, pelo trabalho que realizou durante a guerra em nome da humanidade<\/p>\n<p>1938: Escrit\u00f3rio Internacional de Nansen para Refugiados, pelo trabalho em benef\u00edcio dos refugiados de toda a Europa<\/p>\n<p>1937: O pol\u00edtico de diplomata brit\u00e2nico Robert Cecil, por seu apoio \u00e0 Liga das Na\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>1936: O chanceler argentino Carlos Saavedra Lamas, por seu papel como pai do Pacto Antiguerra argentino de 1933, que tamb\u00e9m foi usado como meio de mediar a paz entre o Paraguai e a Bol\u00edvia em 1935<\/p>\n<p>1935: O escritor e jornalista alem\u00e3o Carl von Ossietzky, por seu amor pela liberdade de pensamento e express\u00e3o<\/p>\n<p>1934: O pol\u00edtico e diplomata brit\u00e2nico Arthur Henderson, por seus esfor\u00e7os como Presidente da Confer\u00eancia de Desarmamento da Liga das Na\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>1933: O escritor brit\u00e2nico Ralph Lane, por fazer um apelo convincente pela paz e coopera\u00e7\u00e3o internacional<\/p>\n<p>1931: A ativista Jane Addams e o pedagogo e pol\u00edtico Nicholas Murray Butler, ambos americanos, por seus esfor\u00e7os para reviver o ideal de paz<\/p>\n<p>1930: O bispo sueco Nathan S\u00f6derblom, por promover a unidade crist\u00e3<\/p>\n<p>1929: O secret\u00e1rio de Estado americano Frank Billings Kellogg, por seu papel na concretiza\u00e7\u00e3o do Pacto Briand-Kellogg<\/p>\n<p>1927: Os acad\u00eamicos e pol\u00edticos Ferdinand Buisson (franc\u00eas) e Ludwig Quidde (alem\u00e3o), pela contribui\u00e7\u00e3o para o surgimento em seus pa\u00edses de uma opini\u00e3o p\u00fablica que favorece a coopera\u00e7\u00e3o internacional pac\u00edfica<\/p>\n<p>1926: Os chanceleres Aristide Briand (franc\u00eas) e Gustav Stresemann (alem\u00e3o), pelos pap\u00e9is na concretiza\u00e7\u00e3o do Tratado de Locarno<\/p>\n<p>1925: O pol\u00edtico brit\u00e2nico sir Austen Chamberlain, por seu papel em concretizar o Tratado de Locarno, e o vice-presidente dos EUA Charles Gates Dawes, pela dire\u00e7\u00e3o do Plano Dawes<\/p>\n<p>1922: O cientista e pol\u00edtico noruegu\u00eas Fridtjof Nansen, pelo papel de l\u00edder na repatria\u00e7\u00e3o de prisioneiros de guerra<\/p>\n<p>1921: Os pol\u00edticos Karl Hjalmar Branting (sueco) e Christian Lous Lange (noruegu\u00eas), por suas contribui\u00e7\u00f5es para o &#8220;internacionalismo organizado&#8221;<\/p>\n<p>1920: O primeiro-ministro franc\u00eas L\u00e9on Victor Auguste Bourgeois, por seu papel no estabelecimento da Liga das Na\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>1919: O presidente dos EUA Thomas Woodrow Wilson, por seu papel como fundador da Liga das Na\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>1917: Cruz Vermelha, por cuidar dos soldados feridos, al\u00e9m de prisioneiros de guerra e suas fam\u00edlias<\/p>\n<p>1913: O jurista belga Henri La Fontaine, por sua contribui\u00e7\u00e3o pelo internacionalismo pac\u00edfico<\/p>\n<p>1912: O secret\u00e1rio de Estado americano Elihu Root, por trazer um melhor entendimento entre os pa\u00edses da Am\u00e9rica do Norte e do Sul<\/p>\n<p>1911: O jurista holand\u00eas Tobias Michael Carel Asser, pelo pioneirismo nas rela\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas internacionais, e o escritor austr\u00edaco Alfred Hermann Fried, por combater a anarquia nas rela\u00e7\u00f5es internacionais<\/p>\n<p>1910: Bureau Permanente da Paz Internacional, por atuar como um elo entre as sociedades de paz dos v\u00e1rios pa\u00edses<\/p>\n<p>1909: O primeiro-ministro belga Auguste Beernaert e o pol\u00edtico e diplomata franc\u00eas Paul de Constant, por suas posi\u00e7\u00f5es no movimento internacional pela paz<\/p>\n<p>1908: Os pol\u00edticos Klas Pontus Arnoldson (sueco) e Fredrik Bajer (dinamarqu\u00eas), por serem l\u00edderes na luta pela paz<\/p>\n<p>1907: O jornalista italiano Ernesto Teodoro Moneta, por seu trabalho para um entendimento entre a Fran\u00e7a e a It\u00e1lia, e o acad\u00eamico franc\u00eas Louis Renault pela sua influ\u00eancia na condu\u00e7\u00e3o das Confer\u00eancias de Haia e Genebra<\/p>\n<p>1906: O presidente dos EUA Theodore Roosevelt, por seu papel em p\u00f4r fim \u00e0 sangrenta guerra travada entre o Jap\u00e3o e a R\u00fassia<\/p>\n<p>1905: A escritora tcheca Bertha von Suttner, por sua coragem em se opor aos horrores da guerra<\/p>\n<p>1904: Instituto de Direito Internacional, por tornar as leis de guerra mais humanas<\/p>\n<p>1903: O pol\u00edtico brit\u00e2nico William Randal Cremer, pelo esfor\u00e7o em favor das ideias de paz<\/p>\n<p>1902: O jornalista e diplomata \u00c9lie Ducommun, pela dire\u00e7\u00e3o do Bureau da Paz, e o advogado Charles Albert Gobat, tamb\u00e9m su\u00ed\u00e7o, pela administra\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Interparlamentar<\/p>\n<p>1901: O filantropo su\u00ed\u00e7o Jean Henry Dunant, por seus esfor\u00e7os humanit\u00e1rios para ajudar soldados feridos ao cofundar a Cruz Vermelha, e o pol\u00edtico franc\u00eas Fr\u00e9d\u00e9ric Passy, pela defesa da diplomacia<\/p>\n<p>N\u00e3o houve premia\u00e7\u00e3o em 19 ocasi\u00f5es: 1972, 1967, 1966, 1956, 1955, 1948, 1943, 1942, 1941, 1940, 1939, 1932, 1928, 1924, 1923, 1918, 1916, 1915, 1914<\/p>\n<p>Not\u00edcias ao Minuto Brasil &#8211; Mundo<br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com.br\/mundo\/1849473\/conheca-todos-os-vencedores-do-premio-nobel-da-paz-desde-1901?utm_source=rss-mundo&amp;amp;utm_medium=rss&amp;amp;utm_campaign=rssfeed\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Read More<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) &#8211; Na manh\u00e3 desta sexta-feira (8), os jornalistas Maria Ressa, 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