{"id":35236,"date":"2021-09-26T18:09:49","date_gmt":"2021-09-26T21:09:49","guid":{"rendered":"http:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2021\/09\/26\/sem-carro-zero-no-mercado-preco-de-usados-sobe-ate-20-e-vendas-disparam\/"},"modified":"2021-09-26T18:09:49","modified_gmt":"2021-09-26T21:09:49","slug":"sem-carro-zero-no-mercado-preco-de-usados-sobe-ate-20-e-vendas-disparam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2021\/09\/26\/sem-carro-zero-no-mercado-preco-de-usados-sobe-ate-20-e-vendas-disparam\/","title":{"rendered":"Sem carro zero no mercado, pre\u00e7o de usados sobe at\u00e9 20% e vendas disparam"},"content":{"rendered":"<p>As negocia\u00e7\u00f5es de carros usados tiveram um boom neste ano, ocupando espa\u00e7o dos modelos novos que sumiram das lojas em raz\u00e3o da falta de chip para a produ\u00e7\u00e3o. Com demanda em alta, h\u00e1 uma escalada de pre\u00e7os que n\u00e3o se via desde o Plano Cruzado (nos anos 1980). H\u00e1 modelos com valoriza\u00e7\u00e3o de mais de 20% em um ano. Num mercado normal, o autom\u00f3vel perde entre 15% a 20% do seu valor ap\u00f3s um ano de uso.<\/p>\n<div class=\"dummyPub\"><\/div>\n<p>Embora o segmento tamb\u00e9m j\u00e1 registre falta de produtos, as vendas at\u00e9 agosto s\u00e3o recordes, com 7,59 milh\u00f5es de autom\u00f3veis e comerciais leves. O n\u00famero \u00e9 48,8% superior ao de 2020, um dos anos mais fracos para o setor por causa da pandemia, mas tamb\u00e9m 6,6% acima dos 7,12 milh\u00f5es de usados vendidos em igual per\u00edodo de 2019, at\u00e9 ent\u00e3o o melhor resultado da hist\u00f3ria, segundo a Fenabrave, que representa as concession\u00e1rias.<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre a venda de carros usados e novos tamb\u00e9m est\u00e1 no ponto m\u00e1ximo da s\u00e9rie hist\u00f3rica realizada desde julho de 2004 pelo Bradesco, que trabalha com dados dessazonalizados. Para cada autom\u00f3vel zero vendido no ano, foram comercializados 6,5 usados. O maior n\u00edvel anterior tinha sido verificado na crise de 2015 e 2016, quando ficou em 5,5.<\/p>\n<p>&#8220;Em per\u00edodos de crise \u00e9 normal essa m\u00e9trica subir, mas dessa vez a massa salarial foi preservada pelos est\u00edmulos (do governo) e as vendas cresceram em parte por causa da demanda, e em parte por causa da falta dos novos&#8221;, diz Renan Bassoli Diniz, economista do Departamento de Pesquisa e Estudos Econ\u00f4micos do Bradesco.<\/p>\n<p>Os pre\u00e7os dos carros novos tamb\u00e9m aumentaram ao longo do ano, mas abaixo dos usados. Segundo o IPCA, \u00edndice que mede a infla\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os ao consumidor, ve\u00edculos zero acumulam alta de 9,8% nos 12 meses encerrados em agosto, enquanto os usados subiram 12,5%.<\/p>\n<p><strong>Corrida<\/strong><\/p>\n<p>O vice-presidente da Fenabrave, Jos\u00e9 Maur\u00edcio Andreta J\u00fanior, diz acreditar que o mercado de usados deve encerrar o ano com mais de 11 milh\u00f5es de ve\u00edculos vendidos, confirmando assim o melhor resultado da hist\u00f3ria do segmento.<\/p>\n<p>Para os novos, diz ele, \u00e9 dif\u00edcil fazer previs\u00f5es porque vai depender da capacidade das montadoras de entregar carros para as revendas. A previs\u00e3o do mercado \u00e9 de que a falta de semicondutores deve se manter pelo menos at\u00e9 meados de 2022.<\/p>\n<p>Mais focadas em modelos novos, concession\u00e1rias tamb\u00e9m correm atr\u00e1s de usados em portais e oferecem pre\u00e7os mais atraentes aos propriet\u00e1rios. Antes da pandemia, o mais comum era receber o usado na troca pelo novo e repass\u00e1-lo a lojistas do ramo. Agora, a maioria das revendas busca carros seminovos (com at\u00e9 tr\u00eas anos de uso) para alavancar os neg\u00f3cios. H\u00e1, inclusive, grupos abrindo lojas exclusivas para vender usados.<\/p>\n<p><strong>Carro usado chega a custar mais que um zero quil\u00f4metro<\/strong><\/p>\n<p>Vender um carro usado por um ano e com pre\u00e7o melhor do que aquele pago na compra \u00e9 algo in\u00e9dito num momento de estabilidade econ\u00f4mica. &#8220;Vi isso s\u00f3 na \u00e9poca da hiperinfla\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma Eduardo Jurcevic, presidente da Webmotors, maior plataforma de compra e venda de carros do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Modelos de grande procura, como Volkswagen T-Cross e Gol, tiveram em um ano valoriza\u00e7\u00e3o de 27% e 24%, respectivamente, conforme dados da KBB Brasil, empresa especializada em pesquisa de pre\u00e7os de ve\u00edculos (veja quadro ao lado).<\/p>\n<p>Para Ana Renata Navas, diretora-geral da Cox Automotive do Brasil, dona da KBB, a alta procura por carros usados &#8211; e a consequente valoriza\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os &#8211; se deve, em parte, \u00e0 pronta entrega que o segmento oferece ao consumidor. Muitos modelos novos t\u00eam filas de espera de quatro a seis meses.<\/p>\n<p>Outro ingrediente, diz ela, \u00e9 que a falta de carros novos reduz tamb\u00e9m a oferta de usados, pois normalmente eles comp\u00f5em o pagamento do zero. &#8220;Com menos ve\u00edculos seminovos e usados dispon\u00edveis nos estoques das lojas, h\u00e1 mais press\u00e3o sobre os pre\u00e7os&#8221;, explica.<\/p>\n<p>Segundo Ana Renata, caso a crise de semicondutores perdure para al\u00e9m do primeiro semestre de 2022, ou se agrave no curto e m\u00e9dio prazos, os fatores citados &#8220;podem pressionar ainda mais os pre\u00e7os, a ponto de arrefecer a demanda por usados&#8221;.<\/p>\n<p>No limite. Na opini\u00e3o de Jurcevic, a elasticidade de pre\u00e7os vai at\u00e9 um certo ponto. &#8220;Acho que est\u00e1 muito pr\u00f3ximo de chegar em um patamar em que o consumidor vai decidir esperar mais um pouco porque os pre\u00e7os est\u00e3o muito altos&#8221;, diz. Como no geral modelos novos e usados ficaram mais caros, o consumidor ter\u00e1 de avaliar se compensa trocar o carro valorizado por outro que tamb\u00e9m valorizou.<\/p>\n<p>Jurcevic afirma que este j\u00e1 \u00e9 o melhor momento da hist\u00f3ria de 25 anos da Webmotors no Brasil. O resultado financeiro da empresa cresceu mais de 30% at\u00e9 agosto ante igual per\u00edodo de 2020 e ele acredita que esse resultado ser\u00e1 mantido at\u00e9 dezembro. O n\u00famero de usu\u00e1rios \u00fanicos, de 12 milh\u00f5es ao m\u00eas, tamb\u00e9m ser\u00e1 superado.<\/p>\n<p>S\u00f3 n\u00e3o ser\u00e1 melhor, ressalta o executivo, porque o n\u00famero de ve\u00edculos anunciados diminuiu. &#8220;Antes da pandemia chegamos a ter 410 mil carros anunciados, e hoje temos 330 mil.&#8221;<\/p>\n<p>O AutoShow, tradicional feir\u00e3o de carros usados que h\u00e1 um ano foi transferido do Anhembi para o Expo Center Norte, na capital paulista, retomou neste ano a venda presencial nas manh\u00e3s de domingo, depois de passar praticamente todo o ano passado sem realizar o evento.<\/p>\n<p>Leandro Ferrari, diretor comercial do AutoShow, afirma que o n\u00famero de carros \u00e0 venda diminuiu, assim como o p\u00fablico, em raz\u00e3o da pandemia. Ressalta, contudo, que em 2018 e em 2019 foram vendidos 30% dos 15 mil e dos 18 mil carros ofertados no feir\u00e3o. Neste ano, at\u00e9 agosto, 52% dos 3,3 mil modelos expostos foram vendidos. Mesmo com o aumento de plataformas de vendas on line, ele diz que o feir\u00e3o continua atraindo muito p\u00fablico comprador, visitas que devem aumentar quando a situa\u00e7\u00e3o da pandemia estiver mais controlada.<\/p>\n<p>&#8220;O local \u00e9 seguro, h\u00e1 muitas op\u00e7\u00f5es de carros, a negocia\u00e7\u00e3o \u00e9 feita na hora, sem intermedi\u00e1rios e temos todos os servi\u00e7os para dar suporte \u00e0 compra, como vistoria cautelar, parceiros da \u00e1rea de financiamento e despachante&#8221;, diz Ferrari.<\/p>\n<p>Desacelera\u00e7\u00e3o. Ferrari cita o Fiat Argo modelo 2019 como exemplo da supervaloriza\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os, em especial dos seminovos. O modelo era oferecido por R$ 40,8 mil em setembro do ano passado e hoje custa R$ 52,4 mil. &#8220;Come\u00e7a a ocorrer uma desacelera\u00e7\u00e3o da velocidade de vendas porque hoje o valor foge do bolso da maioria dos consumidores.&#8221;<\/p>\n<p>A Kavak, startup mexicana que atua na compra e venda online de carros com at\u00e9 10 anos de uso, iniciou opera\u00e7\u00f5es no Brasil em julho com 2,5 mil unidades em estoque. Hoje tem 3,5 mil. O investimento inicial de R$ 2,5 bilh\u00f5es na opera\u00e7\u00e3o brasileira deve ser ampliado no pr\u00f3ximo ano com a expans\u00e3o das opera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos quatro anos, v\u00e1rias startups se instalaram no Pa\u00eds para atuar no mercado de carros de segunda m\u00e3o. Al\u00e9m da Kavak chegaram a Creditas &#8211; comprou a Volanty -, InstaCarro, Carupi e a argentina Karvi.<\/p>\n<p><strong>Venda de usados deve desacelerar no pr\u00f3ximo ano<\/strong><\/p>\n<p>A previs\u00e3o de entidades de classe do setor automotivo e economistas \u00e9 de que o mercado de carros usados vai crescer em ritmo mais moderado em 2022, enquanto o de novos tende a melhorar seu desempenho. A expectativa \u00e9 de que no segundo semestre a falta de semicondutores estar\u00e1 controlada.<\/p>\n<p>A previs\u00e3o do Bradesco \u00e9 de alta de 2,5% na venda de usados, para 12 milh\u00f5es de unidades, e de 7,5% para os novos, somando 2,2 milh\u00f5es de unidades.<\/p>\n<p>Renan Bassoli Diniz, economista do Departamento de Pesquisa e Estudos Econ\u00f4micos do Bradesco, lembra que h\u00e1 demanda, mas a oferta continuar\u00e1 prejudicada no primeiro semestre.<\/p>\n<p>Ele avalia que o mercado de novos perdeu o melhor momento para se recuperar rapidamente e voltar ao n\u00edvel pr\u00e9-pandemia, quando houve est\u00edmulos financeiros do governo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o e os juros estavam mais baixos. &#8220;O ano de 2022 ter\u00e1 menos est\u00edmulos, juros mais altos, per\u00edodo de volatilidade eleitoral e espera-se alta do PIB menor que a deste ano&#8221;, ressalta Diniz.<\/p>\n<p>Eduardo Jurcevic, da Webmotors, est\u00e1 mais otimista. Pesquisa feita pela empresa em julho com 4,2 mil consumidores indica que 75% deles t\u00eam inten\u00e7\u00e3o de adquirir carro novo ou usado ainda este ano, 7% desistiram da compra e 18% v\u00e3o comprar em 2022. &#8220;O carro est\u00e1 mais caro, mas ainda tem cr\u00e9dito no mercado&#8221;, diz.<\/p>\n<p><strong>Prazo de entrega longo leva a mudan\u00e7a de planos na compra<\/strong><\/p>\n<p>O gerente de log\u00edstica Jos\u00e9 C\u00e2ndido, de 44 anos, desistiu de adquirir um modelo JAC T50 novo por causa do tempo que teria de esperar para receb\u00ea-lo. Depois de escolher o carro que desejava, ele foi informado pelo vendedor de que o ve\u00edculo, importado da China, chegaria em cerca de quatro meses.<\/p>\n<p>O prazo de entrega extenso fez com que C\u00e2ndido optasse por um outro modelo, usado, mas com pronta entrega garantida pela concession\u00e1ria. &#8220;Eu uso o carro no dia a dia. Como tenho uma pessoa cadeirante na fam\u00edlia, n\u00e3o posso esperar tanto para receber um zero quil\u00f4metro&#8221; afirma ele.<\/p>\n<p>Apenas quatro meses depois, C\u00e2ndido decidiu trocar novamente de carro. Ele se desfez do Chevrolet Tracker que havia comprado em abril e usou o valor para pagar outro seminovo, agora um Chevrolet Cruze.<\/p>\n<p>&#8220;O pre\u00e7o do zero subiu muito, n\u00e3o compensa para mim. Como meu carro estava quitado, entreguei ele e peguei outro no lugar, saiu elas por elas; eu s\u00f3 precisei arcar com a documenta\u00e7\u00e3o&#8221;, explica C\u00e2ndido.<\/p>\n<p>Como o gerente, muitos consumidores est\u00e3o optando por modelos usados porque os novos est\u00e3o em falta, a fila de espera \u00e9 longa e os pre\u00e7os tamb\u00e9m est\u00e3o aumentando.<\/p>\n<p>Atualmente, os estoques de carros novos nos p\u00e1tios das montadoras e das revendas s\u00e3o suficientes para 13 dias de vendas, o mais baixo da hist\u00f3ria do setor. O estoque considerado equilibrado pelo setor \u00e9 de cerca de 30 dias.<\/p>\n<p>Sem estoques e com produ\u00e7\u00e3o reduzida por causa da dificuldade em adquirir componentes, as montadoras tamb\u00e9m est\u00e3o reajustando os pre\u00e7os, seja para repassar custos de pe\u00e7as e mat\u00e9rias-primas, pela alta cambial ou pela maior procura em tempos de oferta reduzida.<\/p>\n<p>As montadoras tamb\u00e9m est\u00e3o priorizando a produ\u00e7\u00e3o de modelos com maior retorno financeiro, como utilit\u00e1rios-esportivos (SUVs) e picapes, em detrimento de hatches compactos.<\/p>\n<p>Nova gera\u00e7\u00e3o. O consumidor brasileiro est\u00e1 sem op\u00e7\u00e3o para compra de modelos mais populares. Hoje, os carros mais baratos custam R$ 48 mil (Fiat Mobi e Renault Kwid). A nova gera\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis ganhou mais itens de conectividade, seguran\u00e7a e efici\u00eancia energ\u00e9tica e seus pre\u00e7os triplicaram em rela\u00e7\u00e3o aos de uma d\u00e9cada atr\u00e1s.<\/p>\n<p>Levantamento feito pela KBB Brasil, empresa especializada em pesquisa de pre\u00e7os de ve\u00edculos, mostra que os dez modelos mais vendidos em 2011 custavam de R$ 24,7 mil (Chevrolet Celta) a R$ 39,4 mil (Volkswagen Voyage).<\/p>\n<p>Os pre\u00e7os dos dez carros mais vendidos neste ano partem de R$ 49,3 mil (Renault Kwid) e v\u00e3o at\u00e9 R$ 187,2 mil (Jeep Compass). Na m\u00e9dia, a lista atual tem valores 189,6% superiores na compara\u00e7\u00e3o com a de 2011.<\/p>\n<p>&#8220;Apesar de mais caro, comprar um carro novo hoje rende mais (em um ano) do que a poupan\u00e7a e outras aplica\u00e7\u00f5es&#8221;, afirma Jos\u00e9 Maur\u00edcio Andreta J\u00fanior, vice-presidente da Fenabrave, associa\u00e7\u00e3o que representa os concession\u00e1rios de ve\u00edculos.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal <strong>O Estado de S. Paulo.<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com.br\/economia\/1846124\/sem-carro-zero-no-mercado-preco-de-usados-sobe-ate-20-e-vendas-disparam?utm_source=rss-economia&amp;amp;utm_medium=rss&amp;amp;utm_campaign=rssfeed\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Read More<\/a><br \/>\nNot\u00edcias ao Minuto Brasil &#8211; Economia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As negocia\u00e7\u00f5es de carros usados tiveram um boom neste ano, ocupando espa\u00e7o dos modelos novos<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":35237,"comment_status":"","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[11],"tags":[],"class_list":["post-35236","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35236","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=35236"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35236\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/35237"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=35236"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=35236"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=35236"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}