{"id":24756,"date":"2021-07-26T08:08:22","date_gmt":"2021-07-26T11:08:22","guid":{"rendered":"http:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2021\/07\/26\/inflacao-e-desemprego-afetam-ate-o-basico-feijao-com-arroz-na-pandemia\/"},"modified":"2021-07-26T08:08:22","modified_gmt":"2021-07-26T11:08:22","slug":"inflacao-e-desemprego-afetam-ate-o-basico-feijao-com-arroz-na-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2021\/07\/26\/inflacao-e-desemprego-afetam-ate-o-basico-feijao-com-arroz-na-pandemia\/","title":{"rendered":"Infla\u00e7\u00e3o e desemprego afetam at\u00e9 o b\u00e1sico feij\u00e3o com arroz na pandemia"},"content":{"rendered":"<p>(FOLHAPRESS) &#8211; Nem o feij\u00e3o com arroz escapou da alta da infla\u00e7\u00e3o e do desemprego. A combina\u00e7\u00e3o de acelera\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os e renda em queda mudou o card\u00e1pio dos brasileiros mais pobres, que se veem obrigados a optar por produtos mais baratos.<\/p>\n<div class=\"dummyPub\"><\/div>\n<p>Saem \u00f3leo de soja, feij\u00e3o e carne; entram banha de porco, lentilha e ovo. At\u00e9 o preparo da alimenta\u00e7\u00e3o foi afetado. Com o botij\u00e3o de g\u00e1s a mais de R$ 100 em algumas cidades, muitas fam\u00edlias trocaram o fog\u00e3o por lenha e carv\u00e3o.<\/p>\n<p>Enquanto numa ponta os pre\u00e7os sobem, na outra a renda cai. Al\u00e9m da redu\u00e7\u00e3o do valor do aux\u00edlio emergencial, a taxa de desemprego atingiu o patamar recorde de 14,7% no trimestre encerrado em abril.<\/p>\n<p>Solange Ferreira, dona de um mercadinho no bairro Jardim \u00c9ster Yolanda, zona oeste de S\u00e3o Paulo, afirma que a situa\u00e7\u00e3o d\u00f3i na alma. &#8220;Alguns [consumidores] v\u00eam com dinheiro contado para comprar tr\u00eas tomates. Chega na hora de pagar e t\u00eam de tirar um.&#8221;<\/p>\n<p>Reflexo desse cen\u00e1rio, aumentou a oferta de arroz quebrado e bandinha (o meio feij\u00e3o), substitutos mais baratos para o produto padr\u00e3o. Cestas b\u00e1sicas tamb\u00e9m t\u00eam contado com uma mistura maior desses produtos com os tradicionais.<\/p>\n<p>B\u00e1rbara da Silva, 19, de Heli\u00f3polis, favela na zona sul da capital paulista, \u00e9 uma das que t\u00eam dependido de doa\u00e7\u00f5es. M\u00e3e de um menino de dois anos, ela est\u00e1 sem emprego, e o marido, que trabalha como marceneiro, n\u00e3o tem encontrado muitos servi\u00e7os. Assim, a fam\u00edlia riscou frutas, verduras e iogurtes da lista.<\/p>\n<p>De acordo com Ana Maria Segall, coordenadora de rela\u00e7\u00f5es internacionais da Rede Penssan (Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional), frutas e verduras s\u00e3o os primeiros alimentos que as pessoas retiram do card\u00e1pio em uma situa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a alimentar \u2013quando n\u00e3o h\u00e1 acesso pleno e seguro a alimentos de qualidade conforme a dieta de uma popula\u00e7\u00e3o. Em seguida, s\u00e3o retirados a carne e os derivados de leite.<\/p>\n<p>A troca de produtos por substitutos mais baratos, como de um arroz mais nobre pelo quebrado, \u00e9 reflexo dessa situa\u00e7\u00e3o. O produto costuma ser exportado para a \u00c1frica, mas, com o aumento de 5% da safra do cereal e os pre\u00e7os dom\u00e9sticos subindo, parte maior da produ\u00e7\u00e3o ficou no mercado interno.<\/p>\n<p>Uma foto de um saco do produto da marca Rampinelli viralizou na \u00faltima semana acompanhada por um questionamento da qualidade do alimento. No entanto, afora a apar\u00eancia, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7a em termos nutricionais para outros tipos de arroz. O produto costuma ser usado em sopas, canjas e ra\u00e7\u00e3o animal.<\/p>\n<p>No caso do feij\u00e3o, a ind\u00fastria \u2013afetada por um ano mais seco e de geada\u2013 apostou no bandinha, que sai por valores inferiores a R$ 5 por quilo, enquanto o produto padr\u00e3o se aproxima de R$ 7.<\/p>\n<p>Outro produto cujo consumo despencou foi a carne bovina, paralelamente \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do aux\u00edlio emergencial.<\/p>\n<p>&#8220;A queda nas vendas beira 40% nos \u00faltimos meses, enquanto a de frango dobrou \u2013e olha que aqui o povo come carne de boi&#8221;, diz Ildeu Afonso, que tem um a\u00e7ougue na periferia de Cuiab\u00e1 (MT).<\/p>\n<p>Na cidade, h\u00e1 registro de filas para doa\u00e7\u00f5es de restos de ossos de boi durante a pandemia.<\/p>\n<p>Em 2020, o consumo de su\u00ednos, aves e ovos cresceu 5,5%, 6,5% e 9,1%, respectivamente \u2013valores que se mantiveram est\u00e1veis no primeiro trimestre deste ano, de acordo com a ABPA (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Prote\u00edna Animal). Enquanto isso, o consumo de carne bovina caiu 7%.<\/p>\n<p>A cesta dos mais pobres tamb\u00e9m passou a ter mais apresuntado, empanado e p\u00e3o industrializado. Segundo a consultoria Kantar, o consumo desses itens na classe D\/E cresceu 14,8 e 11 pontos percentuais, respectivamente, entre mar\u00e7o de 2020 e de 2021.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio contrasta com o vivido por essas classes nas duas \u00faltimas d\u00e9cadas. De 2004 a 2013, fam\u00edlias viram a renda m\u00e9dia crescer junto a uma maior distribui\u00e7\u00e3o de renda, o que permitiu uma melhora do padr\u00e3o de consumo.<\/p>\n<p>Desde 2015, por\u00e9m, h\u00e1 uma revers\u00e3o desse quadro, agravada pela pandemia.<\/p>\n<p>&#8220;A partir do segundo trimestre de 2020, esse processo se radicalizou. Todos perdem, mas quem est\u00e1 na base perde proporcionalmente mais&#8221;, diz Andr\u00e9 Salata, professor do programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em ci\u00eancias sociais da PUCRS.<\/p>\n<p>Para ele, \u00e9 preciso manter o aux\u00edlio emergencial a curto prazo e recuperar o mercado de trabalho a longo.<\/p>\n<p>Embora a alta de pre\u00e7os ocorra para todas as faixas de renda, ela \u00e9 mais sentida pelos mais pobres, cuja cesta de consumo \u00e9 composta principalmente por alimenta\u00e7\u00e3o, transporte e energia \u2013os vil\u00f5es da infla\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos meses.<\/p>\n<p>Dados do Ipea (Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada) mostram que os mais pobres sentem mais a escalada de pre\u00e7os na pandemia. Segundo o instituto, a faixa da popula\u00e7\u00e3o com renda considerada muito baixa (inferior a R$ 1.650,50 por m\u00eas) registrou infla\u00e7\u00e3o de 9,24% no acumulado de 12 meses at\u00e9 junho. \u00c9 a maior varia\u00e7\u00e3o entre os seis grupos pesquisados.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos alimentos, pressionam o or\u00e7amento dos mais pobres o g\u00e1s de botij\u00e3o, que acumula alta de 24,25% em 12 meses at\u00e9 junho, e a conta de luz, que subiu em meio \u00e0 crise h\u00eddrica. Segundo o IBGE, as tarifas de energia residencial acumularam alta de 14,2% em 12 meses at\u00e9 junho.<\/p>\n<p>Sem dinheiro para pagar a conta de luz, Elias, 64, pedia ajuda de pedestres em uma cal\u00e7ada na Lapa, zona oeste de S\u00e3o Paulo, na sexta (23). Em m\u00e3os, o boleto de R$ 124.<\/p>\n<p>Morador de Franco da Rocha, ele divide o terreno com a ex-mulher e quatro filhos. Al\u00e9m da energia, ele destaca o pre\u00e7o do g\u00e1s. &#8220;Ontem eu fui queimar lenha [para cozinhar] e meu vizinho reclamou da fuma\u00e7a. Est\u00e1 tudo muito dif\u00edcil&#8221;, afirma.<br \/>Desempregados dependem de doa\u00e7\u00f5es para se alimentar<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo | Ag\u00eancia Mural&#8221;Na casa em que mora com os quatro filhos e o marido na Favela do Pullman, na zona sul de S\u00e3o Paulo, a aut\u00f4noma Fernanda Cristina Beccare, 38, deixou de comer coisas simples que gostava como cuscuz e sardinhas enlatadas.<\/p>\n<p>A dieta dela est\u00e1 restrita ao b\u00e1sico, como arroz e feij\u00e3o. Mesmo assim, s\u00f3 consegue comida por causa de doa\u00e7\u00f5es de organiza\u00e7\u00f5es sociais.<\/p>\n<p>Apesar de contar com ajuda, ainda faltam itens essenciais, como produtos de higiene pessoal e roupas, ainda mais com o clima mais frio do inverno. &#8220;Se j\u00e1 estava dif\u00edcil para arrumar servi\u00e7o antes da pandemia, agora piorou&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>&#8220;Como se n\u00e3o bastasse, as coisas est\u00e3o absurdamente caras. E como comprar sem trabalhar?&#8221;<\/p>\n<p>Na fam\u00edlia, a \u00fanica renda vem do trabalho como jardineiro do marido de Fernanda. Com filhos entre 7 e 18 anos, ela diz que &#8220;gra\u00e7as a Deus n\u00e3o tem problemas com energia&#8221;, mas isso s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel com a ajuda que recebe. &#8220;Sem isso, n\u00e3o sei o que seria da gente.&#8221;<\/p>\n<p>Al\u00e9m da perda de renda causada pelo aumento do desemprego na pandemia do coronav\u00edrus, a infla\u00e7\u00e3o pressiona o poder de compra, principalmente dos mais pobres.<\/p>\n<p>&#8220;O miojo e o ovo est\u00e3o salvando os moradores&#8221;, comenta Cleberson da Silva Pereira, economista do CEP (Centro de Estudos Perif\u00e9ricos).<\/p>\n<p>P\u00e9s de frango, l\u00edngua, m\u00fasculos, peixes mais baratos e cortes su\u00ednos tamb\u00e9m entraram na dieta da periferia.<\/p>\n<p>&#8220;Compramos o mais barato. No a\u00e7ougue s\u00e3o sempre as carnes mais baratas, quando n\u00e3o \u00e9 ovo&#8221;, comenta a auxiliar de escrit\u00f3rio Tom\u00e1sia Aparecida, 57, do Graja\u00fa, zona sul de S\u00e3o Paulo. &#8220;Ultimamente tenho comprado itens de feijoada. E s\u00f3 o que resta e sai mais barato, como f\u00edgado, peixe e p\u00e9 de frango.&#8221;<\/p>\n<p>Na mesma regi\u00e3o, Leia Santos, 45, se define como m\u00e3e e pai dos quatro filhos. Com renda de R$ 398 do Bolsa Fam\u00edlia, gasta R$ 350 de aluguel. Os R$ 48 que restam \u00e9 o que ela tem para comida. &#8220;Hoje o que mais temos em casa \u00e9 arroz, feij\u00e3o e ovos. Mistura n\u00e3o tem porque s\u00f3 d\u00e1 a cartela de ovo mesmo&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>Nos grupos de mensagens do bairro, desabafos de situa\u00e7\u00f5es como a falta de luz em casa ou n\u00e3o conseguir dar comida aos filhos s\u00e3o comuns. &#8220;J\u00e1 n\u00e3o aguento mais tanto sofrimento, minha beb\u00ea sem leite desde ontem. Consegui colocar ela agora pra cochilar depois de muita luta porque ela s\u00f3 chora com falta da mamadeira. S\u00f3 tem nove meses&#8221;, escreveu uma m\u00e3e em uma das publica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Outras pessoas pedem indica\u00e7\u00f5es de onde h\u00e1 doa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Respons\u00e1vel por um projeto com sede no Cap\u00e3o Redondo, zona sul de S\u00e3o Paulo, Jedderson Johny dos Santos, 29, confirma que a pandemia escancarou uma realidade j\u00e1 existente na periferia.<\/p>\n<p>&#8220;Alimentos faltaram para fam\u00edlias que havia tempos n\u00e3o sabiam o que era sentir essa sensa\u00e7\u00e3o&#8221;, comenta. &#8220;Junto a isso foram percept\u00edveis a exclus\u00e3o digital e a dificuldade do poder p\u00fablico de dialogar com as periferias da cidade para ouvir delas o que de fato faz falta.&#8221; Ele diz que o grupo pretende discutir o assunto com autoridades. &#8220;N\u00e3o \u00e9 justo essas iniciativas partirem somente das favelas.&#8221;<\/p>\n<p>Uma das beneficiadas pelo trabalho \u00e9 a diarista Evelyn Gomes do Nascimento, 31, que se diz atingida de todas as formas pela pandemia. Moradora do Jardim Record, em Tabo\u00e3o da Serra (regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo), ela e o marido est\u00e3o desempregados. &#8220;Venho comprando s\u00f3 o b\u00e1sico, como p\u00e3o, leite e fralda.&#8221;<\/p>\n<p>Ela cita que carne e feij\u00e3o s\u00e3o luxos que s\u00f3 s\u00e3o comprados quando h\u00e1 promo\u00e7\u00e3o. No lugar do feij\u00e3o, entra a lentilha. A \u00fanica renda com a qual a fam\u00edlia pode contar mensalmente s\u00e3o os R$ 275 do Bolsa Fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Para economizar, o casal reduziu o tempo do banho e desligou a TV. &#8220;A gente focou a economia porque n\u00e3o tem de onde tirar.&#8221; O projeto, diz, garante a alimenta\u00e7\u00e3o dos dois filhos. &#8220;Com o que consigo a mais supro outras necessidades.&#8221;<\/p>\n<p>A crise se repete na casa da aut\u00f4noma Taciana Silva Mattos, 31, em Curucutu, bairro de S\u00e3o Bernardo do Campo (ABC Paulista), onde vive com o marido. &#8220;Compro s\u00f3 o b\u00e1sico quando tenho dinheiro&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Ela vende maquiagens, mas nem sempre rende o suficiente para pagar as contas e bancar a casa. O marido, mec\u00e2nico, n\u00e3o \u00e9 registrado e s\u00f3 recebe quando tem servi\u00e7o. Com a pandemia, ele trabalha cada vez menos.<\/p>\n<p>Entre as mudan\u00e7as na casa, t\u00eam trocado o arroz pelo macarr\u00e3o. O \u00f3leo aparece cada vez menos no arm\u00e1rio da casa; como alternativa, Taciana usa toucinho. &#8220;Assim economizo.&#8221;<\/p>\n<p>A compra do m\u00eas por l\u00e1 deixou de ter v\u00e1rios itens que eram ela considerava simples e essenciais, como carnes, legumes e frutas. Mas o problema vai al\u00e9m. &#8220;Tive v\u00e1rias crises de ansiedade resultando em depress\u00e3o. Me afetou, n\u00e3o s\u00f3 financeiramente mas mentalmente.&#8221;<\/p>\n<p>Pesquisa do Procon-SP aponta que, entre fevereiro e mar\u00e7o, 70% dos entrevistados tiveram diminui\u00e7\u00e3o em sua renda individual. Al\u00e9m disso, 87% disseram que os gastos habituais tiveram aumento na pandemia, principalmente na alimenta\u00e7\u00e3o (71,47%).<\/p>\n<p>No ano passado, a cesta b\u00e1sica subiu 31% em S\u00e3o Paulo, segundo levantamento do Procon-SP\/Dieese. Tamb\u00e9m pesam contas de consumo, como, \u00e1gua, luz e g\u00e1s.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das dificuldades cotidianas, Pereira, do CEP, diz que o adiamento dos sonhos t\u00eam sido a realidade nos bairros mais pobres. &#8220;A compra de um carro ou a reforma da casa s\u00e3o coisas que ficam em segundo plano neste momento.&#8221;<\/p>\n<p>O aux\u00edlio emergencial, criado para apoiar fam\u00edlias na pandemia, tem pago entre R$ 150 e R$ 375. O recurso criado ano passado por causa da pandemia foi retomado em abril e estendido at\u00e9 outubro.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com.br\/economia\/1826134\/inflacao-e-desemprego-afetam-ate-o-basico-feijao-com-arroz-na-pandemia?utm_source=rss-economia&amp;amp;utm_medium=rss&amp;amp;utm_campaign=rssfeed\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Read More<\/a><br \/>\nNot\u00edcias ao Minuto Brasil &#8211; Economia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(FOLHAPRESS) &#8211; Nem o feij\u00e3o com arroz escapou da alta da infla\u00e7\u00e3o e do desemprego.<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":24757,"comment_status":"","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[11],"tags":[],"class_list":["post-24756","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24756","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24756"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24756\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/24757"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24756"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24756"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24756"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}