{"id":203556,"date":"2025-09-13T10:44:30","date_gmt":"2025-09-13T13:44:30","guid":{"rendered":"http:\/\/roteironoticias.com.br\/?p=203556"},"modified":"2025-09-13T10:44:31","modified_gmt":"2025-09-13T13:44:31","slug":"13-de-setembro-dia-nacional-da-cachaca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2025\/09\/13\/13-de-setembro-dia-nacional-da-cachaca\/","title":{"rendered":"13 DE SETEMBRO \u2013 DIA NACIONAL DA CACHA\u00c7A"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Cacha\u00e7a: Do Protesto Hist\u00f3rico \u00e0 Celebra\u00e7\u00e3o da Identidade Brasileira<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>No dia 13 de setembro, o Brasil celebra o Dia Nacional da Cacha\u00e7a, uma data que vai muito al\u00e9m de um simples brinde. Ela remonta a um epis\u00f3dio hist\u00f3rico de resist\u00eancia e luta, conhecido como a Revolta da Cacha\u00e7a, e refor\u00e7a o papel fundamental da bebida como s\u00edmbolo da identidade e da cultura nacional. Para entender a profundidade dessa hist\u00f3ria, conversamos com Nelson Alves, um apaixonado por cacha\u00e7a, colecionador, degustador e estudioso da bebida, que reside em Nova Ol\u00edmpia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A Revolta da Cacha\u00e7a: Quando a Bebida virou S\u00edmbolo de Luta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em 1649, a Coroa Portuguesa, preocupada com a queda na arrecada\u00e7\u00e3o devido \u00e0 prefer\u00eancia popular pela cacha\u00e7a em detrimento da bagaceira (um destilado portugu\u00eas), e do Vinho do Porto, decretou a proibi\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e venda da bebida no Brasil. A medida, que visava proteger os interesses econ\u00f4micos da metr\u00f3pole, gerou uma imensa insatisfa\u00e7\u00e3o entre produtores e consumidores.<\/p>\n\n\n\n<p>A tens\u00e3o explodiu em 1661, no Rio de Janeiro. A Coroa, sob o comando do governador Salvador Correia de S\u00e1 e Benevides, intensificou a fiscaliza\u00e7\u00e3o, invadindo e destruindo alambiques e dep\u00f3sitos de cacha\u00e7a. Os motivos eram claros: a cacha\u00e7a era vista como uma amea\u00e7a ao monop\u00f3lio portugu\u00eas e \u00e0 estabilidade da bagaceira e do vinho no mercado brasileiro. Os brasileiros, sentindo-se explorados se uniram em protesto.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA Revolta da Cacha\u00e7a foi um marco\u201d, explica o cachacista. \u201cEla n\u00e3o foi apenas sobre uma bebida; foi um grito de liberdade, um protesto contra a opress\u00e3o econ\u00f4mica e a tentativa de Portugal de controlar nossa produ\u00e7\u00e3o. Os revoltosos depuseram o governador, mostrando que a cacha\u00e7a era mais do que uma bebida: era um s\u00edmbolo de resist\u00eancia e do nosso esp\u00edrito nacional.\u201d A revolta culminou com a deposi\u00e7\u00e3o do governador e a proibi\u00e7\u00e3o s\u00f3 foi revogada em 1662, ap\u00f3s a chegada de um novo governador. \u00c9 por isso que o 13 de setembro, dia em que a revolta eclodiu, foi escolhido para a celebra\u00e7\u00e3o nacional da cacha\u00e7a, oficialmente institu\u00edda por meio do Decreto n\u00ba 4.851, de 29 de outubro de 2003.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o Instituto Brasileiro da Cacha\u00e7a-IBRAC, a hist\u00f3ria da cacha\u00e7a come\u00e7a no s\u00e9culo XVI, com a chegada da cana-de-a\u00e7\u00facar ao Brasil. Inicialmente, a bebida era um subproduto da produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar, mas rapidamente conquistou o paladar popular e se tornou uma alternativa econ\u00f4mica e culturalmente importante.<\/p>\n\n\n\n<p>A cacha\u00e7a \u00e9, hoje, o destilado mais consumido no Brasil, bem como no mundo. A sua import\u00e2ncia econ\u00f4mica \u00e9 ineg\u00e1vel, gerando milhares de empregos em toda a cadeia produtiva. Os principais estados produtores, como Minas Gerais, S\u00e3o Paulo, Pernambuco e Cear\u00e1, concentram a maior parte da produ\u00e7\u00e3o. No consumo, a bebida est\u00e1 presente em todas as regi\u00f5es, com destaque para os estados do Nordeste e Sudeste, que lideram o consumo per capita. As cacha\u00e7as de maior volume de vendas no mercado nacional s\u00e3o as de marcas amplamente conhecidas, como 51, Velho Barreiro, Pitu e Ypi\u00f3ca.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A Cacha\u00e7a Conquista o Mundo: Exporta\u00e7\u00e3o em Crescimento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O potencial da cacha\u00e7a n\u00e3o se limita ao mercado interno. \u201cO mundo est\u00e1 descobrindo a cacha\u00e7a\u201d, afirma Nelson. \u201cEla est\u00e1 ganhando espa\u00e7o e reconhecimento, n\u00e3o apenas como base para a caipirinha, mas como um destilado de alta qualidade, compar\u00e1vel a runs e u\u00edsques\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A exporta\u00e7\u00e3o de cacha\u00e7a tem crescido consistentemente. Em 2022, por exemplo, o Brasil exportou 9,31 milh\u00f5es de litros da bebida para mais de 76 pa\u00edses, gerando uma receita de US$ 20,80 milh\u00f5es, o que equivale a mais de R$ 100 milh\u00f5es (com base na cota\u00e7\u00e3o m\u00e9dia do per\u00edodo). Em volume, esse n\u00famero representou um aumento de 29,03% em rela\u00e7\u00e3o a 2021. Os principais pa\u00edses de destino em volume foram Alemanha, Paraguai, Estados Unidos, Fran\u00e7a e Portugal.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Sabor da Tradi\u00e7\u00e3o: A Import\u00e2ncia da Cacha\u00e7a Artesanal<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para Nelson, a cacha\u00e7a artesanal \u00e9 a verdadeira joia da coroa. &#8220;\u00c9 nela que a gente encontra a alma do produtor, a hist\u00f3ria da regi\u00e3o. A cacha\u00e7a industrial busca padroniza\u00e7\u00e3o, enquanto a artesanal busca a singularidade, o sabor \u00fanico que vem do cuidado com a cana, da fermenta\u00e7\u00e3o natural e do envelhecimento em madeiras brasileiras&#8221;, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>A produ\u00e7\u00e3o artesanal n\u00e3o s\u00f3 valoriza a tradi\u00e7\u00e3o familiar e os m\u00e9todos passados de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o, como tamb\u00e9m impulsiona a economia local, criando empregos e fortalecendo o turismo nas regi\u00f5es produtoras. O uso de madeiras como o jequitib\u00e1, a amburana e o b\u00e1lsamo, por exemplo, confere \u00e0 bebida notas sensoriais que a distinguem de outros destilados, elevando a cacha\u00e7a a um patamar de bebida premium no mercado internacional.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, o Brasil possui mais de 1.200 alambiques registrados, mas estima-se que existam cerca de 40.000 em todo o pa\u00eds, grande parte de produ\u00e7\u00e3o artesanal. A produ\u00e7\u00e3o de cacha\u00e7a artesanal, embora n\u00e3o tenha um n\u00famero exato e consolidado, representa uma parte significativa da produ\u00e7\u00e3o total. Minas Gerais, por exemplo, o maior produtor do pa\u00eds, tem cerca de 200 milh\u00f5es de litros de cacha\u00e7a artesanal por ano, o que corresponde a aproximadamente metade da produ\u00e7\u00e3o nacional de cacha\u00e7a de alambique.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as cacha\u00e7as artesanais mais renomadas do Brasil, Nelson faz quest\u00e3o de citar algumas que s\u00e3o verdadeiras refer\u00eancias:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Salinas (MG): Cacha\u00e7a Havana, An\u00edsio Santiago, Salinas dentre centenas de outros r\u00f3tulos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Paraty (RJ): Cacha\u00e7a Coqueiro, Cacha\u00e7a Paratiana e Cacha\u00e7a Corisco.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; S\u00e3o Paulo: Cacha\u00e7a Vale Verde e Cacha\u00e7a Maria Izabel.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Rio Grande do Sul: Cacha\u00e7a Weber Haus.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Luiz Alves (SC): Conhecida como a \u201cCapital da Cacha\u00e7a\u201d, o munic\u00edpio produz a renomada Cacha\u00e7a Bylaardt, al\u00e9m de outros r\u00f3tulos famosos como a Spezia e a Rein.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Alagoas: A regi\u00e3o de Pindoba se destaca com a Cacha\u00e7a Gog\u00f3 da Ema, enquanto Vi\u00e7osa \u00e9 conhecida pela Cacha\u00e7a Mulata. O estado tamb\u00e9m \u00e9 lar da cacha\u00e7a Cara\u00e7u\u00edpe.<\/p>\n\n\n\n<p>-Areia (PB): A Para\u00edba tem sua tradi\u00e7\u00e3o em Areia, com cacha\u00e7as como a Cacha\u00e7a Vol\u00fapia, a Cacha\u00e7a Serra Limpa e a Cacha\u00e7a Matuta, que se destacam pela qualidade.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Esp\u00edrito Santo: O estado \u00e9 conhecido pela produ\u00e7\u00e3o da Cacha\u00e7a Santa Terezinha e &nbsp;Princesa Isabel, mostrando a for\u00e7a do destilado na regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Norte do Brasil: Mesmo em Estados menos tradicionais, a cacha\u00e7a encontra seu espa\u00e7o. No Par\u00e1, a Cacha\u00e7a do \u00cdndio em Santar\u00e9m e a Xingua\u00e7a s\u00e3o refer\u00eancias. Em Rond\u00f4nia, o Alambique Bom Jesus em Presidente M\u00e9dici produz a Cacha\u00e7a Bom Jesus e tamb\u00e9m a Cacha\u00e7a Lorenzon, de Cacoal. No Acre, destaca-se a Cacha\u00e7a Acreana e Cobra Coral, e no Tocantins, a cooperativa de Combinado, produz a Dama dos Azuis, al\u00e9m dos produtores de Palmeira e Palmeirinha, dentre outras.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Esses s\u00e3o apenas alguns exemplos. Cada regi\u00e3o do Brasil tem cacha\u00e7as maravilhosas, e a beleza \u00e9 justamente essa diversidade&#8221;, complementa Nelson, que se dedica a colecionar e degustar o que h\u00e1 de melhor na produ\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A Cacha\u00e7a de Mato Grosso<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para Nelson, a cacha\u00e7a de Mato Grosso tem um sabor especial. \u201cTemos aqui um potencial enorme. O clima e o solo do nosso Estado s\u00e3o perfeitos para a cana-de-a\u00e7\u00facar. Isso resulta em cacha\u00e7as com caracter\u00edsticas \u00fanicas.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo dados do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), Mato Grosso possui sete alambiques registrados, mas o n\u00famero real de produtores \u00e9 significativamente maior, j\u00e1 que muitos atuam de forma artesanal e informal. \u201cEssa informalidade, embora traga desafios, tamb\u00e9m mostra a for\u00e7a da tradi\u00e7\u00e3o familiar e o potencial de crescimento da cacha\u00e7a no nosso Estado\u201d, pontua Nelson.<\/p>\n\n\n\n<p>Questionado sobre as principais cacha\u00e7as e alambiques de Mato Grosso, ele destaca alguns nomes de peso, muitos deles com produ\u00e7\u00f5es artesanais e de alta qualidade:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Chapada dos Guimar\u00e3es: O destaque fica para a cacha\u00e7a Geod\u00e9sica, conhecida por ser um produto diferenciado, ideal para a degusta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Sinop: No S\u00edtio Santa F\u00e9, a Cacha\u00e7a Caleffi se destaca, com um processo de produ\u00e7\u00e3o artesanal.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Claro: A Cacha\u00e7a \u00c1gua Clara \u00e9 uma refer\u00eancia, com tipos branca, envelhecida em barril de amburana e carvalho.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Colniza: O alambique produz a cacha\u00e7a Morada da Serra, uma das joias do oeste mato-grossense.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Pocon\u00e9: A cacha\u00e7a Serra Pantaneira \u00e9 produzida de forma artesanal, em uma regi\u00e3o de assentamento quilombola, valorizando a tradi\u00e7\u00e3o e o trabalho manual.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Comodoro: A Cacha\u00e7a Sucuri, produzida pela fam\u00edlia Zanin, \u00e9 um exemplo de tradi\u00e7\u00e3o familiar na produ\u00e7\u00e3o artesanal.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Santiago do Norte: A Cacha\u00e7a Caminhos de Santiago se destaca como uma cacha\u00e7a de qualidade e possui outros r\u00f3tulos, como a Cuiab\u00e1 FC, uma homenagem ao time de futebol.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Primavera do Leste: A Cacha\u00e7a Bressan, produzida pela fam\u00edlia Bressan, se destaca por ser feita de forma artesanal em uma regi\u00e3o conhecida pela agricultura em larga escala, mostrando a diversifica\u00e7\u00e3o da atividade rural no Estado.<\/p>\n\n\n\n<p>A cacha\u00e7a \u00e9, de fato, mais que uma bebida. \u00c9 um testemunho da hist\u00f3ria, da luta e da riqueza cultural do Brasil. E para Nelson Alves, ela \u00e9, acima de tudo, um motivo de orgulho.<\/p>\n\n\n\n<p>*<strong><em>Nelson Alves, o &#8220;cachacista&#8221; de Nova Ol\u00edmpia, desvenda a hist\u00f3ria e a import\u00e2ncia da bebida mais brasileira de todas<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1-2-768x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-203557\" srcset=\"https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1-2-768x1024.jpg 768w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1-2-225x300.jpg 225w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1-2-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1-2-450x600.jpg 450w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1-2.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/0-1-768x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-203558\" srcset=\"https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/0-1-768x1024.jpg 768w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/0-1-225x300.jpg 225w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/0-1-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/0-1-450x600.jpg 450w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/0-1.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/f9-768x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-203559\" srcset=\"https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/f9-768x1024.jpg 768w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/f9-225x300.jpg 225w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/f9-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/f9-450x600.jpg 450w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/f9.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cacha\u00e7a: Do Protesto Hist\u00f3rico \u00e0 Celebra\u00e7\u00e3o da Identidade Brasileira No dia 13 de setembro, o<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":203560,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[14,8],"tags":[],"class_list":["post-203556","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cidades","category-brasil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/203556","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=203556"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/203556\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":203561,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/203556\/revisions\/203561"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/203560"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=203556"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=203556"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=203556"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}