{"id":202401,"date":"2025-08-13T11:08:41","date_gmt":"2025-08-13T14:08:41","guid":{"rendered":"http:\/\/roteironoticias.com.br\/?p=202401"},"modified":"2025-08-13T11:08:41","modified_gmt":"2025-08-13T14:08:41","slug":"crise-mundial-na-producao-de-cacau-abre-novas-possibilidades-ao-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2025\/08\/13\/crise-mundial-na-producao-de-cacau-abre-novas-possibilidades-ao-brasil\/","title":{"rendered":"Crise mundial na produ\u00e7\u00e3o de cacau abre novas possibilidades ao Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Com manejo correto e o uso de tecnologias como a irriga\u00e7\u00e3o localizada, Estado do Cear\u00e1 acelera a retomada da cultura no Pa\u00eds e ganha protagonismo podendo alavancar produtores brasileiros no cen\u00e1rio internacional<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A&nbsp;P\u00e1scoa de 2025&nbsp;foi uma das mais caras (e amargas) dos \u00faltimos anos ap\u00f3s a disparada de pre\u00e7os da principal mat\u00e9ria prima do chocolate no mercado internacional. De acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Cacau (ICCO), em compara\u00e7\u00e3o com o in\u00edcio da temporada 2024\/25, os valores aumentaram 66% em Londres, passando de US$ 6,896 por tonelada em 1\u00b0 de outubro de 2024 para US$ 11,441\/ton, em 31 de dezembro de 2024. Em Nova York, a eleva\u00e7\u00e3o foi de 64% no mesmo per\u00edodo, de US$ 7,061\/ton para US$ 11,545\/ton.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os principais fatores dessa alta, est\u00e1 a redu\u00e7\u00e3o da oferta global nos campos de produ\u00e7\u00e3o. Costa do Marfim e Gana, os dois maiores fornecedores mundiais de cacau, enfrentam problemas que contribuem para esse cen\u00e1rio. Eventos clim\u00e1ticos extremos, o aumento das infesta\u00e7\u00f5es dos v\u00edrus CSSV (<em>Cacao Swollen Shoot Virus<\/em>), tamb\u00e9m conhecido como broto inchado e lavouras em idade avan\u00e7ada com baixa produtividade,&nbsp;s\u00e3o alguns dos principais motivos que combinados resultaram na situa\u00e7\u00e3o atual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como este cen\u00e1rio n\u00e3o deve ter r\u00e1pida resolu\u00e7\u00e3o no curto-m\u00e9dio prazo, em meio a essa crise de oferta de cacau, surge uma nova oportunidade ao Brasil. A chance de retomar o protagonismo utilizando tecnologias como a irriga\u00e7\u00e3o localizada em uma cultura que, entre as d\u00e9cadas de 1930 e 1980, foi s\u00edmbolo de riqueza, mas que, \u00e0 \u00e9poca, foi afetada uma das maiores trag\u00e9dias fitossanit\u00e1rias da agricultura brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Vassoura-de-bruxa mudou profundamente a hist\u00f3ria do fruto no Brasil, especialmente na Bahia, que at\u00e9 ent\u00e3o era uma das maiores regi\u00f5es produtoras do mundo. A doen\u00e7a chegou oficialmente em 1989. O pat\u00f3geno, um fungo chamado&nbsp;<em>Moniliophthora perniciosa<\/em>, provavelmente j\u00e1 estava na regi\u00e3o amaz\u00f4nica, mas foi introduzido na Bahia de forma suspeita e criminosa, segundo investiga\u00e7\u00f5es da \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O surto se agravou rapidamente e o Pa\u00eds perdeu cerca de 70% da produ\u00e7\u00e3o de cacau na Bahia em menos de 10 anos. Ou seja, passou da produ\u00e7\u00e3o de quase 400 mil ton\/ano para 123 mil ton\/ano nos anos 2000. Desta forma, houve a quebra de milhares de agricultores e fal\u00eancias generalizadas. \u201cA Vassoura-de-bruxa praticamente acabou com a produ\u00e7\u00e3o cacaueira no Brasil, principalmente na Bahia e na Amaz\u00f4nia e gerou um colapso social e ambiental que at\u00e9 hoje gera reflexos\u201d, disse, Adolfo Moura, engenheiro agr\u00f4nomo que h\u00e1 mais de 10 anos se dedica \u00e0s pesquisas, desenvolvendo clones produtivos e adaptados ao nordeste da cultura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora, 35 anos depois, o Brasil tem a oportunidade de reescrever essa hist\u00f3ria deixando de ser coadjuvante para se tornar protagonista mundial na produ\u00e7\u00e3o e a tecnologia \u00e9 a mola propulsora desse novo momento. \u201cCom essa quebra de produ\u00e7\u00e3o no mundo, o Brasil tem a chance de suprir essa demanda, por\u00e9m o cultivo nacional ainda \u00e9 muito t\u00edmido e precisamos ampliar as \u00e1reas plantadas para primeiro atender a demanda interna, que \u00e9 alta, e posteriormente pensar em exporta\u00e7\u00e3o\u201d, refor\u00e7ou Moura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Irriga\u00e7\u00e3o como protagonista<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ado\u00e7\u00e3o de tecnologias de irriga\u00e7\u00e3o, especialmente o gotejamento, ter\u00e1 um papel importante no futuro para o cultivo do cacau no Brasil. Essa t\u00e9cnica permite a aplica\u00e7\u00e3o precisa de \u00e1gua e nutrientes diretamente na zona radicular, reduzindo perdas por evapora\u00e7\u00e3o (com efici\u00eancia superior a 90%) e aumentando a produtividade em at\u00e9 150% em compara\u00e7\u00e3o a sistemas n\u00e3o irrigados, de acordo com dados de projetos da FAO e do World Cocoa Foundation.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o apoio da solu\u00e7\u00e3o, como a da Rivulis, e o cultivo a pleno sol, anteriormente invi\u00e1vel em muitas regi\u00f5es, tornou-se uma realidade. Mudas jovens podem ser irrigadas com volumes entre 2 a 5 litros por planta por dia, enquanto \u00e1rvores adultas exigem 20 a 40 litros por dia, dependendo do est\u00e1gio fenol\u00f3gico e das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas. A fertirriga\u00e7\u00e3o por exemplo, permite ainda o fornecimento regular de micronutrientes como zinco, ferro, boro e magn\u00e9sio, otimizando a absor\u00e7\u00e3o e o desempenho das plantas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em \u00e1reas irrigadas e com manejo intensivo, \u00e9 poss\u00edvel atingir produtividades acima de 2.000 kg\/ha\/ano, reduzindo os ciclos improdutivos e aumentando a uniformidade das safras. Isso representa quase quatro vezes mais do que a m\u00e9dia observada em muitos pa\u00edses africanos, aumentando a renda do produtor e tornando a atividade economicamente vi\u00e1vel em \u00e1reas antes marginalizadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cacau cearense j\u00e1 \u00e9 realidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma das regi\u00f5es que abriu as portas para o Cacau foi o Cear\u00e1. A principal iniciativa o estado teve in\u00edcio em 2010 por meio de um projeto de coopera\u00e7\u00e3o m\u00fatua a partir da uni\u00e3o entre a Associa\u00e7\u00e3o Univale, com apoio do produtor Jo\u00e3o Teixeira Junior, da Frutacor, CEPLAC (Comiss\u00e3o Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira), \u00f3rg\u00e3o do Minist\u00e9rio da Agricultura e a Embrapa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O projeto foi liderado pelo engenheiro agr\u00f4nomo e especialista em cultura irrigada, Di\u00f3genes Henrique Abrantes Sarmento, com o objetivo de implantar culturas alternativas em plena seca, na regi\u00e3o do Vale do Jaguaribe\/CE. \u201cFui contratado para coordenar essas pesquisas e testamos em v\u00e1rias regi\u00f5es do Estado, o plantio de cacau, caqui, ma\u00e7\u00e3 e pera. Ap\u00f3s anos de estudos, a cultura que melhor se adaptou foi o cacau\u201d, disse Sarmento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Animados com o bom desempenho e adapta\u00e7\u00e3o do cacaueiro na regi\u00e3o, a primeira \u00e1rea de quatro hectares foi consolidada. Nessa implanta\u00e7\u00e3o, em 2010, foram utilizados 12 clones, os mais adaptados ao Brasil. Destes, as variedades CCN51 e o PS319 se destacaram com produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia variando de 2,5 ton a 3 ton por hectare, um resultado muito superior \u00e0s \u00e1reas tradicionais que atingiam no m\u00e1ximo 900 kg\/ha. \u201cEsse resultado comprovou o potencial da cultura no Estado. Juntamente \u00e0 qualidade do clone, fizemos um bom manejo de solo e tivemos muita aten\u00e7\u00e3o desde o pr\u00e9-plantio ao p\u00f3s-colheita. Somado a tudo isso com aux\u00edlio da irriga\u00e7\u00e3o localizada, tornou-se poss\u00edvel a alta produ\u00e7\u00e3o alta em pleno calor e sol cearense\u201d, disse Sarmento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Import\u00e2ncia da irriga\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com este novo momento do cacau no Brasil migrando para uma \u00e1rea mais quente e mais seca, comprovadamente a irriga\u00e7\u00e3o torna-se fundamental com melhores perspectivas e op\u00e7\u00e3o por gotejamento, se tornou o principal alicerce do modelo produtivo. Essa t\u00e9cnica permite controle preciso da \u00e1gua e dos nutrientes, promovendo plantas mais saud\u00e1veis, lavouras mais uniformes e uso racional dos recursos naturais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo Carlos Barh, engenheiro agr\u00f4nomo com mais de 50 anos de experi\u00eancia em irriga\u00e7\u00e3o, hoje na Rivulis \u00e9 respons\u00e1vel pela \u00e1rea de suporte t\u00e9cnico ao cliente de pr\u00e9 e p\u00f3s-vendas, por conta da precis\u00e3o e efici\u00eancia, a irriga\u00e7\u00e3o por gotejamento \u00e9 a que se mostra mais apropriada para o cultivo. \u201cO cacau nasceu para ser irrigado por gotejamento, pois a t\u00e9cnica n\u00e3o deixa aumentar umidade, que pode acarretar o desenvolvimento de fungos. A planta fica mais sadia, pois tecnologias como as da Rivullis possibilitam que recebam o recurso no momento que precisam e na quantidade certa\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda segundo o especialista da Rivullis, l\u00edder global em solu\u00e7\u00f5es de microirriga\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m \u00e9 fundamental refor\u00e7ar a import\u00e2ncia da fertirriga\u00e7\u00e3o no gotejamento. \u201cA planta sem \u00e1gua n\u00e3o vive e s\u00f3 com \u00e1gua tamb\u00e9m n\u00e3o se desenvolve. Por isso, \u00e9 fundamental colocar os nutrientes certos no momento que as plantas necessitam. \u00c9 uma forma extremamente eficiente, pois as perdas de nutrientes s\u00e3o m\u00ednimas e a planta vai responder com produtividade e qualidade\u201d, acrescentou Barh.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Desafio log\u00edstico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ap\u00f3s identificar os clones mais eficientes, a melhor forma de irrigar e ajustar o manejo da cultura e de solo, o desafio seguinte do cacau cearense foi a log\u00edstica. Ou seja, como escoar a produ\u00e7\u00e3o das principais ind\u00fastrias que ficavam na Bahia, algo que era muito complexo e oneroso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com a boa qualidade dos frutos, Sarmento e sua equipe decidiram verticalizar a produ\u00e7\u00e3o. \u201cPercebemos que a nossa am\u00eandoa era fina e de boa qualidade, excelente para produ\u00e7\u00e3o de chocolate e manteiga de cacau. Assim, em 2018 fundamos, em Limoeiro do Norte, a empresa Cacau do Cear\u00e1, a primeira ind\u00fastria a usar a mat\u00e9ria prima exclusiva de produtores do Estado\u201d, lembrou o engenheiro agr\u00f4nomo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com a ind\u00fastria local, aquela \u00e1rea inicial de quatro hectares foi sendo ampliada. Os estudos mostraram que tamb\u00e9m seria poss\u00edvel consorciar outras culturas na mesma \u00e1rea do cacau gerando novas fontes de renda. Desta forma agregou o cultivo de coco e banana.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A partir de ent\u00e3o o projeto decolou, atualmente j\u00e1 somaram mais 300 hectares de produtores cearenses que se interessaram e tamb\u00e9m resolveram apostar no cultivo. \u201cPassamos a ter o plantio em larga escala e buscamos cada vez mais agregar valor para que os produtos saiam prontos e embalados para o mercado consumidor tanto do Cear\u00e1 quanto do Brasil, n\u00e3o s\u00f3 do chocolate em si, mas de outros subprodutos do cacau\u201d, destacou Sarmento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com opera\u00e7\u00e3o desde maio de 2021, a planta industrial j\u00e1 est\u00e1 sendo expandida e a capacidade de produ\u00e7\u00e3o deve passar de 100 quilos para at\u00e9 uma tonelada por m\u00eas. \u201cO Cacau hoje \u00e9 realidade aqui no Cear\u00e1, h\u00e1 muita procura por parte de produtores e ind\u00fastria e a nossa meta \u00e9 at\u00e9 janeiro passar dos 400\/ha plantados aqui na regi\u00e3o\u201d, acrescentou o engenheiro agr\u00f4nomo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Potencial e oportunidades futuras<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com a qualidade dos clones utilizados atualmente, o cacau tem potencial para ser expandido para todo o estado do Cear\u00e1 e outras regi\u00f5es do Nordeste, Centro-Oeste at\u00e9 o Sudeste. Segundo Sarmento, o cultivo do fruto \u00e9 uma atividade que requer pouca m\u00e3o de obra, algo bem escasso no Brasil, e \u00e9 uma cultura que pode ser plantada em \u00e9pocas quentes e pode ser facilmente consorciada com outras culturas, ideal para todas as categorias de produtores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda segundo ele, outra vantagem \u00e9 o alto retorno financeiro com boa rentabilidade. \u201cCom bom manejo mesmo sendo \u00e1reas pequenas facilmente o produtor consegue atingir cerca de tr\u00eas mil kg de am\u00eandoa\/ha pegando o m\u00e9dia atual hoje de R$ 50 gera uma renda bruta de R$ 150 mil com o custeio de cerca de R$ 22 mil, o que deixa grande margem a ele\u201d, destacou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora para ampliar a produ\u00e7\u00e3o, o setor cacaueiro busca incentivos por meio de parcerias p\u00fablico e privadas para que possam avan\u00e7ar em pesquisas para alavancar a produ\u00e7\u00e3o em diversas regi\u00f5es do Brasil. Para isso, dados de produ\u00e7\u00e3o e produtividade do mercado e financiamentos e linhas de cr\u00e9ditos espec\u00edficas dos bancos tornam-se indispens\u00e1veis. \u201c\u00c9 preciso tamb\u00e9m cursos de capacita\u00e7\u00e3o para melhorar a m\u00e3o de obra e o manejo da cultura formando consultores locais bem como o avan\u00e7o de novos viveiristas (produtores de mudas) diminuindo a fila de espera por novas mudas\u201d, finalizou Sarmento.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/20250812-143748-768x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-202403\" srcset=\"https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/20250812-143748-768x1024.jpg 768w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/20250812-143748-225x300.jpg 225w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/20250812-143748-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/20250812-143748-1536x2048.jpg 1536w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/20250812-143748-450x600.jpg 450w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/20250812-143748-scaled.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"576\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/WhatsApp-Image-2025-07-14-at-20.08.38-576x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-202402\" srcset=\"https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/WhatsApp-Image-2025-07-14-at-20.08.38-576x1024.jpg 576w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/WhatsApp-Image-2025-07-14-at-20.08.38-169x300.jpg 169w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/WhatsApp-Image-2025-07-14-at-20.08.38.jpg 720w\" sizes=\"auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/files.pressmanager.net\/clientes\/d520c92a8cefa6c531073c08f38bc3a5\/imagens\/2019\/08\/01\/4aac47d9f778f6b4409defdaacd891af.png\" alt=\"Ruralpress\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Kassiana Bonissoni<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com manejo correto e o uso de tecnologias como a irriga\u00e7\u00e3o localizada, Estado do Cear\u00e1<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":202404,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-202401","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agronoticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/202401","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=202401"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/202401\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":202405,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/202401\/revisions\/202405"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/202404"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=202401"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=202401"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=202401"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}