{"id":193981,"date":"2024-09-30T14:08:40","date_gmt":"2024-09-30T17:08:40","guid":{"rendered":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2024\/09\/30\/nova-geracao-do-tenis-nacional-ja-viaja-pelo-mundo-e-ensaia-vida-de-adulto-no-profissional\/"},"modified":"2024-09-30T14:08:40","modified_gmt":"2024-09-30T17:08:40","slug":"nova-geracao-do-tenis-nacional-ja-viaja-pelo-mundo-e-ensaia-vida-de-adulto-no-profissional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2024\/09\/30\/nova-geracao-do-tenis-nacional-ja-viaja-pelo-mundo-e-ensaia-vida-de-adulto-no-profissional\/","title":{"rendered":"Nova gera\u00e7\u00e3o do t\u00eanis nacional j\u00e1 viaja pelo mundo e ensaia &#8216;vida de adulto&#8217; no profissional"},"content":{"rendered":"<p>A nova gera\u00e7\u00e3o do t\u00eanis brasileiro j\u00e1 ensaia seus primeiros aces e winners no mundo dos profissionais. Mais precoce, meninos e meninas de talento de diferentes regi\u00f5es do Pa\u00eds est\u00e3o brilhando nos torneios juvenis enquanto ensaiam uma &#8220;vida de adulto&#8221; entre os profissionais, em meio a rotinas que misturam treinos e viagens pelo mundo com aulas e provas na escola. Em compara\u00e7\u00e3o \u00e0s gera\u00e7\u00f5es anteriores, a atual conta com um volume maior de adolescentes-tenistas, com apoio mais s\u00f3lido e acompanhamentos t\u00e9cnico, f\u00edsico e psicol\u00f3gico desde cedo.<\/p>\n<div class=\"dummyPub\">\u00a0<\/div>\n<p>A nova gera\u00e7\u00e3o \u00e9 encabe\u00e7ada por duas meninas: a paulista Nauhany Silva e a potiguar Victoria Barros, ambas de 14 anos. O goiano Lu\u00eds Augusto Miguel, de 15 anos, e o cuiabano Livas Damazio, de 14, s\u00e3o os principais representantes da ala masculina. O grupo feminino tem ainda a ga\u00facha Pietra Rivoli e paranaense Fl\u00e1via Cherobim, a mais nova delas, com apenas 13 anos.<\/p>\n<p>&#8220;Faz tempo que a gente n\u00e3o tem uma gera\u00e7\u00e3o de jovens t\u00e3o boa&#8221;, diz ao\u00a0<strong>Estad\u00e3o<\/strong> L\u00e9o Azevedo, t\u00e9cnico brasileiro com larga experi\u00eancia em trabalho de base no Reino Unido, Estados Unidos e Espanha. &#8220;No caso das meninas, n\u00f3s temos hoje duas sub-15 que est\u00e3o entre as melhores do mundo na idade delas, que \u00e9 a Nauhany e a Victoria. Temos o Lu\u00eds Augusto, que est\u00e1 entre os melhores do mundo na idade dele. A Pietra est\u00e1 entre as melhores da Am\u00e9rica do Sul na idade dela. Essa nossa gera\u00e7\u00e3o \u00e9 muito boa.&#8221;<\/p>\n<p>Para o ex-tenista Fernando Meligeni, o diferencial do momento \u00e9 o volume de jogadores de alto n\u00edvel nesta idade. &#8220;Temos mais gente do que t\u00ednhamos em outras \u00e9pocas. Temos uma turminha surgindo ao mesmo tempo e isso \u00e9 muito bom para o t\u00eanis brasileiro&#8221;, afirma o comentarista da ESPN.<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o deles \u00e9 atestada pelos resultados recentes dos jovens brasileiros. Nauhany, mais conhecida como Nan\u00e1, somou seus primeiros pontos no ranking da WTA, que re\u00fane as profissionais do mundo todo, na \u00faltima segunda-feira. Com apenas 14 anos, tornou-se a mais nova de toda a lista mundial na semana passada. Para efeito de compara\u00e7\u00e3o, Beatriz Haddad Maia, a melhor tenista do Pa\u00eds desde a lenda Maria Esther Bueno, estreou no ranking com 15 anos.<\/p>\n<p>Nan\u00e1 estreou em Grand Slam nesta temporada, ao disputar a chave juvenil de Roland Garros, em Paris. &#8220;Hoje eu estou competindo mais fora do Brasil do que dentro. As viagens come\u00e7aram a aumentar no ano passado&#8221;, comenta Nan\u00e1, ainda surpresa com a nova rotina, em entrevista ao\u00a0<strong>Estad\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p>Victoria Barros ainda busca seu primeiro ponto no ranking mundial. Mas sua vida j\u00e1 \u00e9 de atleta profissional, at\u00e9 mesmo com patroc\u00ednio pessoal de uma grande marca de telefonia. No ano passado, ela deixou a cidade de Natal para morar na Europa, na companhia da m\u00e3e. Sua fam\u00edlia aceitou convite para treinar na academia de Patrick Mouratoglou, ex-treinador de Serena Williams e atual da japonesa Naomi Osaka. A academia, localizada na cidade francesa de Nice, virou a nova casa de Victoria.<\/p>\n<p>No mesmo ano, ela come\u00e7ou a disputar os torneios de n\u00edvel ITF (Federa\u00e7\u00e3o Internacional de T\u00eanis), que j\u00e1 conta com profissionais. N\u00e3o raro ela precisa enfrentar rivais de 17 e 18 anos. E, com frequ\u00eancia, sai de quadra com o resultado positivo. &#8220;No t\u00eanis, n\u00e3o importa a altura e a idade. Importa, sim, o jogo da pessoa. \u00c9 por isso que eu n\u00e3o me intimido diante de tenistas mais velhas ou maiores que eu&#8221;, disse a tenista \u00e0 reportagem, no ano passado.<\/p>\n<p>Natural de Goi\u00e2nia, Lu\u00eds Augusto Miguel, ou apenas Guto, \u00e9 uma das promessas no masculino. N\u00e3o \u00e9 exagero dizer que o t\u00eanis faz parte da vida de Guto desde antes do seu parto. Na maternidade, sua m\u00e3e n\u00e3o p\u00f4de contar com a companhia do seu marido. O motivo? O pai de Guto estava internado em outro hospital ap\u00f3s torcer o tornozelo numa partida de t\u00eanis.<\/p>\n<p>&#8220;J\u00e1 nasci familiarizado com o t\u00eanis&#8221;, brinca o espont\u00e2neo adolescente, entre risadas. &#8220;Mas comecei mesmo com cinco anos, batendo bolinha no pared\u00e3o em Goian\u00e9sia, onde n\u00f3s mor\u00e1vamos na \u00e9poca.&#8221; O adolescente empilhou conquistas em torneios de base, como a Copa Guga, at\u00e9 entrar no ritmo das viagens internacionais.<\/p>\n<p>NOVA ROTINA<\/p>\n<p>As competi\u00e7\u00f5es em outros continentes se tornam o caminho natural para eles, em raz\u00e3o da maior premia\u00e7\u00e3o, mais pontos nos rankings juvenil e profissional, al\u00e9m de experi\u00eancia e aprendizado. Somente no \u00faltimo ano Nan\u00e1 fez 20 viagens internacionais. Guto conheceu 13 novos pa\u00edses e Victoria j\u00e1 circula com facilidade pela Europa.<\/p>\n<p>A rotina \u00e9 acompanhada pelas aulas do Ensino Fundamental. Todos fazem aulas e provas online porque abandonar os estudos n\u00e3o \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o nem dos atletas e nem dos pais. &#8220;Eu comecei a estudar online neste ano, \u00e9 bem diferente. Precisa ter disciplina para fazer as coisas&#8221;, diz Nan\u00e1, que est\u00e1 no nono ano. &#8220;Penso na faculdade j\u00e1, mas ainda estou na d\u00favida sobre o que vou fazer.&#8221;<\/p>\n<p>Os aplicativos das escolas ajudam os adolescentes-tenistas nos estudos. &#8220;Estou no primeiro ano do Ensino M\u00e9dio. Eu concilio bem os estudos com o meu tempo livre. Uso um aplicativo para estudar. Num torneio na Col\u00f4mbia, eu jogava pela manh\u00e3 e estudava \u00e0 tarde&#8221;, conta Guto.<\/p>\n<p>Fora das viagens, a rotina tamb\u00e9m \u00e9 puxada. &#8220;Eu treino de manh\u00e3 e de tarde, \u00e0s vezes na quadra ou treino f\u00edsico mesmo. Fa\u00e7o uma parada para almo\u00e7ar ao meio-dia, volto \u00e0s 14h. Chego em casa por volta de 17h30 e vou estudar. \u00c0s 20h30, j\u00e1 estou na cama. Eu gosto de dormir&#8221;, diz Nan\u00e1, com o sorriso ainda de crian\u00e7a.<\/p>\n<p>A ca\u00e7ula deste grupo \u00e9 Fl\u00e1via Cherobim, de apenas 13 anos. Mais jovem sul-americana a pontuar no ranking juvenil, a tenista de Curitiba passou pela nata\u00e7\u00e3o e pela gin\u00e1stica ap\u00f3s se encantar com o t\u00eanis aos seis anos. &#8220;Sempre tive facilidade com os esportes. Eu vi minha irm\u00e3 jogando e gostei&#8221;, conta Fl\u00e1via ao Estad\u00e3o.<\/p>\n<p>Assim como os demais, Fl\u00e1via j\u00e1 conta com aparato profissional ao seu redor, como t\u00e9cnico, acompanhamento psicol\u00f3gico, al\u00e9m do apoio da fam\u00edlia. No ano passado, sua prepara\u00e7\u00e3o passou a contar at\u00e9 com aulas de ioga. &#8220;O equil\u00edbrio mental precisa ter a mesma aten\u00e7\u00e3o que damos para as quest\u00f5es t\u00e9cnicas e t\u00e1ticas. Por isso, a Fl\u00e1via come\u00e7ou a fazer ioga no ano passado&#8221;, explica o pai da atleta, Versione Cherobim.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>SEM PULAR ETAPAS<\/p>\n<p>Os pais e as m\u00e3es dos atletas dividem a mesma preocupa\u00e7\u00e3o: n\u00e3o abreviar a inf\u00e2ncia e a adolesc\u00eancia em meio \u00e0 vida de tenista. &#8220;Desde quando brinc\u00e1vamos de bexiga na sala de casa, j\u00e1 pensando nos movimentos do t\u00eanis, eu pensava na divers\u00e3o dela. Ela s\u00f3 tinha dois aninhos. E se divertia. E \u00e9 o que ela faz hoje: ela se diverte em quadra&#8221;, diz Paulinho Silva, pai e ex-treinador de Nan\u00e1.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Para L\u00e9o Azevedo, a divers\u00e3o em quadra n\u00e3o pode ser perdida pelos tenistas juvenis. &#8220;O t\u00eanis precisa ser l\u00fadico, principalmente nesta idade. Tem que ser prazeroso, divertido. Os grandes tenistas s\u00e3o assim: eles se divertem em quadra. D\u00e1 para ver isso no Carlos Alcaraz, por exemplo. Era assim com o Federer, o Nadal.&#8221;<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>L\u00e9o acompanha de perto a evolu\u00e7\u00e3o de Nan\u00e1, Guto e Pietra, assim como j\u00e1 aconteceu com Victoria. Em comum, eles t\u00eam o Rede T\u00eanis Brasil, entidade sem fins lucrativos que vem fazendo grande investimento na modalidade nos \u00faltimos anos. L\u00e9o \u00e9 o head coach do RTB, que contou com Victoria numa vers\u00e3o anterior do projeto.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>ALGU\u00c9M VAI DESPONTAR NO FUTURO?<\/p>\n<p>Tanto L\u00e9o quanto Fernando Meligeni s\u00e3o cautelosos quanto ao futuro. Para Azevedo, marcar pontos no ranking, como j\u00e1 fez Nan\u00e1, n\u00e3o a torna uma profissional neste momento. &#8220;Apesar de estar no ranking, ela ainda n\u00e3o \u00e9 profissional porque ser profissional \u00e9 viver do t\u00eanis, ter dedica\u00e7\u00e3o exclusiva. A Nan\u00e1 ainda estuda, \u00e9 adolescente, faz v\u00e1rias coisas. Precisa ser assim. Ser profissional \u00e9 se dedicar 100% \u00e0quilo que voc\u00ea faz. Definir ela e os demais como profissionais tira aquela parte l\u00fadica, t\u00e3o importante nesta idade.&#8221;<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Meligeni se mostra otimista quanto ao futuro, sem abandonar a cautela com as previs\u00f5es sobre jogadores de forma individual. &#8220;Nunca estive t\u00e3o esperan\u00e7oso. Hoje temos um cen\u00e1rio ten\u00edstico brasileiro muito melhor do que t\u00ednhamos 10 anos atr\u00e1s. Se l\u00e1 atr\u00e1s, com muito menos estrutura e recursos, conseguimos trazer Thiago Monteiro, Thiago Wild, a Bia, a Laura para o Top 100 do ranking, por que n\u00e3o acreditar que algum destes meninos e meninas v\u00e3o furar a bolha?&#8221;, questiona. &#8220;Mas precisamos preservar nossos atletas promissores em termos de expectativa.&#8221;<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do ex-tenista, a receita do sucesso para o t\u00eanis brasileiro \u00e9 o trabalho em grupo, como fizeram outros pa\u00edses. &#8220;Precisamos de atletas e dirigentes generosos, comprometidos e competentes. N\u00e3o adianta o tenista achar que vai chegar sozinho, as grandes escolas de t\u00eanis chegaram em grupo, como fizeram a escola espanhola, argentina, americana. Os tenistas chegam em grupos, mesmo quando n\u00e3o se d\u00e3o bem entre si.&#8221;<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>MAIS TORNEIOS<\/p>\n<p>Para os especialistas, o novo cen\u00e1rio do t\u00eanis brasileiro tem liga\u00e7\u00e3o direta com uma maior estrutura no Pa\u00eds. Nos \u00faltimos anos, o n\u00famero de torneios em solo nacional aumentou consideravelmente. Entre 2021 e 2024, o Brasil sediou 70 competi\u00e7\u00f5es de n\u00edvel ITF e ATP Challenger, os primeiros de n\u00edvel profissional.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Os torneios cederam cerca de 150 convites aos juvenis, at\u00e9 18 anos, o que proporciona maior experi\u00eancia aos brasileiros sem a necessidade de viajar para longe. &#8220;A It\u00e1lia se tornou uma pot\u00eancia do t\u00eanis porque \u00e9 um dos pa\u00edses onde mais tem torneio. Na It\u00e1lia, o tenista perde e volta para casa, pertinho, sem precisar ficar viajando longas horas&#8221;, explica L\u00e9o Azevedo.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;Estamos fazendo um bom trabalho na base. A entrada de novos patrocinadores, um pouco mais de investimentos\u0085 Qual \u00e9 o problema do Brasil em compara\u00e7\u00e3o aos outros pa\u00edses? Temos pouco dinheiro e estamos com o d\u00f3lar alto, n\u00e3o temos muita chance de jogar muitos torneios na Europa e nos EUA. A Am\u00e9rica do Sul est\u00e1 um degrau abaixo do t\u00eanis que se joga atualmente. E tamb\u00e9m n\u00e3o tem estrutura para poder viajar e passar tempo fora do pa\u00eds jogando. Quando come\u00e7amos a dar mais oportunidade para esta meninada aqui mesmo, e podendo jogar bastante l\u00e1 fora tamb\u00e9m, o garoto que \u00e9 bom se destaca&#8221;, diz Meligeni.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Dos 70 torneios mencionados acima, cerca de metade foi organizada pela Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de T\u00eanis (CBT). &#8220;Um dos nossos pilares na Confedera\u00e7\u00e3o \u00e9 criar oportunidade aos nossos tenistas. Claro que n\u00e3o \u00e9 uma garantia de que teremos um futuro n\u00famero 1 do mundo, mas hoje, os atletas t\u00eam um leque amplo de possibilidades. Com um calend\u00e1rio mais robusto de torneios nas categorias juvenis e de transi\u00e7\u00e3o, hoje \u00e9 poss\u00edvel se destacar no cen\u00e1rio internacional passando grande parte do tempo sem sair do pa\u00eds ou do continente&#8221;, afirma o presidente da CBT, Rafael Westrupp.<\/p>\n<p>Not\u00edcias ao Minuto Brasil &#8211; Esporte<br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com.br\/esporte\/2206633\/nova-geracao-do-tenis-nacional-ja-viaja-pelo-mundo-e-ensaia-vida-de-adulto-no-profissional?utm_source=rss-esporte&amp;amp;utm_medium=rss&amp;amp;utm_campaign=rssfeed\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Read More<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A nova gera\u00e7\u00e3o do t\u00eanis brasileiro j\u00e1 ensaia seus primeiros aces e winners no mundo<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":193982,"comment_status":"","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-193981","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-esportes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/193981","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=193981"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/193981\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/193982"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=193981"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=193981"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=193981"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}