{"id":187870,"date":"2024-08-12T16:08:39","date_gmt":"2024-08-12T19:08:39","guid":{"rendered":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2024\/08\/12\/nando-reis-diz-que-renasceu-com-sobriedade-ao-lancar-seu-1o-disco-feito-sem-drogas\/"},"modified":"2024-08-12T16:08:39","modified_gmt":"2024-08-12T19:08:39","slug":"nando-reis-diz-que-renasceu-com-sobriedade-ao-lancar-seu-1o-disco-feito-sem-drogas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2024\/08\/12\/nando-reis-diz-que-renasceu-com-sobriedade-ao-lancar-seu-1o-disco-feito-sem-drogas\/","title":{"rendered":"Nando Reis diz que renasceu com sobriedade ao lan\u00e7ar seu 1\u00ba disco feito sem drogas"},"content":{"rendered":"<p>LUCAS BR\u00caDA<br \/>S\u00c3O PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; Em 2016, Nando Reis chegou ao fundo do po\u00e7o. Estava em Seattle para mixar seu \u00e1lbum &#8220;Jardim Pomar&#8221;, lan\u00e7ado naquele ano. Distante da ent\u00e3o ex, agora atual mulher, V\u00e2nia, e dos filhos, e sem coca\u00edna, ele se afundou no \u00e1lcool -eram esses seus dois principais v\u00edcios- e planejou tirar a pr\u00f3pria vida. No meio do processo, desistiu.<\/p>\n<div class=\"dummyPub\">\u00a0<\/div>\n<p>Baixista e vocalista na fase cl\u00e1ssica dos Tit\u00e3s, autor de dezenas de sucessos j\u00e1 incrustados no cancioneiro popular brasileiro, ele ligou para o psiquiatra e pediu para ser internado. Passou a frequentar uma unidade dos Alco\u00f3licos An\u00f4nimos, retomou o contato com V\u00e2nia e os shows e entrou num processo de sobriedade que dura at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>O novo projeto de Reis, &#8220;Uma Estrela Misteriosa&#8221;, que inclui quatro \u00e1lbuns de m\u00fasicas in\u00e9ditas, lan\u00e7ado a conta-gotas desde o m\u00eas passado, \u00e9 resultado dessas experi\u00eancias. &#8220;Foi ali que me deparei com um esgotamento daquela vida de antes&#8221;, ele diz. &#8220;Essa mudan\u00e7a de h\u00e1bitos, quando parei de beber e de usar [drogas], tem uma conota\u00e7\u00e3o muito forte para mim, como um renascimento, uma op\u00e7\u00e3o pela vida.&#8221;<\/p>\n<p>No ano passado, em especial no podcast &#8220;Lugar de Sonho&#8221; e numa mat\u00e9ria publicada pela revista Piau\u00ed, ambos em primeira pessoa, Reis falou abertamente sobre sua rela\u00e7\u00e3o com as drogas -descrevendo, inclusive, como elas acompanhavam seu processo de cria\u00e7\u00e3o. Em &#8220;Uma Estrela Misteriosa&#8221;, ele viveu uma situa\u00e7\u00e3o que desconhecia, a de criar um \u00e1lbum estando s\u00f3brio, ap\u00f3s 30 ou 40 anos .<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 comum, entre quem \u00e9 adicto, e usa a subst\u00e2ncia com essa finalidade, acreditar que sem isso n\u00e3o se d\u00e1 [para compor], e isso \u00e9 uma mentira&#8221;, ele diz. &#8220;A cria\u00e7\u00e3o tem um lado que parece meio m\u00e1gico, voc\u00ea \u00e9 cooptado por um estado de transcend\u00eancia que \u00e9 semelhante \u00e0 embriaguez ou de viagem. Mas, por mais desinibidor que qualquer fagulha fosse, o resultado final era submetido a uma avalia\u00e7\u00e3o cr\u00edtica e rigorosa que sempre tive.&#8221;<\/p>\n<p>Reis diz que n\u00e3o faz cr\u00f4nica nem autobiografia, e que seu m\u00e9todo de composi\u00e7\u00e3o se d\u00e1 em torno da organiza\u00e7\u00e3o dos pr\u00f3prios pensamentos e emo\u00e7\u00f5es -em suas palavras, a &#8220;acumula\u00e7\u00e3o de tudo que vem na minha pr\u00f3pria hist\u00f3ria&#8221;. No novo \u00e1lbum, ele faz uma declara\u00e7\u00e3o singela e testemunhal a V\u00e2nia em &#8220;Estu\u00e1rio&#8221;, caso de amor que come\u00e7ou na escola e, entre idas e vindas, dura at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>Os ouvidos mais atentos v\u00e3o pescar refer\u00eancias \u00e0 depend\u00eancia em drogas e o processo de sobriedade, mas h\u00e1 can\u00e7\u00f5es expl\u00edcitas sobre isso. Uma delas \u00e9 &#8220;Des-mente&#8221;, em que diz &#8220;quero cheirar, quero fumar, quero beber&#8221;, antes de a letra dar uma reviravolta -&#8220;n\u00e3o quero usar, n\u00e3o quero voltar, n\u00e3o quero morrer&#8221;.<\/p>\n<p>Em &#8220;Daqui Por Diante&#8221;, m\u00fasica que fez de maneira despretensiosa para cantar no Natal para a fam\u00edlia, Reis celebra a nova fase e pede desculpas falando diretamente \u00e0 mulher, filhos e neto. Diz que &#8220;d\u00f3i demais me lembrar da ins\u00e2nia&#8221; e &#8220;certas coisas eu n\u00e3o posso consertar&#8221;, mas &#8220;depois do horror do tsunami vem a bonan\u00e7a&#8221;.<\/p>\n<p>Mesmo para Nando Reis, um dos autores mais relevantes da m\u00fasica contempor\u00e2nea brasileira, compositor de sucessos em sua voz ou nas de C\u00e1ssia Eller, Samuel Rosa, Marisa Monte e tantos outros, criar n\u00e3o \u00e9 algo simples. Ele diz que precisa atravessar um per\u00edodo de inseguran\u00e7a antes de conseguir ordenar os sons e palavras que se tornar\u00e3o can\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 uma ang\u00fastia por temer n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o conseguir compor, mas fazer algo relevante, que me agrade. \u00c9 algo existencial, me acompanha a vida inteira&#8221;, diz. &#8220;E depende de uma disposi\u00e7\u00e3o de conviver com isso, enfrentar e ultrapassar. Num mar cheio de ondas, para pegar um jacar\u00e9, voc\u00ea tem que passar a rebenta\u00e7\u00e3o -ela d\u00e1 medo, te afoga, mas se voc\u00ea n\u00e3o passar, n\u00e3o sabe se vai ter uma onda boa para pegar.&#8221;<\/p>\n<p>Em &#8220;Uma Estrela Misteriosa&#8221;, ele enfrentou as rebenta\u00e7\u00f5es quando Barrett Martin, ex-baterista do Screaming Trees, pediu que ele fizesse duas m\u00fasicas para serem trilha de um document\u00e1rio. A coisa fluiu t\u00e3o bem que o ex-Tit\u00e3s n\u00e3o parou mais de compor e gravar sob produ\u00e7\u00e3o do americano -entre novas cria\u00e7\u00f5es e o resgate de rascunhos e esbo\u00e7os antigos, ele foi criando at\u00e9 chegar nas 26 in\u00e9ditas que integram o novo trabalho.<\/p>\n<p>Sonoramente, o disco traz arranjos de orquestra e de sopro, cavaquinho e cu\u00edca, mas se encaixa na est\u00e9tica desenvolvida pelo m\u00fasico em sua carreira solo desde os anos 1990 -uma mistura peculiar de rock e MPB, de Neil Young a Gilberto Gil. A principal novidade \u00e9 a contribui\u00e7\u00e3o do americano Peter Buck, do R.E.M., cuja guitarra se soma a de Reis, num encontro que estimulou ainda mais o brasileiro a escrever.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 a minha linguagem&#8221;, ele diz. &#8220;Acho que s\u00e3o as can\u00e7\u00f5es que definem meu conceito, aquilo que busco como originalidade. O que me interessa \u00e9 a singularidade de cada can\u00e7\u00e3o. O que as faz \u00fanicas \u00e9 a forma de organiza\u00e7\u00e3o, as melodias e acordes. Em termos de harmonia, sou um compositor rudimentar, n\u00e3o tem sofistica\u00e7\u00e3o. \u00c9 em outro lugar que se d\u00e1 a minha sofistica\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>Na feitura do disco qu\u00e1druplo, al\u00e9m da banda base com Barett na bateria e Buck na guitarra, ele tamb\u00e9m utilizou bases gravadas com diferentes prop\u00f3sitos por \u00edcones da cena roqueira de Seattle. S\u00e3o eles Mike McCready, guitarrista, e Matt Cameron, baterista, ambos do Pearl Jam, Duff McKagan, baixista do Guns N&#8217; Roses, e Krist Novoselic, ex-baixista do Nirvana.<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o com a cidade americana, conhecida como a capital do grunge, vem de 1993, quando os Tit\u00e3s gravaram o \u00e1lbum &#8220;Titanomaquia&#8221;. Desde ent\u00e3o, Reis foi desenvolvendo uma amizade com Barrett, Buck e Jack Endino -este, produtor do primeiro \u00e1lbum do Nirvana, al\u00e9m do trabalho com o brasileiro e sua ex-banda.<\/p>\n<p>Reis lembra que fazer aquele disco h\u00e1 mais de 30 anos foi um tanto frustrante. &#8220;Eu estava muito presente, mas quase nenhuma das minhas ideias foi usada&#8221;, diz. &#8220;O trabalho nesse \u00e1lbum foi muito intenso, houve muita conversa na recusa dessas ideias. Inclusive, acho que foi nessa minha argumenta\u00e7\u00e3o que se estabeleceu uma rela\u00e7\u00e3o com o Jack Endino.&#8221;<\/p>\n<p>Ele cita outros dois discos -&#8220;\u00d5 Bl\u00e9sq Blom&#8221;, de 1989, e &#8220;Volume Dois&#8221;, de 1998- como obras da banda que o frustraram. &#8220;Isso tem um grau de subjetividade, de gosto&#8221;, diz. &#8220;Talvez tenha a ver com uma dificuldade no embate pessoal, de me sentir muito contrariado e contestado. Uma batalha, um sofrimento, que n\u00e3o me agrada.&#8221;<\/p>\n<p>Por outro lado, Reis enumera \u00e1lbuns feitos em ambientes de maior flu\u00eancia, uma &#8220;magia percept\u00edvel para quem esteve no est\u00fadio&#8221;. Entre eles est\u00e3o &#8220;Jesus N\u00e3o Tem Dentes&#8221;, dos Tit\u00e3s, de 1987, &#8220;Com Voc\u00ea&#8230;&#8221;, que ele produziu para C\u00e1ssia Eller em 1999, e outros tr\u00eas discos solo -&#8220;Para Quando o Arco \u00cdris&#8221;, de 1995, &#8220;A Letra A&#8221;, de 2003, e &#8220;Sei&#8221;, de 2012. A essa lista, acrescenta o novo &#8220;Uma Estrela Misteriosa&#8221;.<\/p>\n<p>Reis saiu dos Tit\u00e3s em 2002, depois de &#8220;As Dez Mais&#8221;, de 1999, que hoje chama de &#8220;meio irrelevante&#8221;, e &#8220;A Melhor Banda de Todos os Tempos da \u00daltima Semana&#8221;, de 2001. \u00c0quela altura, ele j\u00e1 tinha iniciado a carreira solo e havia acabado de perder dois grandes amigos -o guitarrista Marcelo Fromer, dos Tit\u00e3s, e C\u00e1ssia Eller, sua grande parceira.<\/p>\n<p>Dali em diante, viveu um per\u00edodo de sete anos em que &#8220;despirocou&#8221;. &#8220;Sa\u00ed da banda, onde havia uma esp\u00e9cie de amarra, e me separei, estava solto e era jovem&#8221;, afirma. &#8220;Usei muita droga. Estava feliz e excitado com a possibilidade de me dedicar ao meu trabalho, \u00e0 liberdade. Vivi com o p\u00e9 no acelerador.&#8221;<br \/>O compositor diz que n\u00e3o foi desleixado na produ\u00e7\u00e3o dos discos dessa fase, na maioria cheios de sucessos, mas n\u00e3o se orgulha do desempenho no palco. &#8220;Fui muito relapso nas minhas apresenta\u00e7\u00f5es ao vivo, tem uma parte que \u00e9 muito ruim. Acho isso horr\u00edvel, certo? Prefiro nem falar.&#8221;<\/p>\n<p>No ano passado, ele voltou aos Tit\u00e3s com outros ex-integrantes para uma extensa turn\u00ea de reuni\u00e3o que lotou est\u00e1dios e festivais ao redor do pa\u00eds. O repert\u00f3rio concentrou a fase cl\u00e1ssica do grupo, entre os anos 1980 e 1990, esteticamente diversa, com influ\u00eancias que iam da new wave ao reggae, e uma veia punk antiautoridade e socialmente consciente.<\/p>\n<p>&#8220;Aquelas m\u00fasicas nunca deixaram de fazer sentido&#8221;, diz. &#8220;Independente do contexto em que elas estavam inseridas, h\u00e1 um grau de abertura na interpreta\u00e7\u00e3o -tanto que algumas foram usadas pela extrema-direita. Por exemplo, &#8216;Bichos Escrotos&#8217; na \u00e9poca da Lava Jato, e &#8216;Desordem&#8217;, em v\u00eddeos bolsonaristas.&#8221;<\/p>\n<p>A turn\u00ea, no p\u00f3s-Bolsonaro, ele diz, foi permeada por uma esp\u00e9cie de desafogo. &#8220;Fui muito atacado, caluniado, v\u00edtima de fake news. Mas a gente se manteve coerente. Foi a oportunidade de reiterar o que sempre fomos, e delinear as semelhan\u00e7as dos momentos pol\u00edticos e sociais -o p\u00f3s-ditadura e o p\u00f3s-Bolsonaro. Essa direita quer achatar as liberdades individuais e a diversidade e, nesse sentido, pensamos o oposto, defendemos a real liberdade.&#8221;<\/p>\n<p>Reis lembra que a consci\u00eancia pol\u00edtica vem desde a forma\u00e7\u00e3o da banda, no come\u00e7o dos anos 1980, no col\u00e9gio Equipe, onde os integrantes se conheceram. A escola de classe m\u00e9dia de S\u00e3o Paulo, ele diz, era formada por &#8220;professores de esquerda, que lutaram, foram perseguidos e torturados&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Mas era s\u00f3 ver ao redor para perceber as coisas inaceit\u00e1veis que aconteciam no Brasil e no mundo&#8221;, diz. &#8220;E falo isso porque sempre me mantive distante de uma certa milit\u00e2ncia, de movimentos estudantis. Sempre fui artista. \u00c9 engra\u00e7ado porque no Equipe a gente era chamado de alienado, porra-louca, bicho grilo. Sempre tive interesse por pessoas com pensamento pr\u00f3prio. Nunca fui de partido, n\u00e3o sou petista.&#8221;<\/p>\n<p>Nos shows de reuni\u00e3o dos Tit\u00e3s, Reis incluiu o nome de Bolsonaro na m\u00fasica &#8220;Nome aos Bois&#8221;, em que cita pelo nome ditadores, tiranos e personalidades que desaprova. \u00c9 uma lista que vai de Hitler a Borba Gato, e inclui gente de esquerda como Josef St\u00e1lin.<\/p>\n<p>E, para ele, a longevidade desse repert\u00f3rio dos Tit\u00e3s transcende quest\u00f5es sociais. &#8220;Se n\u00e3o houvesse os quatro anos daquele desastre, as m\u00fasicas teriam seu lugar e sua for\u00e7a. H\u00e1 uma qualidade est\u00e9tica e musical indiscut\u00edvel. Os arranjos s\u00e3o criativos, originais e poderosos. \u00c9ramos oito, e tem a ver com o jeito cada um, com as suas predile\u00e7\u00f5es e influ\u00eancias impactando de formas diferentes. E da\u00ed o resultado \u00e9 caleidosc\u00f3pico.&#8221;<\/p>\n<p>Com &#8220;Uma Estrela Misteriosa&#8221;, Nando Reis far\u00e1 uma turn\u00ea com 25 datas -outras devem ser anunciadas nos pr\u00f3ximos meses. A s\u00e9rie de shows come\u00e7a em 20 de setembro, em Macap\u00e1, e vai at\u00e9 22 de dezembro, em Campinas. Os ingressos j\u00e1 est\u00e3o \u00e0 venda no seu site.<\/p>\n<p>UMA ESTRELA MISTERIOSA<br \/>&#8211; Onde Nas plataformas digitais<br \/>&#8211; Autoria Nando Reis<br \/>&#8211; Produ\u00e7\u00e3o Barrett Martin<br \/>&#8211; Gravadora Relic\u00e1rio<\/p>\n<p>Not\u00edcias ao Minuto Brasil &#8211; Cultura<br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com.br\/celebridades\/2186257\/nando-reis-diz-que-renasceu-com-sobriedade-ao-lancar-seu-1-disco-feito-sem-drogas?utm_source=rss-cultura&amp;amp;utm_medium=rss&amp;amp;utm_campaign=rssfeed\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Read More<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>LUCAS BR\u00caDAS\u00c3O PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; Em 2016, Nando Reis chegou ao fundo do po\u00e7o.<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":187871,"comment_status":"","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-187870","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/187870","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=187870"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/187870\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/187871"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=187870"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=187870"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=187870"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}