{"id":185074,"date":"2024-07-22T06:25:01","date_gmt":"2024-07-22T09:25:01","guid":{"rendered":"http:\/\/roteironoticias.com.br\/?p=185074"},"modified":"2024-07-22T06:25:03","modified_gmt":"2024-07-22T09:25:03","slug":"a-impercepcao-da-botanica-na-educacao-ambiental-da-educacao-basica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2024\/07\/22\/a-impercepcao-da-botanica-na-educacao-ambiental-da-educacao-basica\/","title":{"rendered":"A impercep\u00e7\u00e3o da bot\u00e2nica na educa\u00e7\u00e3o ambiental da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>A implementa\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o ambiental nas escolas tem sido um desafio muito grande porque h\u00e1 um desinteresse dos estudantes em rela\u00e7\u00e3o ao tema<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>* Ana Beatriz Prudente Alckmin<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Hoje, fala-se muito sobre sustentabilidade e a incorpora\u00e7\u00e3o do ESG nas institui\u00e7\u00f5es. Como ambientalista e pedagoga, percebo que o nosso di\u00e1logo tem avan\u00e7ado com os adultos. Apesar de a maioria chegar \u00e0 fase adulta sem qualquer letramento sobre a quest\u00e3o ambiental e sobre a crise clim\u00e1tica, eles s\u00e3o obrigados a se apropriar do tema rapidamente por motivos profissionais e\/ou acad\u00eamicos. Mas o que aconteceu na inf\u00e2ncia dessas pessoas que fez com que esse tema n\u00e3o fosse bem trabalhado?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A implementa\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o ambiental nas escolas tem sido um desafio muito grande porque h\u00e1 um desinteresse dos estudantes em rela\u00e7\u00e3o ao tema. Observe que, entre os influencers famosos voltados para os jovens, crian\u00e7as e adolescentes brasileiros, quase nenhum tem a pauta ambiental como prioridade. Por outro lado, h\u00e1 um problema na forma\u00e7\u00e3o dos professores, o que faz com que muitos profissionais da educa\u00e7\u00e3o tenham dificuldades de abordar as quest\u00f5es da crise clim\u00e1tica em sala de aula. Ao mesmo tempo, esse jovem brasileiro consome conte\u00fados relacionados com as quest\u00f5es ambientais nas m\u00eddias tradicionais, como, por exemplo, telejornais. Ent\u00e3o, ele tem algum contato com o tema, mas ainda sem grandes afinidades.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 importante esclarecer que esse \u00e9 um cen\u00e1rio genuinamente brasileiro, porque, em outros pa\u00edses do mundo, adolescentes e jovens lideram as pautas clim\u00e1ticas, como, por exemplo, Su\u00e9cia, Finl\u00e2ndia, \u00c1frica do Sul e outros. Todavia, dentro do ambiente escolar brasileiro, esse contato ainda deixa muito a desejar. O sistema educacional j\u00e1 est\u00e1 acostumado com as disciplinas de geografia e biologia, que v\u00e3o tratar de fauna e flora, al\u00e9m de outras quest\u00f5es. Mas, raramente, observamos nos projetos pedag\u00f3gicos o di\u00e1logo efetivo entre o ensino de biologia e geografia com as pautas ambientais. Esse elo ainda n\u00e3o est\u00e1 fortalecido como deveria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E, curiosamente, quando a sociedade trata das quest\u00f5es ambientais no \u00e2mbito educacional, esse elo n\u00e3o \u00e9 feito. H\u00e1 uma impercep\u00e7\u00e3o da biologia e geografia ao tratar da educa\u00e7\u00e3o ambiental, em especial a impercep\u00e7\u00e3o da bot\u00e2nica. E essa impercep\u00e7\u00e3o transborda a sala de aula; ela tamb\u00e9m chega na rela\u00e7\u00e3o da academia com a imprensa. Se voc\u00ea ligar em qualquer canal de not\u00edcias no Brasil, ter\u00e3o muitas not\u00edcias que envolvem pautas ambientais: os inc\u00eandios no Pantanal, as enchentes no Rio Grande do Sul, as altera\u00e7\u00f5es constantes de temperatura por todo o pa\u00eds. Mas quase nenhuma visibilidade \u00e9 dada para as pesquisas que v\u00eam sendo feitas nas universidades p\u00fablicas, nas \u00e1reas de ci\u00eancias biol\u00f3gicas e geografia. Ent\u00e3o, mesmo quando h\u00e1 um tema que est\u00e1 intrinsecamente ligado a uma \u00e1rea que produz muitas pesquisas na academia, essas pesquisas tendem a n\u00e3o ter a visibilidade que deveriam. E isso \u00e9 um problema hist\u00f3rico da rela\u00e7\u00e3o das universidades tradicionais com a imprensa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Muitas vezes, os pesquisadores tratam essa rela\u00e7\u00e3o com a imprensa com certa desconfian\u00e7a. E aqueles que ousam levar o conte\u00fado acad\u00eamico para as m\u00eddias, que levam as suas pesquisas para os ve\u00edculos de imprensa, que se disp\u00f5em a fazer esse movimento, muitas vezes s\u00e3o vistos com desconfian\u00e7a pelos seus pares. Ent\u00e3o, precisamos, em algum momento, debater essa rela\u00e7\u00e3o entre pesquisadores e imprensa para que haja uma maior visibilidade das pesquisas nas m\u00eddias populares como televis\u00e3o e r\u00e1dio, principalmente porque o cen\u00e1rio de urg\u00eancia clim\u00e1tica pede essa rela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se eu, como pedagoga, e outros colegas estamos percebendo que h\u00e1 dificuldades na implementa\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o ambiental na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e que isso, de alguma forma, est\u00e1 conectado com a impercep\u00e7\u00e3o da geografia e da biologia dentro da educa\u00e7\u00e3o ambiental, em especial a impercep\u00e7\u00e3o da bot\u00e2nica, ent\u00e3o essa discuss\u00e3o precisa come\u00e7ar pela impercep\u00e7\u00e3o da bot\u00e2nica. Porque h\u00e1 uma cegueira ao tratarmos da crise ambiental da bot\u00e2nica, uma vez que a bot\u00e2nica comp\u00f5e a disciplina de biologia na educa\u00e7\u00e3o dos adolescentes brasileiros. Onde mora a raiz dessa impercep\u00e7\u00e3o bot\u00e2nica?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar do interesse pr\u00e1tico das pessoas em cuidar de plantas, hortas, o desinteresse pela disciplina de bot\u00e2nica pode ser atribu\u00eddo a v\u00e1rios fatores. O mesmo acontece com a citologia (ramo da biologia que estuda a c\u00e9lula e suas fun\u00e7\u00f5es). Primeiro, esses campos s\u00e3o muitas vezes vistos como excessivamente acad\u00eamicos, com terminologias e imagens que n\u00e3o fazem parte do cotidiano das pessoas, o que resulta em uma falta de motiva\u00e7\u00e3o para o estudo. Quando os professores introduzem essas mat\u00e9rias com uma abordagem complexa desde o in\u00edcio, a dificuldade aumenta, afastando ainda mais os alunos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 tamb\u00e9m uma base neurofisiol\u00f3gica para essa falta de interesse. Estudos indicam que menos de 1% das informa\u00e7\u00f5es processadas pelo c\u00e9rebro humano est\u00e3o relacionadas a est\u00edmulos que n\u00e3o envolvem movimento ou perigo imediato. Plantas, presentes constantemente no nosso dia a dia, geralmente n\u00e3o se movem, n\u00e3o captam nossa aten\u00e7\u00e3o da mesma forma que animais, por exemplo. Esse fen\u00f4meno, conhecido como &#8220;cegueira bot\u00e2nica&#8221;, pode explicar por que muitas pessoas n\u00e3o se interessam por aprender sobre plantas, mesmo que estas estejam constantemente presentes em suas vidas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, o ciclo de ensino contribui para a perpetua\u00e7\u00e3o desse desinteresse. Professores que aprenderam bot\u00e2nica de maneira desmotivadora tendem a transmitir esse desinteresse para seus alunos. No entanto, \u00e9 essencial reconhecer a import\u00e2ncia das plantas para o equil\u00edbrio ecol\u00f3gico, para a alimenta\u00e7\u00e3o e para o desenvolvimento de medicamentos. M\u00e9todos de ensino mais pr\u00e1ticos e estimulantes, como atividades de campo e laboratoriais, podem ajudar a quebrar esse ciclo e aumentar o interesse pela bot\u00e2nica, destacando sua relev\u00e2ncia pr\u00e1tica e cient\u00edfica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A bot\u00e2nica desempenha um papel muito importante na compreens\u00e3o do meio ambiente e no desenvolvimento de solu\u00e7\u00f5es para problemas contempor\u00e2neos. Plantas s\u00e3o essenciais para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos, rem\u00e9dios e para a manuten\u00e7\u00e3o dos ecossistemas. A falta de conhecimento sobre as esp\u00e9cies vegetais e seus processos biol\u00f3gicos, como a poliniza\u00e7\u00e3o e a dispers\u00e3o de sementes, pode levar a consequ\u00eancias negativas para a biodiversidade e para a sa\u00fade humana. Por isso, \u00e9 fundamental promover um ensino de bot\u00e2nica que seja mais conectado com a vida cotidiana e que ressalte sua import\u00e2ncia para a sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m das discuss\u00f5es te\u00f3ricas, temos exemplos pr\u00e1ticos que ilustram a import\u00e2ncia da bot\u00e2nica no cotidiano e na educa\u00e7\u00e3o. Por exemplo, \u00e9 essencial reconhecer plantas venenosas, entender a montagem de um jardim ou uma horta vertical, e saber plantar corretamente alimentos como cenouras. \u00c9 importante reconhecer a import\u00e2ncia das plantas na produ\u00e7\u00e3o de vacinas e medicamentos para doen\u00e7as como c\u00e2ncer, epilepsia e depress\u00e3o. Essas aplica\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas mostram como o conhecimento bot\u00e2nico \u00e9 fundamental para a sa\u00fade e bem-estar humanos pois, ao abordar a bot\u00e2nica de maneira mais pr\u00e1tica e contextualizada, indo diretamente a campo e tamb\u00e9m tendo mais atividades laboratoriais, podemos aumentar a compreens\u00e3o e a valoriza\u00e7\u00e3o das plantas, assegurando que futuras gera\u00e7\u00f5es reconhe\u00e7am e preservem a biodiversidade vegetal essencial para a nossa sobreviv\u00eancia e bem-estar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estive na II Jornada Rio\/S\u00e3o Paulo de Bot\u00e2nica. Na ocasi\u00e3o, dividi com os meus pares um pouco sobre uma pesquisa que estou desenvolvendo, ainda em fase inicial, sobre intelig\u00eancia artificial no ensino de bot\u00e2nica. Apresentei meu p\u00f4ster para ser confrontada pelos meus pares. E foi uma experi\u00eancia maravilhosa de troca com estudiosos das mais diversas \u00e1reas que fazem a interface com a bot\u00e2nica ou que s\u00e3o propriamente bot\u00e2nicos. Na ocasi\u00e3o, tive a oportunidade de interpelar alguns dos meus colegas sobre a percep\u00e7\u00e3o da bot\u00e2nica na educa\u00e7\u00e3o e na sociedade. Conversei com Douglas Santos, doutorando do Instituto de Pesquisas Ambientais da USP, que trabalha com taxonomia de bri\u00f3fitas. Sobre o tema, disse Douglas: \u201cEu acho que sim, est\u00e1 em ascens\u00e3o, est\u00e1 crescendo bastante, mas ainda outras \u00e1reas acabam se sobrepondo, at\u00e9 por causa dos animais, todo esse contato que a gente tem com os pets desde pequenos. As plantas meio que ficam em segundo plano. Mas eu acho que tudo isso que est\u00e1 acontecendo, as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas que a gente v\u00ea no nosso cotidiano, est\u00e3o trazendo as pessoas para se importarem um pouquinho mais, e as plantas s\u00e3o fundamentais para isso, n\u00e9? Ent\u00e3o, eu acho que popularizar a bot\u00e2nica desde cedo ajuda a gente a ter uma educa\u00e7\u00e3o ambiental mais completa, n\u00e9?\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>*Ambientalista, entusiasta do empreendedorismo feminino e pedagoga pela USP, pesquisadora no Instituto de Bioci\u00eancias da USP, no grupo de pesquisa BOTED.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/WhatsApp-Image-2024-06-26-at-13.45.28-768x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-185075\" srcset=\"https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/WhatsApp-Image-2024-06-26-at-13.45.28-768x1024.jpg 768w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/WhatsApp-Image-2024-06-26-at-13.45.28-225x300.jpg 225w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/WhatsApp-Image-2024-06-26-at-13.45.28-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/WhatsApp-Image-2024-06-26-at-13.45.28-450x600.jpg 450w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/WhatsApp-Image-2024-06-26-at-13.45.28.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/6f9e5135-a47f-4cf9-ba4a-c07f122115c8-1024x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-185076\" srcset=\"https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/6f9e5135-a47f-4cf9-ba4a-c07f122115c8.jpg 1024w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/6f9e5135-a47f-4cf9-ba4a-c07f122115c8-300x300.jpg 300w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/6f9e5135-a47f-4cf9-ba4a-c07f122115c8-150x150.jpg 150w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/6f9e5135-a47f-4cf9-ba4a-c07f122115c8-768x768.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"685\" src=\"https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/vegetables-742095-1920-1024x685.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-185077\" srcset=\"https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/vegetables-742095-1920-1024x685.jpg 1024w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/vegetables-742095-1920-300x201.jpg 300w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/vegetables-742095-1920-768x514.jpg 768w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/vegetables-742095-1920-1536x1028.jpg 1536w, https:\/\/roteironoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/vegetables-742095-1920.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A implementa\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o ambiental nas escolas tem sido um desafio muito grande porque h\u00e1<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":185078,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-185074","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agronoticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/185074","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=185074"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/185074\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":185079,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/185074\/revisions\/185079"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/185078"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=185074"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=185074"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=185074"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}