{"id":116840,"date":"2023-03-28T19:08:31","date_gmt":"2023-03-28T22:08:31","guid":{"rendered":"http:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2023\/03\/28\/mortes-por-covid-deixam-marcas-em-pais-e-filhos-de-vitimas\/"},"modified":"2023-03-28T19:08:31","modified_gmt":"2023-03-28T22:08:31","slug":"mortes-por-covid-deixam-marcas-em-pais-e-filhos-de-vitimas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2023\/03\/28\/mortes-por-covid-deixam-marcas-em-pais-e-filhos-de-vitimas\/","title":{"rendered":"Mortes por Covid deixam marcas em pais e filhos de v\u00edtimas"},"content":{"rendered":"<p>S\u00c3O PAULO, SP, RIO DE JANEIRO, PORTO ALEGRE, RS, MANAUS, AM E RECIFE, PE (FOLHAPRESS) &#8211; Br\u00e1s Pereira, Sandra Ros\u00e1rio, Alice Queiroz, Claudiomiro de Araujo e Miriam Correia. De diferentes cidades, idades e hist\u00f3rias de vida, eles est\u00e3o entre as 700 mil v\u00edtimas da pandemia de Covid no Brasil.<\/p>\n<div class=\"dummyPub\"><\/div>\n<p>Al\u00e9m da causa, a morte deles tem em comum o fato de ainda reverberar nas vidas de seus familiares e amigos.<\/p>\n<p>Os pais de Alice, por exemplo, n\u00e3o pensam mais em ter filhos. A filha de Claudomiro tem crises de p\u00e2nico. E o filho de Sandra ficou morando na casa da tia, que tamb\u00e9m perdeu o marido para o coronav\u00edrus e hoje depende de cestas b\u00e1sicas.<br \/>Veja a hist\u00f3ria deles.<\/p>\n<p><span class=\"news_bold\">*DEIXOU DE LUTO N\u00c3O S\u00d3 A FAM\u00cdLIA MAS UM BAIRRO<\/span><\/p>\n<p>Br\u00e1s Pereira, 77, tinha muito medo de pegar Covid. Cuidadoso, o jornalista adotou com rigor o uso de m\u00e1scaras para se proteger da infec\u00e7\u00e3o e evitava sair de casa. Al\u00e9m disso, sua vacina\u00e7\u00e3o estava em dia contra a doen\u00e7a.<\/p>\n<p>&#8220;Do bairro dele [no Imirim], foi um dos primeiros a tomar a vacina. Ele tomou todas as doses&#8221;, diz Marcia Martins de Souza, nora do jornalista.<\/p>\n<p>Pereira era t\u00e3o regrado com a imuniza\u00e7\u00e3o que j\u00e1 havia tomado a mais recente atualiza\u00e7\u00e3o do f\u00e1rmaco, a bivalente, disponibilizada no fim de fevereiro. Por\u00e9m, um dia depois da nova aplica\u00e7\u00e3o, ele come\u00e7ou a sentir alguns sintomas e tomou medicamentos, afirma Cassius Clay, 51, filho de Br\u00e1s.<\/p>\n<p>De in\u00edcio, imaginava-se que fosse rea\u00e7\u00e3o \u00e0 vacina. Mas na manh\u00e3 do dia 4 deste m\u00eas, um s\u00e1bado, o quadro se agravou, com Br\u00e1s sentido falta de ar. Ele foi levado a um centro m\u00e9dico, onde constataram que o pulm\u00e3o dele estava muito comprometido, com satura\u00e7\u00e3o muito baixa. Foi submetido a um teste para Covid e transferido a um hospital.<\/p>\n<p>O resultado foi positivo para coronav\u00edrus. No hospital, n\u00e3o havia vaga dispon\u00edvel na UTI e mantiveram Br\u00e1s na emerg\u00eancia. Esperava-se que um leito na unidade intensiva fosse providenciado at\u00e9 a segunda (6). No entanto, ele n\u00e3o resistiu e morreu no domingo. &#8220;Foi tudo r\u00e1pido&#8221;, diz Cassius.<\/p>\n<p>O hist\u00f3rico do jornalista o colocava em um grupo de risco para a doen\u00e7a. Al\u00e9m de ser idoso, tinha problemas de press\u00e3o e diabetes.<\/p>\n<p>N\u00e3o s\u00f3 seus familiares enfrentam o luto mas tamb\u00e9m o bairro do Imirim, na zona norte paulistana.<\/p>\n<p>Br\u00e1s era muito ativo na comunidade, buscando melhorar a situa\u00e7\u00e3o do local desde que se mudou para S\u00e3o Paulo -ele nasceu na cidade de Machado, em Minas Gerais- e fixou resid\u00eancia no bairro.<\/p>\n<p>&#8220;Se falar Br\u00e1s Pereira, todo mundo sabe quem \u00e9&#8221;, conta a nora, que, assim como a comunidade, tenta lidar com a perda.<\/p>\n<p><span class=\"news_bold\">CONTRAIU O V\u00cdRUS POUCO AP\u00d3S COMPLETAR 2 ANOS<\/span><\/p>\n<p>&#8220;Ela n\u00e3o conseguia se expressar verbalmente e fisicamente, mas o sorriso dela era no olhar e encantava a todos.&#8221; Essa \u00e9 a lembran\u00e7a ainda viva na mem\u00f3ria do banc\u00e1rio Alcemir Amaral Queiroz J\u00fanior, 42, de sua \u00fanica filha.<\/p>\n<p>Alice Paix\u00e3o Queiroz foi a primeira v\u00edtima infantil da Covid confirmada em Campos dos Goytacazes, no interior do Rio de Janeiro, em 30 de janeiro de 2022 -ela completara dois anos no dia 7 do mesmo m\u00eas. O \u00f3bito foi notificado ao Departamento de Vigil\u00e2ncia Epidemiol\u00f3gica da prefeitura em 1\u00ba de fevereiro daquele ano.<\/p>\n<p>De acordo com o pai, Alice era portadora de uma doen\u00e7a gen\u00e9tica rara, a gangliosidose GM1 tipo 1.<\/p>\n<p>Por causa do tratamento que seguia desde os quatro meses de idade, a menina recebia atendimento m\u00e9dico domiciliar. Segundo Alcemir, dois dias ap\u00f3s uma t\u00e9cnica de enfermagem apresentar sintomas gripais, a filha teve queda na satura\u00e7\u00e3o, com dificuldades para respirar, e febre. No dia seguinte, ela foi levada ao hospital e deu entrada na UTI.<\/p>\n<p>Os testes de Alice e dos pais deram resultado positivo para coronav\u00edrus. Os pais desenvolveram sintomas leves. &#8220;J\u00e1 a Alice teve o pulm\u00e3o tomado em uma velocidade surpreendente. Ficou nove dias intubada e n\u00e3o resistiu. Tentamos de tudo&#8221;, diz Alcemir.<\/p>\n<p>Ele lamenta que, \u00e0 \u00e9poca, n\u00e3o havia vacina dispon\u00edvel para os menores de cinco anos -a imuniza\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as de 6 meses a 2 anos come\u00e7ou na cidade em novembro de 2022.<\/p>\n<p>&#8220;A minha esposa e eu j\u00e1 t\u00ednhamos tomado as duas primeiras doses e est\u00e1vamos aguardando a terceira. Acho que a minha filha n\u00e3o teria passado por sofrimento se tivesse tido essa chance&#8221;, afirma o pai.<\/p>\n<p>&#8220;Sempre que vejo um pai ou uma m\u00e3e falando que n\u00e3o vai levar seu filho para tomar vacina, conto a hist\u00f3ria da minha fam\u00edlia e refor\u00e7o o mal que faz essa doen\u00e7a. Voc\u00ea n\u00e3o tem no\u00e7\u00e3o do que \u00e9 ver uma filha no leito de UTI, intubada e depois v\u00ea-la morrer. \u00c9 muito triste&#8221;, diz Alcemir.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00f3s nem pensamos em ter mais filhos porque \u00e9 um trauma muito grande essa perda. Agora, nos concentramos em alertar em rela\u00e7\u00e3o aos riscos com a Covid e apoiar fam\u00edlias de crian\u00e7as que t\u00eam a mesma comorbidade da Alice.&#8221;<\/p>\n<p><span class=\"news_bold\">AVISOU QUE N\u00c3O RESISTIRIA AO V\u00cdRUS<\/span><\/p>\n<p>Assim que a pandemia ganhou o notici\u00e1rio em 2020, Claudiomiro de Araujo, ent\u00e3o com 50 anos, chamou a mulher Simone e a filha Mariana e vaticinou: &#8220;Se eu pegar isso, tchau&#8221;.<\/p>\n<p>As duas sabiam que ele tinha raz\u00e3o e montaram por quase dois anos uma opera\u00e7\u00e3o para impedir que o v\u00edrus entrasse na casa da fam\u00edlia, em Cidreira, cidade de quase 17 mil habitantes no litoral ga\u00facho.<\/p>\n<p>Devido a problemas renais, o bombeiro aposentado era imunodeprimido, o que o tornava mais vulner\u00e1vel.<\/p>\n<p>&#8220;Meu pai n\u00e3o sa\u00eda de casa. Quando eu ou a minha m\u00e3e t\u00ednhamos de sair, us\u00e1vamos duas m\u00e1scaras. Entr\u00e1vamos em casa e corr\u00edamos para tomar banho. A gente mora de frente para o mar e riam de n\u00f3s caminhando na praia de m\u00e1scara. Tudo para o pai n\u00e3o pegar&#8221;, conta Mariana de Araujo.<\/p>\n<p>Os tr\u00eas acabaram infectados no come\u00e7o de 2022, quando a \u00f4micron levou a um aumento de casos no pa\u00eds. E bem quando Claudiomiro se mostrava mais feliz e falante.<\/p>\n<p>At\u00e9 hoje, a fam\u00edlia desconhece como ocorreu a transmiss\u00e3o, dado que as festas de final de ano e o anivers\u00e1rio de Mariana, em 9 de janeiro, foram s\u00f3 entre os tr\u00eas.<\/p>\n<p>Conforme o aposentado previu, o quadro de sa\u00fade de Simone e Mariana melhorou, mas o dele piorou -os tr\u00eas estavam com a vacina em dia.<\/p>\n<p>Em 20 de janeiro, com dificuldade para respirar, ele foi levado de ambul\u00e2ncia at\u00e9 o posto de sa\u00fade. Foi imediatamente intubado e transferido ao Hospital de Tramanda\u00ed.<\/p>\n<p>Morreu oito dias depois, aos 52 anos.<\/p>\n<p>&#8220;Meu pai entrou em uma ambul\u00e2ncia e eu n\u00e3o pude entrar junto. N\u00e3o pude v\u00ea-lo no hospital nem no caix\u00e3o, porque estava lacrado. Isso \u00e9 o que mais me quebra&#8221;, diz Mariana, 20.<\/p>\n<p>Desde a perda do pai, ela diz sentir raiva de quem menospreza a Covid ou debocha da doen\u00e7a. Hoje vivendo em Porto Alegre, onde come\u00e7ou a faculdade, a jovem est\u00e1 em tratamento psicol\u00f3gico.<\/p>\n<p>&#8220;Tenho medo de me infectar e tenho crises de ansiedade e de p\u00e2nico. E a saudade, n\u00e9? Eu convivia o dia inteiro e cuidava do meu pai desde os seis anos. \u00c9 uma saudade dele que n\u00e3o cabe no peito.&#8221;<\/p>\n<p><span class=\"news_bold\">PASSOU TR\u00caS MESES INTERNADA<\/span><\/p>\n<p>Logo no come\u00e7o da pandemia, Jacilene Silva de Souza, 48, perdeu o marido para a Covid. Quando Gerson Martins, 42, encontrou uma vaga num hospital da rede p\u00fablica estadual em Manaus, em abril de 2020, era tarde demais.<\/p>\n<p>&#8220;Num dos hospitais para onde o levaram, os pacientes estavam dividindo oxig\u00eanio&#8221;, diz ela. &#8220;Quando achamos vaga, o pulm\u00e3o j\u00e1 estava comprometido. Ele ingressou \u00e0s 10 horas da noite e morreu \u00e0 1h do dia seguinte.&#8221;<\/p>\n<p>A mulher se viu sem renda em casa. As filhas tinham, naquele momento, 13 e 17 anos de idade.<\/p>\n<p>Manaus ainda viveria a fase mais traum\u00e1tica e representativa da pandemia no pa\u00eds, com a crise de escassez de oxig\u00eanio nos hospitais da rede p\u00fablica, em janeiro de 2021. Pacientes com Covid morreram asfixiados, diante do previs\u00edvel esgotamento do insumo nas unidades de sa\u00fade.<\/p>\n<p>No fim daquele mesmo ano, Jacilene acolheu em casa a cunhada Sandra Maria Ros\u00e1rio, 56, vi\u00fava de um irm\u00e3o, e o filho dela, de 19 anos, oriundos do interior do Amazonas.<\/p>\n<p>Pouco depois, a cunhada se infectou com o coronav\u00edrus e ficou bastante debilitada. O desespero com um quadro grave da doen\u00e7a voltou a fazer parte do cotidiano de Jacilene.<\/p>\n<p>&#8220;Ela n\u00e3o se levantava da cama e precisou de hospitaliza\u00e7\u00e3o. Ficou meses internada.&#8221;<\/p>\n<p>Sandra teve Covid em janeiro de 2022, segundo informa\u00e7\u00e3o do Ipeds (Instituto de Pesquisa e Ensino para o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel), uma organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos em Manaus que desenvolveu um projeto para ajudar crian\u00e7as e adolescentes que ficaram \u00f3rf\u00e3os em raz\u00e3o da pandemia.<\/p>\n<p>Em abril, depois de tr\u00eas meses de hospitaliza\u00e7\u00e3o, Sandra morreu na capital amazonense devido a complica\u00e7\u00f5es associadas \u00e0 doen\u00e7a.<\/p>\n<p>O filho dela permaneceu na casa da tia.<\/p>\n<p>At\u00e9 hoje, as cestas b\u00e1sicas distribu\u00eddas pelo Ipeds s\u00e3o indispens\u00e1veis na casa de Jacilene. A filha mais velha arrumou um emprego, por\u00e9m a renda \u00e9 insuficiente para o sustento de todos.<\/p>\n<p><span class=\"news_bold\">INTERNADA COM O MARIDO, S\u00d3 ELE SOBREVIVEU<\/span><\/p>\n<p>Ap\u00f3s quase dois anos, a morte da professora aposentada Miriam Campelo Correia ainda deixa marcas na fam\u00edlia.<\/p>\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o r\u00e1pida da Covid e o sepultamento com caix\u00e3o fechado ainda est\u00e3o na mem\u00f3ria dos parentes da educadora.<\/p>\n<p>Miriam era professora aposentada da rede estadual de ensino de Pernambuco. Foi morar em Alagoas, estado vizinho, ap\u00f3s mais de 30 anos de sala de aula.<br \/>Ela vivia com o marido em uma casa na praia de Peroba, em Maragogi.<\/p>\n<p>A fam\u00edlia diz acreditar que ela contraiu o v\u00edrus em Olinda, na regi\u00e3o metropolitana do Recife, depois de ter contato com a irm\u00e3, que tamb\u00e9m teve Covid. Ficou dois meses intubada e sobreviveu.<\/p>\n<p>De volta a Alagoas, Miriam e o marido foram hospitalizados. Apenas ele se recuperou. &#8220;Ela n\u00e3o conseguiu sair da m\u00e1scara de oxig\u00eanio, foi para a intuba\u00e7\u00e3o, ficou com press\u00e3o alta e a diabetes alterou demais tamb\u00e9m&#8221;, afirma Gleice Mariano, sua filha.<\/p>\n<p>Antes de ser internada, tomou, por recomenda\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, azitromicina e ivermectina, ambos sem comprova\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de benef\u00edcios no tratamento de Covid. E n\u00e3o chegou a se vacinar. &#8220;Quando foi internada, liberou para a idade dela&#8221;, lembra Gleice.<\/p>\n<p>A docente aposentada ficou de quatro a cinco dias internada. E, no dia 31 de mar\u00e7o de 2021, morreu aos 62 anos, em Porto Calvo, no interior de Alagoas, a 96 km de Macei\u00f3.<\/p>\n<p>&#8220;Foi uma das coisas que mais me traumatizaram&#8221;, afirma a filha. &#8220;Reconheci o corpo da minha m\u00e3e de longe, n\u00e3o pude chegar perto, n\u00e3o pude toc\u00e1-la.&#8221;<\/p>\n<p>A Covid imp\u00f4s restri\u00e7\u00f5es ao sepultamento, feito no mesmo dia da morte da aposentada. O enterro ocorreu em S\u00e3o Jos\u00e9 da Coroa Grande, no litoral sul pernambucano.<\/p>\n<p>&#8220;Caix\u00e3o fechado [no sepultamento]. Foram menos de dez pessoas porque era longe e tinha as restri\u00e7\u00f5es&#8221;, recorda Gleice. &#8220;Foi terr\u00edvel, uma das piores coisas. Meu irm\u00e3o ficou desesperado, queria v\u00ea-la de todo jeito e n\u00e3o tinha como.&#8221;<\/p>\n<p>Not\u00edcias ao Minuto Brasil &#8211; Brasil<br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com.br\/brasil\/2004199\/2-mortes-por-covid-deixam-marcas-em-pais-e-filhos-de-vitimas?utm_source=rss-brasil&amp;amp;utm_medium=rss&amp;amp;utm_campaign=rssfeed\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Read More<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00c3O PAULO, SP, RIO DE JANEIRO, PORTO ALEGRE, RS, MANAUS, AM E RECIFE, PE (FOLHAPRESS)<\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":116841,"comment_status":"","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-116840","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/116840","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=116840"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/116840\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/116841"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=116840"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=116840"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=116840"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}