{"id":113681,"date":"2023-03-08T19:42:47","date_gmt":"2023-03-08T22:42:47","guid":{"rendered":"http:\/\/roteironoticias.com.br\/?p=113681"},"modified":"2023-03-08T19:42:49","modified_gmt":"2023-03-08T22:42:49","slug":"alem-de-fortalecer-cadeias-de-valor-mulheres-contribuem-para-manter-a-floresta-em-pe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/2023\/03\/08\/alem-de-fortalecer-cadeias-de-valor-mulheres-contribuem-para-manter-a-floresta-em-pe\/","title":{"rendered":"Al\u00e9m de fortalecer cadeias de valor, mulheres contribuem para manter a floresta em p\u00e9"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Acordar antes do sol nascer, cultivar e produzir conforme as m\u00e3es ensinaram e participar da gest\u00e3o de programas de grande magnitude. Isso costuma ser a rotina de mulheres que trabalham no campo, ind\u00edgenas e lideran\u00e7as de projetos. Al\u00e9m de fortalecer a fam\u00edlia e comunidade em que vivem, s\u00e3o elas que tamb\u00e9m contribuem para manter a floresta em p\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As ind\u00edgenas Zor\u00f3, de Rondol\u00e2ndia (1.064 km de Cuiab\u00e1), por exemplo, s\u00e3o a for\u00e7a motriz da aldeia. Elas s\u00e3o respons\u00e1veis por coletar, quebrar e limpar as castanhas do Brasil. Segundo o engenheiro agr\u00f4nomo, Paulo C\u00e9sar Nunes, as mulheres t\u00eam mais paci\u00eancia na lida da extra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora, os ind\u00edgenas contam com uma agroind\u00fastria em meio a Amaz\u00f4nia, para beneficiamento da produ\u00e7\u00e3o da castanha.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cVai beneficiar diretamente a comunidade com um olhar muito atencioso para a quest\u00e3o da inclus\u00e3o de g\u00eanero, a inclus\u00e3o de jovens, a valoriza\u00e7\u00e3o do trabalho na comunidade e da agrega\u00e7\u00e3o do valor de um produto da floresta, da sociobiodiversidade local que pode com certeza promover uma transforma\u00e7\u00e3o social muito importante, garantindo a prote\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio e a conserva\u00e7\u00e3o da floresta\u201d, explica Paulo C\u00e9sar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 um trabalho minucioso, que exige um cuidado quase que maternal, de extrair a am\u00eandoa da dura casca sem quebr\u00e1-la. S\u00e3o pelas m\u00e3os das mulheres Zor\u00f3 que as castanhas do Brasil, da terra ind\u00edgena, chegam at\u00e9 o consumidor final.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Katiele Pandere Puxut Zor\u00f3 aprendeu ainda menina como que se colhe a castanha do Brasil no meio da Amaz\u00f4nia. O trabalho todo \u00e9 feito em fam\u00edlia, ent\u00e3o crian\u00e7as e adultos acompanham a ida at\u00e9 a floresta para encontrar os ouri\u00e7os \u2013 onde as castanhas ficam abrigadas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/KXpbNVgf9pd88FFhSGlytoe4lM1hmuoqcJSNclmNEEkYqM8m3LVukug77iU5CGlZ8SkktT42FT00pwwJePkIh3gY5JnYm7_Df_4ILenNjGKbZuf6cfLks7u0dSuQg1ewYiEtrCCyH1HM9Xtkfagws_4\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\"><sub>Da esquerda para direita: Gisele Atura&#8217;am Zor\u00f3 e Katiele Pandere Puxut Zor\u00f3 (Cr\u00e9dito: Vit\u00f3ria Lopes \/ REM MT)<\/sub><\/span><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cMinha m\u00e3e me ensinou, meu pai, minha v\u00f3 que entende mais, e ela me explicou tudo que a gente faz, como coletar a castanha. Eu aprendi com eles, eu vou ensinar meus filhos quando tiver eles\u201d, comenta sobre o trabalho geneal\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aliada \u00e0 extra\u00e7\u00e3o das castanhas, os Zor\u00f3 cuidam da floresta como se fosse da sua pr\u00f3pria fam\u00edlia, explica Gisele Atura&#8217;am Zor\u00f3, na l\u00edngua Pangyje. \u201cN\u00f3s cuidamos da floresta, porque a floresta \u00e9 a nossa casa mesmo, por isso que a gente pode cuidar e n\u00e3o desmatar, porque nossas av\u00f3s moravam aqui. Se a gente morrer, a gente vai ficar aqui mesmo, n\u00e3o vai mudar, por isso \u00e9 importante cuidar, para a floresta ficar bem\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Refor\u00e7ando a fala de Gisele, Katiele conta como as mulheres s\u00e3o importantes na manuten\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia e da vegeta\u00e7\u00e3o nativa. \u201c\u00c9 importante n\u00f3s, mulheres, cuidar, porque n\u00f3s, mulheres, que cuidamos da nossa fam\u00edlia tamb\u00e9m, e a gente pode cuidar da floresta, porque a floresta que d\u00e1 renda para n\u00f3s\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mulheres na cadeia do leite<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nas primeiras horas do dia, elas j\u00e1 est\u00e3o de p\u00e9. Em uma rotina que pode durar at\u00e9 14 horas, as mulheres da cadeia do leite fazem a ordenha, higienizam os galp\u00f5es, alimentam os animais e cuidam do pasto. O \u00e1rduo trabalho, por sua vez, ganha reconhecimento aos poucos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Associadas da Cooperprata (Cooperativa da ind\u00fastria aliment\u00edcia do leite de Brasnorte), a produ\u00e7\u00e3o de leite da regi\u00e3o agora est\u00e1 mais valorizada. Antes da cooperativa, as fam\u00edlias vendiam o leite a pre\u00e7os muito baixos para os latic\u00ednios, que aproveitavam a falta de concorr\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/tng7wILEKkeYomCZBE0mT7cqVaHAPHAAf0JsgIZ4Ypn_5PXHfqddoVbuGCrsZ8KcePPT7JekXOCLwgxiatHstlbI8qveTjjacyUY8DR6dhNq_lyxF3iUv_52WUudk8dEqs4RU8B66Paw5mce0Z4fvAw\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\"><sub>Janeina fala sobre como as mulheres lidam com a cadeia leiteira (Foto: REM\/MT)<\/sub><\/span><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com a coordenadora de finan\u00e7as da Cooperprata, Janeina Braun, as mulheres exercem um importante papel na produ\u00e7\u00e3o de leite. Respons\u00e1veis pela ordenha, elas direcionam as compras de insumos, assim como os trabalhos a serem feitos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As mulheres tamb\u00e9m s\u00e3o mais preocupadas com a higieniza\u00e7\u00e3o e bem-estar dos animais. \u201cMesmo que o associado aqui seja homem, na maioria das fam\u00edlias quem toca a frente dessa atividade \u00e9 a mulher, pra fazer a ordenha. Ou seja, ela j\u00e1 tem mais cuidado com a higiene na hora de tirar o leite, tanto na hora da ordenha como depois, manter o local limpo pra pr\u00f3xima hora que for tirar o leite\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m de facilitar a venda de insumos para o gado, a cooperativa ajuda a orientar as fam\u00edlias em como preservar o pasto e tamb\u00e9m a vegeta\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima, explica a produtora Sinair Caldeira Primo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cAntes a gente n\u00e3o tinha uma orienta\u00e7\u00e3o, levava do jeito que achava que era o certo. Hoje n\u00e3o, a gente consegue produzir com melhor qualidade, com ajuda deles\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/fMoJIs-BNI6lFgE7T_k0dztOpERwFUKXYMtLNlGQ0wtLea5-pxKFenAKwI8S0mk1ys1hauPQeWyjU3nEN4vruZyCEIsCIPAbfm0V1vea1EdsiUTbnJcmldoBFygEqAxVwZLJLTkoopQqJE7jok8EyQQ\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\"><sub>Sueli n\u00e3o troca sua vida no campo pela cidade (Foto: REM\/MT)<\/sub><\/span><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 a produtora Sueli Garcia come\u00e7ou no ramo ap\u00f3s se casar com o marido Adriano Garcia, fundador da Cooperprata. Ela compartilha a paix\u00e3o pela vida buc\u00f3lica que leva no assentamento S\u00e3o Bento. Junto com a filha, Sueli coordena a ordenha.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As duas aproveitam o produto para tamb\u00e9m produzir queijo, consumido pela fam\u00edlia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;\u201cAqui tem bastante mulher que gosta de tirar leite. Eu falo que o leite \u00e9 a fam\u00edlia, \u00e9 a m\u00e3o de obra familiar que alavanca o leite. \u00c9 um ajudando o outro, um faz uma coisa, o outro faz outra. Tem outros cooperados que as mulheres v\u00e3o l\u00e1 tirar o leite cedo, e elas t\u00eam certeza que gostam tamb\u00e9m, eu vejo isso\u201d, observa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mulheres na pecu\u00e1ria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No campo, elas representam mais de 40% da m\u00e3o de obra agr\u00edcola nos pa\u00edses em desenvolvimento, de acordo com os dados da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/ww_Y1aawLjEFUtRrD1921DN-fVMsXoI7Ex5Ryt_SSouYbccq-GsS6Ze6ehr4dkVVjiArwu74-s5uDXJIFozWABITohK4x5X46UHrwn59M5_p3vJYAUGkkYs8kOnCQ5Tyev4QfcLM9F0jxmgWHcTOdqo\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><sub><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">Fazendeira Rochelle Beltramin, refer\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o de pecu\u00e1ria de corte no Portal da Amaz\u00f4nia (Foto: arquivo pessoal)<\/span><\/sub><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como exemplo de quebra de paradigmas, Rochelle Verlaine Beltramin \u00e9 fazendeira e possui tr\u00eas propriedades rurais de pecu\u00e1ria de corte no munic\u00edpio de Nova Bandeirantes, a quase mil km da capital.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Refer\u00eancia na regi\u00e3o, ela relata que enfrentou muita resist\u00eancia na hora de comprar as propriedades e criar o gado, pois produtores diziam que &#8220;n\u00e3o era coisa de mulher&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As propriedades de Rochelle est\u00e3o inseridas no projeto Conect@gro: conectando conhecimento e boas pr\u00e1ticas, do Instituto Centro de Vida (ICV). A iniciativa faz parte do rol de&nbsp; projetos financiados pelo REM MT.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Conect@gro o trabalho \u00e9 focado na gest\u00e3o das propriedades nos aspectos econ\u00f4mico, social e ambiental. O objetivo \u00e9 produzir com qualidade, gerar lucro, sem a necessidade de degradar novas \u00e1reas para abertura de pastos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para a fazendeira, quanto mais mulheres protagonistas no campo, melhor para a pecu\u00e1ria. \u201cN\u00f3s somos cuidadosas com as coisas que fazemos. Somos detalhistas e dedicadas. O setor s\u00f3 tem a ganhar com a nossa participa\u00e7\u00e3o cada vez mais efetiva nesses espa\u00e7os de poder e tomadas de decis\u00e3o\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mulheres \u00e0 frente de projetos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/9ppIrzofFRrxWkpXQxP4dWfsrO1DtbBH1SMq9JHRxM62fkQ9unlpnKAO1NajhmL9XftfhkOcNHTb8RpTS4sUqf0CWxEM137gCf5gWAdH8z7QoBxEPyZoqKeJ_bb8zLgATsteVSwWolO4WyTH1QU7_BA\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><sub><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">Da esquerda para a direita: Tenente PM Joelma Carvalho, L\u00edgia Vendramin e Tenente Coronel Jusciery Rodrigues (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/span><\/sub><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O desafio de ser mulher tamb\u00e9m se encontra na gest\u00e3o de projetos socioambientais. Em Mato Grosso, o REM MT \u00e9 uma das principais pol\u00edticas de Estado no combate ao destamento ilegal, em especial na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A bi\u00f3loga e coordenadora do REM MT, L\u00edgia Vendramin destaca que estar a frente de um programa dessa magnitude \u00e9 desafiador independente da quest\u00e3o de g\u00eanero, mas o fato de ser mulher lhe ajuda a lidar com situa\u00e7\u00f5es muito diversas que o cargo exige.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cPenso que as mulheres, via de regra, possuem uma sensibilidade muito apurada. E isso ajuda a enfrentar diferentes tipos de situa\u00e7\u00f5es com pessoas de opini\u00f5es e ideologias diversas. E o REM MT tem justamente essa caracter\u00edstica, pois dialogamos com diferentes p\u00fablicos: do produtor de commodities a comunidades ind\u00edgenas, por exemplo\u201d, destaca.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ci3.googleusercontent.com\/mail-sig\/AIorK4zMxcPidemXncj39rlKSRMcaLRrq0IMUilhzB31zAmNk3mgf1u2O2hIIvAJfoPwo8FlMx4CxXw\" alt=\"\"\/><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Acordar antes do sol nascer, cultivar e produzir conforme as m\u00e3es ensinaram e participar da<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":113682,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-113681","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agronoticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/113681","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=113681"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/113681\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":113683,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/113681\/revisions\/113683"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/113682"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=113681"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=113681"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/roteironoticias.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=113681"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}