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Rumo amplia interações com povos indígenas em Mato Grosso e apoia projetos socioambientais

Rumo amplia interações com povos indígenas em Mato Grosso e apoia projetos socioambientais
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Também foram realizados investimentos em infraestrutura, capacitações, entrega de equipamentos e estudos técnicos em aldeias de Rondonópolis e Santo Antônio de Leverger

Ao longo de 2025, a Rumo Logística, por meio do projeto de construção da Ferrovia de Mato Grosso, intensificou suas ações de diálogo, apoio socioambiental e fortalecimento institucional às comunidades indígenas em Mato Grosso. Com indicações de necessidades vindas das próprias comunidades, a empresa realizou investimentos em infraestrutura, capacitação, equipamentos, estudos técnicos e ações ambientais desenvolvidas em aldeias localizadas nas Terras Indígenas Tadarimana e Tereza Cristina, nos municípios de Rondonópolis e Santo Antônio de Leverger. Os auxílios foram direcionados para associações, conforme pactuado em Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI), sendo participantes dos projetos: a Associação Pobo Korireu Piji, da Terra Indígena Tadarimana, a Associação Bororo Tugo Baigare (Córrego Grande), Associações Ipie (Piebaga) e Boe Boku Kejeuge (Arareiao).

Segundo Paula Tagliari, gerente consultiva da Rumo, a empresa contribuiu desde o processo de regularização das quatro associações indígenas, com apoio de assessoria contábil especializada, permitindo maior organização administrativa e acesso a políticas públicas.

“Os auxílios fortalecem a autonomia das comunidades e garantem que as decisões sejam tomadas pelos próprios indígenas, respeitando o que foi acordado durante a consulta prévia”, afirma Paula Tagliari.

Outro destaque, entre as ações desenvolvidas pela empresa em 2025, foi a execução do Estudo Etnoarqueológico, iniciado após autorização da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). O trabalho envolveu conversas com lideranças e anciãos, visitas a antigas aldeias e locais sagrados, além do etnomapeamento do território. O material teve como resultado a elaboração de um Livro de Memórias e um documentário em vídeo, com apresentação realizada às comunidades em dezembro de 2025.

Na área ambiental, a empresa realizou a doação de 600 mudas frutíferas, distribuídas entre as aldeias Arareiao, Piebaga e Córrego Grande, com espécies escolhidas pelos próprios indígenas. Também foram promovidas oficinas de plantio e manejo, com atividades práticas e materiais educativos para que os cultivos sejam mantidos ao longo do tempo.

Na área de capacitação de pessoas, a Rumo promoveu cursos relacionados ao associativismo. Foram encontros presenciais realizados em três aldeias, abordando gestão, organização interna e princípios do cooperativismo. Paralelamente, foram entregues veículos, equipamentos e máquinas, como picapes, tratores, roçadeiras hidráulicas, itens de informática e móveis para a criação de laboratórios das escolas indígenas, itens para padarias comunitárias, bombas d’água e implementos agrícolas. Parte dos equipamentos de maior porte, como vans, ônibus, barcos e outras máquinas pesadas, ainda está em fase de aquisição, com entregas previstas para o início de 2026.

A gerente da Rumo, reforça ainda que, mesmo depois de finalizadas as entrega acordadas durante a CLPI, a Rumo continuará o relacionamento com as comunidades e associações, por meio dos programas de Comunicação Social e Educação Ambiental.

“É importante lembrar que o traçado da primeira fase da Ferrovia de Mato Grosso, que está em execução, não passa por nenhuma terra indígena. Mesmo assim, as iniciativas fazem parte do compromisso da Rumo com a execução de um projeto ferroviário responsável. Até mesmo por isso, manteremos programas e contato com as comunidades que estão próximas ao projeto logístico, garantindo o desenvolvimento sustentável, com respeito aos direitos, à cultura e promovendo benefícios concretos às comunidades que estão no entorno da via”, reforça a gerente consultiva, Paula Tagliari.

Auxílio em situações emergenciais e comunicação ativa: Durante os incêndios florestais registrados no período de seca, a empresa atuou em conjunto com a Funai, o Prevfogo e brigadas indígenas, disponibilizando maquinário para abertura de aceiros e apoio às ações de combate ao fogo nas comunidades.

Para ampliar a transparência e o diálogo com as comunidades, a empresa também aprimorou seus canais de relacionamento, com atendimento via site, WhatsApp e telefone, além de criar uma página específica sobre povos originários no site da Ferrovia Estadual de Mato Grosso, com atualizações semanais sobre o andamento das ações.

Por Dejane Arnhold/Crop AgroComunicação

Célio

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