Bem-vindo(a). Hoje é Guarantã do Norte - MT

Crianças devem ter cuidado na hora de entrar no mar

Crianças devem ter cuidado na hora de entrar no mar
Compartilhe!

Com diversas praias impróprias para banho, pais devem tomar precauções para que a experiência no litoral seja a melhor possível

O verão está aí e, com ele, uma série de cuidados necessários para as crianças, que vão ao litoral. Além das recomendações a respeito do sol e a importância do protetor solar, outro fator merece atenção: o mar. Seja pela maresia ou pelos efeitos da água salgada, os pais precisam estar atentos.

Como a imunidade das crianças é relativamente frágil, o contato com o mar deve ser feito de maneira controlada e responsável. A pele sensível, o risco de infecções, a exposição ao sol e ao vento podem gerar alguns problemas para a saúde da criança, especialmente por que, em alguns locais, a água pode não estar própria para banho. Em 2024, segundo estudo da Folha de S.Paulo que monitora a balneabilidade do litoral brasileiro, apenas 416 pontos foram bem avaliados durante todo o ano.

Evitando acidentes

O medo mais natural dos pais ao deixar os filhos brincarem na água do mar são os riscos de afogamento, mas a praia exige mais cuidados do que em relação a este perigo. Intoxicações e desidratações também podem ocorrer, além de cortes de pele e pedras e conchas, queimaduras com águas-vivas e decorrentes da exposição ao sol, devido aos altos índices de raios ultravioletas. Para Haroldo Torres Alves, pediatra da Afya Educação Médica Curitiba, alguns cuidados são fundamentais para proteger a vida das crianças.

“São cuidados básicos em relação à vida das crianças, que precisam exercer supervisão constante. O uso do protetor solar, uma boa hidratação, evitar se aproximar de animais e objetos cortantes são medidas importantes para que a água do mar não contribua com infecções ou outros problemas relacionados a ela”, afirma o pediatra.

Um dos perigos da água do mar está na concentração de elementos como o sal e o mercúrio, que podem causar intoxicação, irritação e inchaço, além dos perigos do consumo dos peixes da região, caso a água não apresenta boas condições para banho e pesca. É o que aponta o pediatra.

“O mar é constantemente contaminado por dejetos de esgotos e levam diversos microrganismos que podem causar intoxicações como gastroenterite, dor abdominal, gases, cólicas, vômitos e, em especial, desidratação. Além dos elementos da água salgada, podem existir metais pesado, resíduos industriais e lixo doméstico que tornam a água imprópria para consumo humano e mesmo para a vida marinha do local”, alerta Haroldo.

O cuidado começa desde cedo

Outro aspecto importante dos cuidados com a água do mar, desde contaminações até a intensidade das marés, está em ensinar as crianças a lidar da maneira correta e segura com o mar. Mais do que a conscientização dos pais, explica Haroldo, é a orientação aos filhos que pode garantir uma segurança completa para que a praia seja um lugar de diversão sem maiores riscos.

“É fundamental que os pais e pessoas próximas com noções de primeiros socorros estejam sempre por perto. No entanto, um passo importante está em orientar as crianças para que elas entendam as alterações no mar e os perigos que podem surgir dele, pois assim elas crescem com a consciência de que não podem ser ousadas ou excessivamente confiantes, sem a verdadeira noção do perigo.  Informações sobre protetor solar e hidratação também complementam este tipo de orientação, pois ensinam a elas que estes cuidados, tão simples, as ajudam a aproveitar melhor a praia sem nenhum risco à saúde”, reforça o especialista da Afya.

Sobre a Afya

A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior, 33 delas com cursos de Medicina e 25 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. São 3.753 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e 3.643 vagas de Medicina em operação, com mais de 24 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em: www.afya.com.br e ir.afya.com.br.

Da Assessoria de Imprensa | Afya Educação Médica Curitiba

Célio

LIVE OFFLINE
track image
Loading...