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Câmara de Cuiabá convoca sessão para julgar se cassa mandato de vereador acusado de matar agente

Câmara de Cuiabá convoca sessão para julgar se cassa mandato de vereador acusado de matar agente
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O presidente da câmara de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho (MDB), convocou uma sessão extraordinária na próxima quarta-feira (28), às 14 horas, para que os vereadores votem o pedido de cassação contra o tenente-coronel Marcos Paccola (Republicanos). O requerimento foi encaminhado aos parlamentares hoje.

“O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Juca do Guaraná Filho, com respaldo no que dispõe o regimento interno, convoca os senhores vereadores e vereadores para participar da sessão extraordinária a ser realizada no dia 28/09/ (quarta-feira), 14 às hs, no plenário das deliberações, para a apreciação do processo nº 11261/2022, requerimento de processo ético, que dispõe sobre a perda do mandato do vereador tenente coronel Paccola”, cita a convocação.

Conforme noticiou o portal Gazeta Digital, o relatório da Comissão de Ética emitiu parecer à perda do mandato do parlamentar. O pedido de cassação foi feito pela vereadora Edna Sampaio (PT) depois que o vereador matou, com 3 tiros, o agente do Sistema Socioeducativo Alexandre Miyagawa de Barros, 41. O policial alega legítima defesa de terceiros.

Caso a maioria dos 25 vereadores aprovem a extinção do mandato do parlamentar, Paccola será declarado inelegível e não poderá disputar a vaga à Assembleia Legislativa (ALMT), a qual ele pleiteia nas eleições do dia 2 de outubro.

Miyagawa foi assassinado com 3 tiros disparos por Paccola. Na versão do vereador, o agente estava com a arma na mão e se virou na direção do parlamentar, que supostamente teria agido para defender a namorada da vítima de suposta violência.

Com o assassinato, Paccola se tornou réu pela 12ª Vara Criminal de Cuiabá, coordenada pelo juiz Flávio Miraglia, que acolheu denúncia do Ministério Público contra o vereador.

Na mesma decisão, o juiz determinou que fosse recolhida a arma de Paccola. Paralelamente, o vereador tem seu caso estudado pela Comissão de Ética da Câmara de Cuiabá.

Fonte: Só Notícias
Artigo Original em > www.sonoticias.com.br

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