Trael levou tecnologia contra oscilações de energia à 58ª Expoagro
Empresa reforçou presença nas principais feiras do agronegócio para apresentar transformador desenvolvido para reduzir perdas na produção
A Trael Transformadores participou da 58ª Expoagro, realizada de 10 a 19 de julho, no Parque de Exposições Jonas Pinheiro, em Cuiabá, levando ao público do agronegócio uma tecnologia desenvolvida para reduzir os prejuízos provocados pelas oscilações de energia elétrica nas propriedades rurais e agroindústrias. A empresa dividiu o estande com a Green Bess e apresentou o transformador autorregulável, equipamento capaz de corrigir automaticamente as variações de tensão sem interromper a operação.
A presença na maior feira agropecuária de Mato Grosso integrou a estratégia da Trael de ampliar a divulgação da tecnologia junto ao setor elétrico, iniciada já há dois anos, e atualmente com os produtores rurais, reforçando o posicionamento da empresa como especialista em transformadores e soluções elétricas. Foi a segunda geração da tecnologia, que é uma combinação de dois comutadores para esse novo equipamento.
Diferentemente dos transformadores convencionais, que exigiam a interrupção do fornecimento de energia para alterar o TAP — mecanismo responsável pela regulagem da tensão —, o transformador autorregulável fazia esse ajuste de forma automática. A tecnologia evitou paradas na produção, reduziu perdas de matéria-prima e aumentou a segurança operacional, benefícios que ganharam importância à medida que máquinas agrícolas e equipamentos industriais se tornaram mais sensíveis às oscilações da rede elétrica.
Segundo o responsável pelo Comercial e Marketing da Trael, Dimas Yamanaka, a tecnologia nasceu a partir de uma demanda apresentada pelos próprios produtores rurais, especialmente do setor algodoeiro, que conviviam com prejuízos frequentes provocados pelas oscilações de energia.
“É uma tecnologia que nasceu dentro da Trael para resolver um problema real do setor e que hoje se tornou uma solução também para a agroindústria e para diversos segmentos que dependem de energia elétrica estável. As máquinas eram muito sensíveis à variação de tensão e, quando isso acontecia, era preciso interromper a produção, limpar os equipamentos, fazer um novo setup e ainda lidar com a perda de material. Era uma reclamação recorrente dos produtores e também de outras indústrias”.
Com a modernização das linhas de produção e a crescente utilização de equipamentos automatizados, o problema deixou de ser exclusivo do campo. Segundo Yamanaka, empresas instaladas em polos industriais também enfrentaram perdas causadas pela instabilidade da rede elétrica, cenário que se intensificou com a expansão das fontes renováveis de geração.
Da Assessoria




