Não estou sozinha”: queda de cabelo feminina sai do silêncio após relatos de Maraisa, Gretchen e influenciadoras
Alopecia atinge até 40% das mulheres ao longo da vida, mas tabu em torno do tema atrasa diagnóstico e agrava quadros; centro capilar especializado registra resultados expressivos com protocolos personalizados
Quando a cantora Maraisa revelou publicamente seu diagnóstico de alopecia androgenética em janeiro, os comentários explodiram nas redes sociais e não de surpresa, mas de identificação. “Pensei que era só comigo”, “Finalmente alguém falando disso” e “Obrigada por normalizar” dominaram as respostas. O que parecia um problema isolado é, na verdade, uma epidemia silenciosa: dados internacionais indicam que até 40% das mulheres enfrentarão algum grau de queda de cabelo ao longo da vida.
Mesmo assim, o tema permanece cercado de vergonha, desinformação e automedicação. A boa notícia é que avanços científicos e tecnológicos mudaram completamente o cenário do tratamento capilar nos últimos anos — e os resultados comprovam.
O PESO DO SILÊNCIO
A queda de cabelo feminina carrega um estigma que a masculina não enfrenta. “Para os homens, existe até certa naturalização social — embora um número crescente também esteja buscando tratamento. Para as mulheres, o cabelo ainda é tratado como símbolo de feminilidade, saúde e até poder”, explica a dermatologista Dra. Sullege Suzuki, especialista em tricologia e referência em tratamentos capilares.
Estudos publicados no International Journal of Women’s Dermatology mostram que mulheres com alopecia apresentam índices elevados de ansiedade, depressão e isolamento social. “Em consultório, ouço relatos de mulheres que evitam fotos, deixam de sair, trocam de penteado diariamente para esconder falhas. O impacto psicológico é tão real quanto o físico”, afirma a médica.
Esse cenário começou a mudar nos últimos anos. Além de Maraisa, Gretchen, Jada Pinkett Smith e influenciadoras como Bianca Andrade já expuseram suas lutas contra a queda de cabelo. O movimento #AlopeciaAwareness acumula milhões de visualizações no TikTok, com mulheres compartilhando rotinas, frustrações e progressos.
QUANDO A QUEDA NÃO É “NORMAL”
Diferente da queda sazonal (comum após verão ou períodos de estresse), a alopecia androgenética — como o próprio nome já diz — é genética, hormonal e progressiva. Atinge principalmente a região central do couro cabeludo, causando afinamento gradual dos fios.
Outros tipos também afetam mulheres:
Alopecia areata: queda em placas circulares, de causa autoimune
Eflúvio telógeno: queda difusa após traumas, cirurgias ou pós-parto
Alopecia por tração: causada por penteados apertados (tranças, apliques)
“O erro mais comum é esperar demais para buscar ajuda. Muitas pacientes chegam após anos de queda, quando o folículo capilar já está comprometido. Quanto mais cedo agimos, maiores as chances de recuperação”, alerta Dra. Sullege.
CENTRO CAPILAR ESPECIALIZADO: DIAGNÓSTICO PRECISO E TRATAMENTO EFETIVO
Atenta à crescente demanda e à complexidade do tema, a Dra. Sullege Suzuki estruturou no Espaço Sullege Suzuki um Centro Capilar com infraestrutura moderna e protocolos cientificamente validados. A clínica, referência em dermatologia clínica, estética e capilar, desenvolveu um modelo de atendimento que une tecnologia de ponta, diagnóstico preciso e abordagem humanizada.
“Não existe tratamento padrão. Existe paciente. Quando entendemos a causa raiz e atuamos de forma estratégica e individualizada, os resultados são consistentes e progressivos”, explica a médica, que possui subespecialidade em tricologia e mantém constante atualização científica em congressos e centros de inovação no Brasil e exterior.
“Trabalhamos com protocolos combinados porque sabemos que a alopecia é multifatorial. A paciente que responde bem ao minoxidil pode precisar de bioestimulação adicional. Outra pode ter resistência hormonal que exige ajuste medicamentoso. Nossa abordagem considera todas as variáveis”, detalha.
ACOMPANHAMENTO E RESULTADOS EXPRESSIVOS
No Espaço Sullege Suzuki, o acompanhamento é feito com tricoscopia comparativa a cada 3-6 meses, permitindo análise objetiva da evolução. “Usamos tecnologia para mostrar à paciente que o tratamento está funcionando. Às vezes a melhora é gradual e ela não percebe sozinha. Quando comparamos as imagens, a diferença na densidade e espessura dos fios fica evidente.”
A médica destaca que a busca por resultados naturais e seguros é pilar fundamental. “Não prometemos milagres. Prometemos ciência, acompanhamento próximo e tratamento baseado em evidências. Os resultados aparecem porque há método, há técnica e há dedicação.”
SINAIS DE ALERTA
Procure um dermatologista especializado se:
Queda persistir por mais de 3 meses
Houver afinamento visível na linha de divisão do cabelo
Histórico familiar de calvície
Surgimento de áreas sem fios (placas)
Coceira, descamação ou inflamação no couro cabeludo
“INFORMAÇÃO SALVA FIOS — E AUTOESTIMA”
Para a Dra. Sullege, o movimento de famosas expondo suas vulnerabilidades é transformador. “Quando uma mulher pública fala sobre alopecia, ela autoriza milhões de outras a procurarem ajuda sem vergonha.”
Mas a especialista faz um alerta importante: redes sociais não substituem consulta médica. “Vejo muita gente seguindo ‘receitinhas’ sem diagnóstico. Alopecia tem causas diversas — tratar sem investigar é perder tempo e, muitas vezes, piorar o quadro.”
A mensagem final é de esperança: “Hoje temos recursos que não existiam há 10 anos. Tricoscopia digital, bioestimuladores de nova geração, terapias regenerativas… Se diagnosticado cedo e tratado com seriedade, é possível estabilizar, recuperar densidade e devolver qualidade de vida. O primeiro passo é romper o silêncio. O segundo é procurar quem realmente entende do assunto.”
Da Assessoria




